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quarta-feira, dezembro 7

Profecia de 2012 será sobre crise de consciência" - Por Fernando Malkún



O especialista em cultura maia explica o que esta civilização escreveu durante o próximo ano.

Há quinze anos atrás, Fernando Malkun, barranquillero ( natural de Barranquilla, uma cidade da Colômbia) de origem libanesa, deixou a arquitetura que tinha estudado na Universidade de los Andes, e a qual havia se dedicado por quase uma década, para responder às perguntas que se atravessaram em sua vida. Durante esse tempo, ele se encontrou com a cultura Maia e dedicou-se completamente ao seu estudo. Hoje é um especialista no tema, com reconhecimento internacional e continua viajando pelo mundo explicando a mensagem que esta civilização deixou para os seres humanos.

Fale sobre 1992. Por que este ano? O que aconteceu ?
A essência das profecias maias é comunicar a existência de um ciclo de 26.000 anos, chamado "o grande ciclo cósmico". Tudo, estações, meses, dias se ajustam a esse ciclo. Há 13 mil anos atrás, o sol –assim como agora- irradiou mais energia no planeta e derreteu a camada de gelo . Essa camada desaguou no mar, elevou o seu nível em 120 metros e ocorreu o chamado "Dilúvio Universal ". Os Maias disseram que quando o sistema solar estiver novamente a 180 graus de onde estava a 13.000 anos atrás, a Estrela do Norte brilha sobre o pólo, a constelação de Aquário aparece no horizonte e o trânsito décimo terceiro de Vênus se der - o que vai acontecer em 6 de junho de 2012 - o centro da galáxia pulssará e haverá manifestações de fogo, água, terra, ar. Eles falam, especificamente, de dois períodos de vinte anos , de 1992 a 2012 e 2012-2032 - de intensas mudanças.

Por que anunciavam isso?
A proximidade da morte faz com que as pessoas repensem suas vidas, examinem e corrijam a direção que tomam. Isso é algo que ocorre somente se algo se aproxima de você, ou você passa diretamente, te impacta tremendamente. Isto é o que tem acontecido com os tsunamis,os terremotos, as catástrofes naturais de que vivemos, os conflitos sociais, economicos, etc.
Então, eles falam de morte. Eles falam de mudança, de um despertar da consciência. Tudo o que está errado com o planeta está se potencializando com o objetivo de que a mente humana se dedique a resolvê-lo. Há uma crise de consciência individual. As pessoas estão vivendo "eventos de destino", seja em seus relacionamentos, seus recursos, em sua saúde. É um processo de mudança que se baseia principalmente no desdobramento invisível, e está afetando em especial à mulher.

Por que as mulheres?
A mulher é quem terá o poder de criar a nova era, devido à sua maior sensibilidade. De acordo com as profecias - não só as maias, mas muitas-, a era que se aproxima é de harmonia e espiritualidade. As coisas que estão mal vão se resolver no período que os Maias chamaram de "tempo do não tempo", que será de 2012-2032. Desde 1992, o percentual de mulheres que vêem a aura (seres curadores) do planeta tem aumentado. Hoje, é de 8,6 por cento. Imagine que em 2014 seja de 10 por cento. Isso significaria o início de um período mais transparente. Essa seria a direção da mudança não violenta.
Mas o que se vê hoje é um aumento na agressividade ... As duas polaridades são intensificadas. Estão abertos os dois caminhos, o negativo, escuro, destruição, de confronto do homem com o homem; e o de crescimento da consciência. Existem várias vozes que estão levando os seres humanos a pensar sobre isso. Desde 1992, as informações proibidas dos gnósticos, dos maçons, dos Illuminati, estão abertas para que se utilize no processo de mudança de si mesmo. A religião esta acabando e a religiosidade é que irá permanecer.

Tudo isso , os Maias deixaram de escrito, assim específico?
Não a esse ponto. Eles disseram que o sol iria mudar as condições do planeta e criar "eventos de destino ". O sol bateu todos os recordes este ano. Os Terremotos aumentaram 425 por cento. A mudança de temperatura é muito intensa: de 92 para cá aumentou quase um grau, o mesmo que subiu nos últimos 100 anos anteriores. Antes, havia 600 ou 700 tormentas elétricas simultâneas, hoje há duas mil. Antes se registravam 80 raios por segundo, agora caem entre 180 e 220.

Como eles sabiam que isso ia acontecer?
Eles tinham uma tecnologia extraordinária. Em suas pirâmides havia altares de onde eles estudaram o movimento do sol no horizonte. Produziam gráficos com os quais sabiam quando haveria as manchas solares, quando aconteceriam tempestades elétricas. Foi um conhecimento que receberam dos egípcios, que, por sua vez, o receberam dos sacerdotes sobreviventes da Atlântida, civilização destruída 13.000 anos atrás. Os Maias aperfeiçoaram o conhecimentos e foram os criadores dos calendários mais precisos. Um deles, chamado "Conta larga" termina em 21 de dezembro de 2012, e marca o ponto do centro exato do período de 26.000 anos. Eles sabiam que essas mudanças estavam vindo e o que eles fizeram foi dar essa informação para o homem de 2012.

Será que estas mudanças só foram levantadas por eles? 
Todas as profecias falam da mesma coisa. Os hindus, por exemplo, anunciam o momento de mudança e falam sobre a chegada de um ser extraordinário qual o mundo ocidental cristão apregoa. Os Maias nunca falaram de um ser extraordinário que viria para nos salvar, mas falaram de crescer em consciência e assumir a responsabilidade, cada ser na sua individualidade.

E se as pessoas não acreditam nisso? 
Acreditando ou não, vai senti-lo no seu interior. A mudança que estamos vivenciando não é algo de se acreditar ou não. Neste momento, a maioria está vivendo um tempo de avaliação de sua vida. Por que estou aqui, o que está acontecendo, para onde eu quero ir? Basta olhar o crescimento da busca de espiritualidade, não de religiosidade, porque a religião não está dando mais respostas às pessoas.


A sua vida pessoal mudou?
Há quinze anos atrás, eu era tremendamente materialista. Minha conduta é muito diferente hoje. Eu me perguntei por que estava aqui, para quê, e por razões especiais acabei metido no mundo Maia. E posso afirmar que não se tratam de crenças falsas para substituir crenças falsas. Tirei muitas histórias da minha mente, mas eu ainda estou no terceiro nível de consciência, que é dominante no planeta. Quem está mais em cima?
Há pessoas que estão em um nível 4 ou 5. São as menos famosas, de perfil baixo. Em uma viagem conheci um jardineiro extraordinário, por exemplo. Estes seres estão em serviço permanente, afetando a vida de muitas pessoas, mas não publicamente.

O que devemos fazer, de acordo com essa teoria?
O universo está nos dando uma oportunidade individual para reestruturar nossas vidas. A maneira de sincronizar-nos é, primeiro, não ter medo, perceber que podemos mudar nossa consciência. A física quântica já disse: a consciência modifica a matéria. O que significa que sua vida depende daquilo que você pensa. A distância entre causa e efeito tem diminuído. Há vinte anos atrás, para que se manifestasse algo em sua vida, necessitava-se de muita energia. A vinte anos atrás qualquer fator de punição de um ato maldoso ganhavam-se os anos para receber alarde. Hoje tudo ganha destaque rápido. A corrupção pelo mundo a fora tem ganhado destaque internacional. As ditaduras estão caindo. As religiões estão a cada dia mais problemáticas, Hoje, você pensa algo e em uma semana está acontecendo. Sua mente causa isso. O que devemos é buscar, as respostas estão aí. Basta ter olhos para ver e ouvidos para ouvir.


  Os Maias disseram que o mundo iria acabar em 2012?
Estão gerando um pânico coletivo absurdo aduzindo que eles tinham anunciado que o mundo iria acabar em dezembro de 2012. Não é verdade. Os Maias nunca usaram a palavra fim. Anunciaram um momento de mudança, de grande aumento de energia do planeta, o que causaria "eventos de destino", isto é, definitivos, nas pessoas. O problema é que o nível de consciencia da maioria das pessoas atinge apenas o fim do mundo e não a transformação de consciencia.

Quando isso vai acontecer?
Não vai acontecer, está acontecendo. As pessoas não estão juntando todas as peças do quebra-cabeças para perceber isso. Acreditam apenas que estes eventos atuais são causados por um conjunto de "coincidencias" evolutivas. Mas estamos em uma onda de mudanças como nunca antes.

O que se percebe, segundo o que é dito pelos Maias?
A profecia anunciou que o planeta aumentaria a sua freqüência vibracional, o que é um fato: esta freqüência, que se mede com a ressonância Schumann, passou de 8 a 13 ciclos. Todos os planetas do sistema solar estão mudando. De 1992 até hoje, os pólos de Marte desapareceram 60 por cento e Vênus tem quase o dobro de luminescência. Passamos 300 anos registrando o Sol e as tempestades solares maiores têm ocorrido nos últimos seis meses. Houve um aumento de terremotos de 425 por cento. Tudo está acelerado dos pontos de vista geofísico e solar. Nosso cérebro, que irradia suas próprias ondas, é afetado por essa maior irradiação do sol. Essa carga eletromagnética é o motivo por que sentimos o tempo mais rápido. Não é o tempo físico, mas o tempo de percepção emocional.

fonte: PORTAL ARCO-ÍRIS

Inversão dos Pólos nos jornais ingleses

http://www.agp.org.br/index.php/2011/05/inversao-dos-polos-nos-jornais-ingleses/

Guinada magnética ''move'' o Pólo Norte
Buracos no campo magnético do planeta sugerem que os pólos podem ''trocar'' de lugar

Jonathan Leake - The Sunday Times

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhi8v3WEZ7zNu0YimBONeTY9AJVDY0XIbBANnkm8PuZ0-gsJI9B2tUg7Ym7NldqoBlm4bPnKbWxJaulDKKFjsiufNDoTwfV_HhWd6OmDfxJ0fcHbGP02KF5ynQyN2hJnVVyVyMSBaAtkzo/s400/campo-magnetico.jpgLONDRES - O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética.

Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar.

Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados coletados antes por outros satélites.

A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas.

''Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter'', diz o pesquisador.http://zapper.xitizap.com/xitizap%2014/img19.gif


O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles.

A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares.

Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: ''Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última.''

Impacto


http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,16156702-EX,00.jpgA mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra.


A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protetora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo ''vento solar''.


O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições.
A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os satélites - ferramentas alternativas de navegação e vitais para as redes de comunicação - seriam rapidamente danificados pela radiação.

O ponto zero e a mudança das eras do calendário Maia

http://foradoninho.files.wordpress.com/2009/05/maiacalendarimg.jpgProfecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência vibratória da Terra.

O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos.

O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno.

Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro "Awakening to Zero Point " (Despertando para o Ponto Zero – ainda não traduzido para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade.

Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância de Schumann).

Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético.

A Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isto produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres.
Freqüência de base crescente
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQy3lpnLW3QGM0_OphwEXm5HJi1L02PifTaCKAxCFAVQrDvW3A69fVzFo9YZuZUVz2PrRc17UYGhHfnwQW2rvTYF6cVqTaj4wfZrDKR5xLJYtH1Taz3LnZ5dk-OPaBrEP1v7aAh1ihbeYg/s320/shumann_ondasatm.gifA freqüência de base da Terra, ou ''pulsação'' (chamada Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos.

A ciência não sabe porque isso acontece – nem o que fazer com essa situação. Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos.

A única referência à RS encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima.

Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.

Campo magnético decrescente

Enquanto a taxa de ''pulsação'' está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México – EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.

Impacto sobre o Planeta

http://zapper.xitizap.com/xitizap%2014/img19.gifGreg Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas.
Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo sendo totalmente dissolvidos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios.

O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto. A última ocorrência foi em 2003.

Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais.

terça-feira, novembro 1

O chamado Cósmico ainda continua


O movimento através do "11:11" muda o alinhamento posicional do nosso atual sistema do "Grande Sol Central" para aquilo que é chamado de "Sistema do Grande Sol Central Maior". Fomos alinhados com o nosso "Grande Sol Central" através de um processo de polarização (nós na dualidade). Precisamos nos erguer agora e sair da espiral antiga. A influência de nosso Sol Central, Alcione, um dos sóis da constelação das Plêiades sobre nós, é tema do "Cinturão de Fótons".
 

Em termos bem simples, o "Cinturão de Fótons" representa uma energia que está chegando à Terra e servirá de freqüência harmonizadora com a qual a Terra passará a ressoar. Trata-se da procissão do nosso sistema solar ao redor de Alcione. Essa procissão cíclica em sentido anti-horário, requer 25.860 anos para completar sua órbita. Como ensina a civilização Maia, este é o período de um ciclo galáctico. Como existe o ciclo das estações, o grande ciclo galáctico também tem suas estações e cada estação tem suas características ditadas pela freqüência. Nós estamos entrando numa freqüência diferente, com uma mudança nos padrões de clima. Nós já estamos expostos à energia do "Cinturão de Fótons" e ela simplesmente aumentará de intensidade.
 (...)



Este é o passo evolucionário mais importante jamais acontecido no planeta Terra! Ele anuncia a conclusão da espiral da evolução pelo qual nós viajamos desde o começo da Terra. A ativação do 11:11 significa um tempo em que o planeta e toda a humanidade terão a oportunidade de se mover em uma nova espiral de consciência.


Uma ativação maciça está se efetuando atualmente. Por esta razão, os Seres de Luz sugerem para nos colocar em alerta total! E hora de removermos nossos velhos costumes e disfarces e lembrar quem verdadeiramente somos e quem temos sido.
 

terça-feira, março 22

A MATRIZ DO TZOLKIN

Hunab-kú, ou Deus, é a soma total das possibilidades que todos os átomo, seres humanos, estrelas ou sois podem viver e das novas possibilidades que resultam do reflexo de umas contra a as outras eternamente. A matriz do Tzolkin é composta de 260 posições, 13X20, que é uma fração de 26.000 anos que corresponde a duração de um dia galáctico. Este é o mesmo tempo que leva um raio de luz para viajar desde o centro da nossa galáxia até o nosso sol. Dentro do Tzolkin estão codificados todos os tipos de energia, matéria ou vida que podem se organizar com a informação divina.


Elementos químicos

As 260 posições da matriz do Tzolkin Maia, estruturam os diferentes tipos de energia que se manifestam na terceira dimensão do Universo. Quatro campo, cada um com 36 posições, dão 144 elementos diferentes possíveis da matéria dos quais 118 estão classificados pela ciência na tabela periódica química.

144 unidades de energia radiante são formas distintas de energia densificada. Matéria que se organiza com informação de origem divina, formando a estrutura da matéria na terceira dimensão. Dois campos, cada um com 16 posições, de cada lado da coluna mística, representam 32 unidades de energia cristalina.

VEJA A MATÉRIA COMPLETA
A MATRIZ DO TZOLKIN

terça-feira, março 15

9ª onda do Calendário Maia

 E HONRANDO A SABEDORIA DO PASSADO Por Célia Fenn
7 de Março de 2011

Assim aqui estamos, no início da 9ª onda do Calendário Maia, que começou no dia 9 de Março e culmina no dia 28 de Outubro. De acordo com os textos da autoridade em Calendário Maia, Carl Calleman, este será o período mais intenso da evolução que o Planeta já viu, e resultará na Terra finalmente alcançando a Consciência Cósmica ou Universal. Isto é o que o Arcanjo Miguel esteve dizendo por algum tempo, e o seminário/canalização que Nós fizemos com Jim Self no dia 21 de Dezembro (Solstício), no ano passado, foi especificamente projetado para ajudar as pessoas a se prepararem para esta mudança para as ondas do tempo Cósmico e Galáctico. Eu sou sempre muito grata ao Arcanjo Miguel por fornecer as informações que precisamos antes do tempo! Neste momento, 9 de Março, nós entraremos em uma fase mais intensa desta energia,como previsto pelos Maias, há muitos séculos. Eu estarei fazendo um seminário gratuito on-line, com o meu amigo Sean Caulfield, no qual explicaremos brevemente a essência do calendário Maia e a 9ª onda, para aqueles que não estejam familiarizados com isto, e então faremos uma ativação com os Guardiões Espirituais para o alinhamento com as energias que chegam de uma forma graciosa que está cheia de amor e livre do medo. É também verdade, que parte do processo que estamos passando neste rápido período de evolução e de mudança, é uma integração da sabedoria dos Antigos e dos povos Indígenas. Como Miguel disse em muitas canalizações, a sabedoria deve ser reintegrada à Consciência Coletiva antes que possamos avançar. Em nossa cultura moderna, perdemos a nossa conexão com a Natureza e com a sabedoria dos Antepassados, e assim estamos aprendendo agora como re-conectarmos e integrarmos isto em nossa percepção de Quem Nós Somos. Isto é necessário e faz parte da “cura” de nosso Ser de regresso à plenitude e à “Unidade”. Mas nesta manhã eu estive lendo algumas informações sobre um determinado professor proeminente que usava as cerimônias e os ensinamentos dos povos Indígenas de maneira que alguns consideram como falta de integridade. Agora, como eu não quero entrar neste debate, ocorre-me que há uma tendência nas pessoas de quererem “integrar” a sabedoria do passado e dos povos indígenas, tornando-se eles de algum modo. Em minhas viagens ao redor do Globo, eu encontrei “Americanos Nativos” no Oriente Médio e “Índios” da América do Sul. O que é que faz com que tantas pessoas queiram abandonar a sua própria cultura e se tornar algo que elas não são? Imaginamos que se vestirmos as roupas, usarmos as penas e tocarmos um tambor, isto, magicamente, nos tornará um poderoso xamã?

De acordo com o meu ponto de vista, acho que isto é um sintoma de nossa desconexão da Natureza. Em nossa cultura consumista não temos idéia de como voltarmos à natureza e a nossa ligação interior com a natureza, e assim “nos apropriamos” das culturas que parecem bem sucedidas. Eu digo “parecem” porque a maior parte destas culturas está tão desorientada e desconectada como o resto de nós, e também procurando se re-conectar ao seu passado e as suas raízes, sejam elas Tibetanas, Lakotas ou Khoi-San, na África. E assim é que muitos são atraídos para se vestirem como os povos Indígenas e com a intenção de terem o que eles têm, ou o que eles tiveram no passado.

Eu devo admitir que isto foi parte do meu desenvolvimento também. Tentei ser “Americana Nativa”, “Índia” e “Africana”, e no processo tenho trabalhado com algumas pessoas maravilhosas e inacreditavelmente dotadas, e fui ensinada por pessoas que eu chamaria de Xamãs. Eu conheço as técnicas Xamânicas e posso usá-las na cura e em cerimônias, mas sei que não sou uma Xamã Indígena. Sou uma pessoa educada no Ocidente, procurando a re-conexão com a minha divindade interior, com o meu poder e com a natureza. E, certamente, é isto que todos nós estamos buscando, não importa a que cultura nós pertençamos.

A essência da busca, parece-me, não é usar as penas e comer os cogumelos, mas encontrar esta profunda conexão interior do seu próprio modo. De uma maneira que ressoe com quem vocês são e com a sua conexão com a Terra. É isto que eu estive ensinando com o Arcanjo Miguel no Seminário intensivo que estou fazendo agora. Certamente há ensinamentos xamânicos que ressoam universalmente, eu acho. Não estou assim tão certa. Quando eu faço eventos e trabalho ao ar livre, gosto de criar um círculo de fogo à noite, ou trabalhar com a roda da medicina como um meio de introduzir as pessoas aos conceitos de honra e de conexão aos elementais. Mas eu tive conhecimento, muito recentemente, da energia um tanto estranha de tentar introduzir um grupo de Trabalhadores Russos à Roda da Medicina em uma floresta de São Petersburgo, a poucos metros de uma igreja de madeira que representava a sabedoria dos antepassados Russos. Fizemos contato com a energia dos Elementais, conseguimos criar uma tempestade que resultou em uma interrupção na produção de energia elétrica na cidade de São Petersburgo! A partir desta aventura eu aprendi a ser mais cuidadosa ao trabalhar com as energias dos elementais que são instáveis, desde que na época dos grandes incêndios na Rússia, as energias elementais estavam em um estado de grande instabilidade.

O que me foi passado mais tarde, é que a conexão com a natureza ressoa mais intensamente quando é feita a partir do interior e de uma forma que honre a natureza no Coração. Trata-se dos valores das tradições Indígenas, respeito pela Natureza e honra por todos os Seres Vivos. Trata-se de aprender a viver juntos em Paz e honrar a todos com quem compartilhamos o Planeta. Neste momento, tornou-se uma necessidade urgente que redescubramos os valores de sustentarmos a Terra para as gerações futuras e não apenas usarmos o que precisamos, sem pensarmos no dano que deixamos para trás em nossa busca por mais. E sim, eu acredito que fazer cerimônias que honrem a natureza, é uma parte importante desta re-conexão. Mas acho também que estas cerimônias deveriam ser aquelas que criamos a partir de nossa própria percepção interna de quem nós somos e como nos relacionamos com a natureza no lugar onde estamos. E elas deveriam integrar quem nós somos e onde estamos com uma percepção do “agora”. Não estamos vivendo na Idade da Pedra ou em Tribos; a maior parte de nós tem que lidar com as complexidades da vida urbana moderna e da organização social, enquanto fazemos o nosso caminho de volta para a “Mãe”... a nossa conexão com a Natureza.

Certamente, a Luz de Shekinah que esteve chegando ao nosso Planeta em uma intensidade crescente no ano passado, nos aproximará do Feminino Divino interior e ajudará em nossa jornada ao interior do “ser” que é a Chama Divina do Amor e da Verdade. É dentro de cada um de nós que podemos encontrar esta re-conexão interior, no espaço do Amor e do Coração. Na verdade, este é o único espaço em que o encontraremos e ao aceitarmos quem nós somos e por que estamos aqui.

Para honrarmos os Indígenas, devemos saber que somos aqueles pelos quais estivemos esperando. E que escolhemos nascer onde nascemos e nos grupos sociais a que pertencemos. A fim de conhecermos o Ser, devemos primeiro compreender quem nós somos e por que estamos aqui. Isto é difícil para a maior parte de nós se estamos com nossa auto-estima rebaixada. É mais fácil vestir uma fantasia Romântica com a intenção de sermos outra pessoa, em outra cultura. Mas, cedo ou tarde, precisaremos voltar para casa, para nós mesmos e sermos nós mesmos. E então... descobriremos que somos Todas as Coisas e que estamos conectados a Todas as Coisas.

Somos Tudo o que Precisamos Ser. Aqui e Agora.



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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

© 20011 Celia Fenn e Starchild Global

http://www.starchildascension.org/

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Luz de Gaia

sábado, março 12

CALENDARIO MAIA

O calendário Maia ratifica conhecimentos das escolas iniciáticas da India, China, Japão, Egito, Cabala, etc. Segundo a Profecia Maia, há na Terra hoje em dia seres provenientes de 4 origens estelares, ou Castelos, formando as raças que deram origem  á humanidade.
Vieram de Sírios, Órion, Arcturos, Plêiades. Seus conhecimentos deveriam ser patrimônio de todos nós.  O Pensamento, o Sentimento, o Instinto, a Sensação. Nosso maior desafio é equilibrar as 4 funções. Mesmo quando bem sucedidos a função antagônica é nosso maior desafio.  Temos recebidos exilados de Marte e Maldek, que hoje forma nosso cinturão de asteróides, destruído por seus habitantes. Alguns desses espíritos hoje fazem parte de movimentos pacifistas, outros, criam armas destrutivas, fazem experiências genéticas em busca de poder. A 5ª Força Galáctica obedecendo ordens implantou a vida no sistema solar que os Maias chamam de KINICH AHAU.
O Calendário Maia sintoniza o ritmo biológico do corpo com os grandes ritmos cósmicos.
A primeira leva dos Maias galácticos chegou á América Central por volta de 550 a.C., se misturou com os Olmecas, o povo que descobriu a borracha, criou a bola e o jogo de bola. Sua religião surgiu de uma cultura xamânica baseada no Nagual ou espírito do Jaguar. Seus sacerdotes são chamados de Balam ou Jaguar. Usavam o cogumelo TEONANACATL ou carne dos deuses. Atribuiram sua origem à Tulan, denominação e 4 direções diferentes, indicada também como seu ponto de origem estelar. Introduziram o sistema de notação matemática de barra e ponto e o calendário.
O Calendário da Lua, ou TUN-UC é composto de 13 luas ou meses de 28 dias = 364 dias ou kins + um dia verde ou Dia do Perdão, para reestabelecermos a harmonia com quem possamos ter ofendido. Assim o ano Maia, combinando com o TUN-UC, com o TZOLKIN e o HAAB, totaliza 365 dias ou kins, onde se repetem infidavelmente.
O diretório de arquivos do  Projeto CMAIA está disponível no seguinte
link:



quarta-feira, março 2

TZOLKIN

O Tzolkin é o calendário mais importante dos Maias. Ele possui 260 kins ou dias, mas não é contado em meses e dias da maneira a qual estamos acostumados no Calendário Gregoriano. O Tzolkin é composto por duas partes: um número e um glifo. O número varia de 1 a 13, e o glifo de 1 a 20. A combinação desses 13 números e 20 glifos totalizam os 260 kins diferentes. (13x20=260).

Os glifos recebem nomes e significados especiais, a saber:

1)Imix (Crocodilo)
2)Ik (Vento)
3)Akbal (Noite)
4)Kan (Milho ou Semente)
5)Chicchan (Serpente)
6)Cimi (Morte)
7)Manik (Veado)
8)Lamat (Vênus)
9)Muluc (Água)
10)Oc (Cachorro)
11)Chuen (Macaco)
12)Eb (Erva, Chuva)
13)Ben (Junco)
14)Ix (Jaguar)
15)Men (Águia)
16)Cib (Coruja, Cêra)
17)Caban (Terra)
18)Etznab (Faca)
19)Cauac (Tempestade)
20)Ahau (Sol o
u Senhor)

quinta-feira, junho 12

CALENDÁRIO

Os Maias possuíam um complexo sistema de contagem de tempo, considerado ò mais perfeito dos calendários já criados pelo ser humano. Em comparação com os utilizados pelos Ocidentais, é o que mais se aproxima do cálculo astronômico de duração do ano, conforme tabela abaixo:

Calendário Juliano (até 04.10.1582) 365,250000 dias

Calendário Gregoriano (após 15.10.1852) 365,242500 dias

Calendário Maia 365,242129 dias

Calendário Astronômico 365,242198 dias

Aprofundando-se os cálculos astronômicos e matemáticos, chegou-se ao número mais perfeito de duração do ano solar, consolidado pela inclusão de um mês suplementar de 13 dias a cada 52 anos, e complementado com a exclusão de 25 dias a cada 3172 anos, chegando-se quase à exatidão com o ano astronômico, tendo o Calendário Maia, nesse período de 3172 anos, 5 horas e 25 minutos, a menos que o Calendário Astronômico, o que significa um atraso anual de meros 6,16 segundos.

Para se chegar a essa perfeição, possuíam dois Calendários, de uso constante e simultâneo:

a)- TZOLKIN, um Calendário composto de 20 meses de 13 dias cada, e utilizado para demarcar festividades religiosas

b)- HAAB, de uso, podemos dizer, profano, composto de 18 meses de 20 dias cada, e, complementando o ano de 365 dias, um décimo nono mês, de nome UAYEB, e que tem apenas 5 dias

Esses dois calendários completavam um ciclo a cada 18980 dias, onde 52 anos HAAB correspondem a 73 anos TZOLKIN.

Como foi citado acima, o TZOLKIN era um calendário de uso religioso, e, portanto, só indicava dados exclusivamente religiosos, fazendo-se necessária a utilização de um outro calendário, que daria indicações outras, principalmente para a agricultura, na determinação de estações climáticas e épocas de colheita.

Os dois calendários não eram dissociados, havendo, na descrição de uma data, a combinação das duas informações. Essa associação dos dois calendários é conhecida, nos meios acadêmicos, como Calendar Round (Volta do Calendário), fechando seu ciclo a cada 18980 dias, ou 52 anos solares.

As datas no TZOLKIN só se repetem a cada 260 dias, e, no HAAB, só a cada 365 dias, mas, uma data combinada, utilizando os dois calendários, só tornará a se repetir após terminado o ciclo, ou seja, 52 anos depois.
No HAAB, a sucessão de dias e meses segue a sequência normal, tal e qual o Calendário Gregoriano . Já no TZOLKIN, cada dia tem um número e um nome, que só volta a se repetir após encerrado seu ciclo de 260 dias. São numerados de 1 a 13, e associados aos vinte nomes de meses, conforme Tabela 2, até fechar o ciclo de 260 dias.


fonte:
http://paginas.terra.com.br/arte/academia/maias.htm