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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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sexta-feira, dezembro 30

10 simpatias para o Réveillon 2017


O final do ano está chegando e uma das datas mais esperadas dessa época com certeza é o Réveillon. É na noite do dia 31 de dezembro que aproveitamos para fazer nossos pedidos e nossos votos de um ano melhor, mas não só isso, há quem adora fazer simpatias para que o ano que se inicie, seja ainda melhor do que esse que está acabando. Por isso trouxemos 10 simpatias para reveillon 2017 para quem deseja fazer pedir algo em especial.

10 simpatias para o Réveillon 2017

Para você que gosta de fazer simpatias para começar o ano novo, separamos algumas que você poderá estar fazendo para atrair algo que deseja. Confira:

1- Para ter dinheiro


“Pegue a tampa da garrafa de champagne que tenha feito mais barulho na hora de abrir e guarde em um lugar que ninguém vai achar. Isso também atrai dinheiro. Para garantir dinheiro em todos os meses do ano, coma doze uvas verdes, à meia-noite do Ano Novo. No Dia de Reis, 6 de janeiro, coloque três caroços de romã dentro da carteira para garantir que ela nunca fique vazia.”

2- Para melhorar a vida sexual


“Na noite do dia 31 de dezembro, pegue a fita vermelha e amarre-a no meio do sutiã, entre os seios. No dia 1° de janeiro, pegue as pimentas malaguetas, coloque em um papel branco e amarre o embrulho com a mesma fita vermelha. Agora, é só enterrar em um jardim ou canteiro pedindo que o sexo fique mais caliente.”

3- Para emagrecer


“No primeiro dia do ano, pegue a batata e faça um furo para cada peso que você quer eliminar. Se quiser emagrecer oito quilos, faça oito furos e dentro de cada um deles coloque um caroço de feijão. Depois é só enterrar a batata no quintal.”

4- Para arrumar um novo emprego


“No dia 1° de janeiro escreva seu nome completo em um papel branco. Depois, coloque o papel com seu nome dentro do copo e acrescente uma colher de açúcar ou de mel. Encha o copo com água e coloque num lugar alto por uma semana. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria todos os dias em frente ao copo. Assim que você arrumar o emprego, tome um banho com a água do copo. O banho deverá ser feito do pescoço para baixo. Jogue o copo fora.”

5- Para nunca faltar dinheiro


“Exatamente a meia-noite do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro, molhe o lenço e coloque-o para secar. Antes do nascer do sol , pegue o lenço e coloque dentro dele algumas moedinhas. Abra o embrulho somente na meia-noite do próximo 31 de dezembro. Depois disso, nunca mais você vai ficar sem dinheiro. “

6- Para Atrair Prosperidade


“Na noite do dia 31 escreva três pedidos em três pedaços de papel branco e dobre. Acenda as três velas no prato branco e virgem e coloque um pedido ao lado de cada vela. Dizem que os pedidos só serão realizados se as velas queimarem até o fim. Ou seja, se a vela correspondente ao pedido apagar pode desistir. Outra coisa que ajuda é colocar os ramos de trigo e a sopa de lentilha na mesa da ceia de réveillon. Quando der meia-noite, coma três colheradas da sopa e para cada uma delas mentalize um pedido, que pode ser o mesmo que está no papel.”

7- Para ser feliz no amor


“Pegue o seu parceiro (a) e à meia-noite do dia 31 de dezembro coloquem duas cadeiras uma de costas para a outra. Sentem-se e depois cada um deve falar um desejo em voz alta. Depois, mude a cadeira em sentido horário e troquem de lugar. Agora, o outro é que faz um pedido. Repita a ação até que cada um tenha feito seis pedidos. Os desejos tem que estar ligados a felicidade do casal.”

8- Para ter sorte na vida


“Antes da meia-noite sirva coloque quatro pratos sobre a toalha branca com uma maçã em cada prato ­ uma para você e uma para cada rei mago. Coma a sua e no dia seguinte, dê uma nota e uma das maçãs dos reis a uma criança e outra nota e as duas maçãs restantes a um mendigo. A terceira nota vai para a caixa de esmolas de uma igreja e a quarta e última você vai guardar até o final do ano e depois jogue fora. A partir de 6 de janeiro, que é Dia de Reis, vai acontecer algumas mudanças na sua vida e você terá sorte o ano inteiro.”

9- Para atrair Harmonia familiar


“No dia 1º, pegue um vaso virgem (deve ser branco, de porcelana ou de vidro). Encha-o de água e deposite seis moedas, uma cebolinha e três rosas brancas. A cada sete dias, troque tudo. Um bom dia para fazer isso é na sexta-feira.  Lembre-se: as moedas devem ser sempre as mesmas. Parta uma maçã em quatro partes. Numa panela, coloque para ferver a fruta, três raminhos de canela, três cravos-da-índia, um punhado de erva-doce e uma colher de café de mel. Deixe esfriar e coe. Jogue do pescoço para baixo. Repita este banho nos sete dias da lua crescente ou cheia.”

10- Para ter e conquistar uma grande paixão no ano novo


“Quem está em busca de uma grande paixão, daquelas de tirar o fôlego, deve usar uma roupa íntima vermelha na noite de réveillon. Se não for possível, apenas uma fitinha desta cor no bolso serve. Simples, folclore? Faça o teste e colha os resultados, afinal, quem nunca virou o ano com roupa íntima vermelha?”

fonte: http://reveillon.net.br/10-simpatias-para-o-reveillon-2017.html

quarta-feira, fevereiro 29

QUARESMA E PÁSCOA



QUARESMA E PÁSCOA
(material de pesquisa antiga da internet; provável adaptação de Texto da Pax)

A Páscoa, juntamente com os festivais de Wesak e Asala, e o Natal, constituem as datas mais importantes do ano para os Seres da Grande Fraternidade Branca Universal.
A Páscoa é comemorada no domingo da lua cheia de áries . Páscoa, como você deve saber, é renascimento, ressurreição das energias antigas e limitadas, dos problemas e sofrimentos e, nesse processo, traz para nós a conexão com a passagem de Mestre Jesus na Terra.
Mas, antes da Páscoa, temos a Quaresma, que é o momento de preparação para a Páscoa. Quaresma é o tempo de introspecção, de vigília, de confronto com os nossos receios, limites e medos para que possamos transmutá-los.
Quaresma também é a época que o Plano Espiritual permite aos espíritos que ainda não atingiram a evolução estarem mais próximos da órbita terrestre. Portanto, vigie seus pensamentos e não se deixe envolver pela egrégora de depressão e problemas que algumas pessoas projetam nestes dias.
Durante 40 dias, Jesus jejuou e sozinho também confrontou-se com o seu Eu Inferior, com o seu Ego. Na Bíblia está escrito que neste período em que Jesus esteve sozinho jejuando, o “demônio” se apresentou e disse: “se tu és o Filho de Deus, converte estas pedras em pão.”. A explicação disso nós encontramos no Curso em Milagres , em cujas energias entendemos que a personificação do demônio só existe para aqueles que acreditam no limite do ego. Com essa explicação, é possível compreender que temos várias energias em nossas mentes e que a mente racional é pautada pelo poder do ego, pelo poder dos nossos vários “eus”: o racional, o inconsciente, o subconsciente, e também da nossa mente supra-consciente.
É cada vez mais importante saber vibrar em sintonia com nossa mente supra-consciente, com a nossa Mente Crística, aquela que é a morada do Espírito Santo em nós e, portanto, eu proponho a você que aproveite a Quaresma para fazer a lição de casa:
Y Vigiar o ego e transmutá-lo em Luz e Amor;
Y Adequar a sintonia do pensamento com o que você sente e pautar as suas ações na esfera da sua própria verdade;
Y Ser “leve” com você mesmo, sem auto-punição ou pensamentos destrutivos.
Quanto mais amor e harmonia estivermos irradiando ao nosso redor, mais rapidamente estaremos atraindo estas energias para nós, pois somos ímãs.

portal arco-iris

sexta-feira, fevereiro 24

A PÁSCOA CRISTÃ - A Quaresma

Quaresma é o termo empregado para designar, no ritual das igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, o período de preparação penitencial para o domingo de Páscoa, a partir da quarta-feira de Cinzas. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.

Por volta do século 7, compreendia quarenta dias de jejum (os domingos são excluídos), numa alusão ao jejum de Cristo no deserto. Era permitida apenas uma refeição por dia, com abstinência total de carne - inclusive de peixe, ovos e manteiga. A rigidez na prática dos ritos quaresmais é mantida em parte nas igrejas orientais, para as quais o período se inicia oito semanas antes da Páscoa, sendo excluídos do jejum os sábados e os domingos. Ao final, os fiéis devem estar prontos para celebrar o mistério da ressurreição e a vitória de Cristo sobre o sofrimento e a morte, no domingo de Páscoa.

A quarta-feira de Cinzas é assim chamada porque o sacerdote usa a cinza obtida com a queima das palmas bentas no domingo de Ramos do ano anterior para dar início ao ritual que precede a missa na liturgia do dia. Faz ,então, com a cinza o sinal da cruz na testa dos fiéis e na cabeça dos sacerdotes, enquanto repete as palavras que Deus disse a Adão: "Pois tu és pó e ao pó tornarás" (Gn 3:19), ou "Convertei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1:15). é É um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante a Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia).

Origens

A origem da Quaresma está no Antigo Testamento e tem no jejum o elemento principal: Moisés permaneceu quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai sem comer e sem beber; para preparar seu encontro com Iavé; Elias fez apenas uma refeição quando jejuou no mesmo monte Sinai, também durante quarenta dias, e, finalmente, Jesus jejuou no deserto durante quarenta dias e quarenta noites antes de iniciar sua pregação. Segundo santo Irineu, o jejum dos primeiros cristãos era curto mas severo: nada se devia comer durante quarenta horas, desde a tarde de quinta-feira santa até o domingo de Páscoa.

Na igreja primitiva, o jejum era uma prática que precedia as grandes solenidades e servia tanto para a preparação dos catecúmenos, ou candidatos ao batismo, como para os penitentes públicos, desejosos do perdão divino e da re-incorporação à comunidade eclesial; no século 3 jejuava-se durante toda a semana santa.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos já preparavam a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. A primeira referência explícita sobre a preparação religiosa de quarenta dias, porém, só foi feita no Concílio de Nicéia, no ano 325, e consolidou-se apenas no século 7. No Ocidente, as regras desapareceram gradualmente e, em algumas ocasiões, foram eliminadas, como aconteceu durante a segunda guerra mundial. A Igreja Católica acabou por abolir a rigidez das práticas anteriores pela constituição apostólica Paenitemini, de 1966, e restringiu a obrigatoriedade do jejum à quarta-feira de Cinzas e à sexta-feira Santa, embora tenha sido mantida a ênfase nas práticas penitenciais.

A cor litúrgica da Quaresma é o roxo, que significa luto e penitência. Até poucas décadas atrás, e em alguns lugares o costume permanece, todas as cruzes, quadros e imagens sacras das igrejas eram cobertas com um pano roxo a partir da Quarta-feira de Cinzas. O costume, também, estendia-se às casas dos fiéis e, normalmente, iniciava no quinto Domingo da Quaresma ou no Primeiro Domingo da Paixão (muitos, ainda, cobriam espelhos e janelas). As cruzes ficam cobertas até o final da liturgia da Sexta–feira Santa, os quadros e demais imagens até a celebração da Páscoa.

O sentido profundo desse ato de cobrir as imagens sacras, fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Cristo Nosso Senhor, levando os fiéis a refletir, ao contemplar esses objetos sagrados cobertos do roxo, que simboliza a tristeza, a dor e a penitência. O ápice do despojamento ocorre após a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa, quando retiram-se as toalhas do altar. A cruz coberta lembra-nos a humilhação de N. Senhor Jesus Cristo, que teve de ocultar-se para não ser apedrejado pelos judeus, como nos relata o Evangelho segundo São João: “Os judeus pegaram pela segunda vez em pedras para o apedrejar. Disse-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte de meu Pai. Por qual dessas obras me apedrejais? (...). Procuraram então prendê-lo, mas ele se esquivou das suas mãos. Ele se retirou novamente para além do Jordão, para o lugar onde João começara a batizar, e lá permaneceu.” (Jo 10, 31-32.39-40) O sentimento de cobrir as imagens sacras fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Jesus Cristo.




SÍMBOLOS DA QUARESMA


AS CINZAS: Representam a consciência de nossa pequenez diante de Deus. Isto nos leva a assumir uma atitude de maior humildade e arrependimento por certas atitudes orgulhosas. “Sou bem atrevido em falar do meu Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn.18,27). No dia de Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis são marcados na testa com as cinzas em forma de cruz ou a recebem um pouco sobre as suas cabeças.

O DESERTO: É um lugar árido e com pouca vegetação, portanto, lugar de jejum. Para receber a Lei, Moisés passou quarenta dias sem comer e sem beber na Montanha do Sinai (Ex 24,12-18:34) Também Elias viveu a dureza do deserto, onde, pela comida e bebida misteriosa, volta ao seu caminho (Rs 19,3-8). Na Bíblia, a permanência no deserto é um tempo de oração intensa, como também de sofrimento e reflexão. Cristo ficou 40 dias no deserto se preparando para o ministério público. Muitas vezes resistimos a esses espaços de silêncio e solidão porque temos medo de nos encontrar mais profundamente conosco mesmo e com Deus. O “DESERTO” requer coragem dos humildes, dos que não têm medo de voltar a recomeçar.
“Somos convidados a percorrer o caminho da cruz para com Jesus, passarmos à vida nova.”

O JEJUM: Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: parar de usar bebida alcoólica e o dinheiro reverter a necessitados etc . “Acaso o jejum que eu prefiro não será isto: acabar com a opressão qual canga que se solta; deixar livres os oprimidos, acabar com toda espécie de imposição? Não será repartir a tua comida com quem tem fome? Hospedar na tua casa os pobres sem destino? Vestir roupa naquele que encontras nu e jamais tentar te esconder do pobre teu irmão?” (Is 58,6-7).

domingo, fevereiro 12

GRAAL Cálice Sagrado



LENDA
Antecedendo à criação do homem, houve uma grande batalha no céu. O Arcanjo Miguel e seus anjos guerrearam contra Lúcifer. O adversário e seus anjos combateram ferozmente, diz a Bíblia: “todavia não venceram, nem acharam mais seu lugar no céu. E a antiga serpente, o Grande Dragão chamado de demônio ou satanás, foi expulso de lá, sendo atirado para a terra com seus anjos”.
Diz a lenda que Lúcifer trazia uma pedra colada na testa, uma esmeralda que funcionava como um terceiro olho. Quando Lúcifer foi atirado pelo Arcanjo Miguel à terra, a esmeralda partiu-se e sua visão ficou prejudicada. Um pedaço permaneceu em sua testa dando-lhe uma visão distorcida de sua situação como anjo caído; o outro fragmento foi guardado pelos anjos, e somente mais tarde foi esculpido, tornando-se um Graal e levado depois por Arimatéia, da Palestina para a Grã-Bretanha.
A lenda do Santo Graal se encontra em livros da cavalaria medieval e em muitas literaturas da Europa.
Para que tenhamos um melhor entendimento, o Graal é uma relíquia, ou seja, o resto mortal de algum santo.
Jesus Cristo teve contacto com a coluna em que foi torturado, o sudário, a lança de Longino, os pregos e a coroa de espinhos.
Tudo isto foi encontrado, catalogado, registrado. E o Graal? Acreditamos que por ser uma relíquia sagrada, pelos poderes que afirmam ter, inclusive de que nele flui um líquido prodigioso, que dá forças e juventude perene a quem o beba, justifica esta busca incansável.
Muito tempo após Arimatéia ter levado o vaso sagrado da Palestina para Grã-Betanha é que começa então a desenrolar a história da Távola Redonda, nome dado à mesa em que o lendário rei Artur reunia seus doze cavaleiros, com o objetivo principal de encontrar o Graal, o qual foi aparecer em sua corte, achado por Merlin, o feiticeiro, que por sua vez passou ao cavaleiro Persival, o qual desapareceu tão misteriosamente como surgiu.
Outros personagens lendários medievais, como Tristão, Lonhengrin ou o Cavaleiro do Cisne, Lancelot do Lago e Galaad teriam participado efetivamente neste trabalho.
O QUE É O SANTO GRAAL
Graal, em português antigo, significa cálice, taça ou vaso.
É o cálice que Jesus usou na última ceia e que depois serviu de recipiente para recolher seu sangue na cruz; e também serviu para instituir a eucaristia.
O cálice, da mesma forma que o coração, desempenha um papel importante nas tradições antigas. Nos hieróglifos sagrados egípcios, o coração é figurado pelo emblema de um vaso. Tal simbolismo ocorreu também entre os celtas, que se referiam ao Graal como um caldeirão, mas sofreu adulterações de caráter folclórico antes de ser cristianizada.
Os recipientes, como a taça, o caldeirão e os vasos, são símbolos da matriz da vida. É no vazio que acontece o ciclo permanente de nascimento, morte e renascimento.
Muitas vezes o Graal foi descrito não como um cálice, mas como uma pedra. Neste sentido o símbolo é profundamente alquímico, ou seja, a conciliação dos opostos mediante a harmonia entre o céu e a terra. A etimologia da palavra Graal é controvertida. Costuma-se considerá-la como oriunda do latim “ gradais” - cálice. Outros dizem que vem de outra palavra latina – “graduale” que significa “gradual” , um livro de orações e cânticos místicos.
O símbolo do cálice sagrado, enquanto motivo de poder e fonte de milagres, é tão antigo quanto a História. A Taça Sacra teve múltiplos precursores e apareceu sob variadas formas antes de ter sido identificada com o ritual usado na missa católica.

ONDE SE ENCONTRA O GRAAL FÍSICO, ATUALMENTE

Há a versão de que se encontra em poder da Ordem dos Templários; mas nossa opinião é de que Ele esteja na Espanha, pois uma tradição antiqüíssima afirma ter sido o mesmo levado à Península Ibérica por Tritured, rei da Capadócia, que fundou em Mensalvat, nas montanhas da Galícia, um mosteiro para a guarda da relíquia sagrada. De fato, na sala capitular da catedral de Valência conserva-se um cálice, lavrado em ágata, que dizem ter sido enviado de Roma à Espanha, ao tempo da perseguição de Valeriano, pelo mártir São Lourenço.
Atualmente, existem inúmeras Ordens que estudam e cultuam o Graal; citamos as seguintes:
Ordem Sagrada do Templo e do Graal
Na luz da verdade (Abdruschin)
e outras

SANTO GRAAL MÍSTICO

Todos nós possuímos o Graal Místico, mesmo em estado embrionário, composto de matéria de níveis sutis de consciência, o qual é representado pelo nosso coração espiritual.
O Graal Místico, em condição latente, torna-se completo, desenvolvido, quando ativamos totalmente os chakras cardíaco e coronário; e a partir de então se apresenta em forma de um grande cálice, de onde as doze pétalas douradas do chakra cardíaco desperto formam sua base; a parte superior da taça é representada pelo nosso chakra coronário desperto, com suas mil pétalas ou raios; as coroas usadas por reis e rainhas são como míseras réplicas físicas ou símbolos da incrível resplandecência do Santo Graal Místico!
Ele, o Santo Graal Místico, totalmente ativado, é o centro da iluminação, do amor divino e da unicidade em tudo.
Além de ser o receptáculo de onde “beberemos” energias divinas, é uma janela para o Infinito!
Texto cedido pelo amigo O jardineiro

terça-feira, dezembro 13

SIMBOLOS NATALINOS


PRESÉPIO - ÁRVORE DE NATAL
ENFEITES DE NATAL:
(Sinos, velas, estrelas, bolas coloridas, pinhas, meias)
CARTÕES DE NATAL - CEIA DE NATAL
MISSA DO GALO - PAPAI NOEL
PRESENTES - REIS MAGOS: OURO-INCENSO-MIRRA


PRESÉPIO

A tradição do presépio começou no século XIII, quando São Francisco de Assis, instalou, dentro de uma gruta, um presépio onde colocou uma imagem do Menino Jesus, e ao lado um boi e um jumento vivos. Neste cenário celebrou-se a missa de Natal de 1223. O sucesso foi tão grande que o costume de montar presépios, usando pequenas figuras, se espalhou rapidamente pela Itália e por toda a Europa. No Brasil entrou por iniciativa do frade franciscano Gaspar de Santo Agostinho.


ARVORE DE NATAL

A origem da Árvore de Natal se remonta a um ou dois milênios antes de Cristo. Naquele tempo muitos povos indo-europeus que estavam se espalhando pela Europa e pela Ásia, cultuavam as árvores como a expressão das forças fecundantes da natureza. Inicialmente o "roble" (carvalho) era considerado a árvore-rei. Como no inverno perdia as folhas, seus galhos eram cobertos de adornos para compensar esta perda. Segundo uma lenda, no século VIII, quando um "roble" "sagrado" venerado pelos pagãos caiu sobre um abeto que, apesar do golpe, ficou de pé, este foi proclamado a "Árvore do Menino Jesus". Tomou-se sua forma triangular como símbolo da Santíssima Trindade. Mas, a atual árvore de Natal se originou na Alemanha por volta do século XVI. Só no século XIX começou a espalhar-se pela Europa e depois pelo resto do mundo. A ornamentação da Árvore de Natal tem seu precedente nos antigos adornos do '"roble".


ENFEITES DE NATAL:

SINOS

Os sinos são símbolos de júbilo e alegria pelas festas de Natal. Com elas se enfeita não só a árvore de Natal, mas também as portas das casas, etc. Várias canções de Natal falam dos sinos como manifestação desta alegria natalina.

VELAS

As velas, agora substituídas por lâmpadas e pisca-piscas, são um importante símbolo do Nascimento de Jesus, que é a Luz do Mundo. Uma vela acessa simboliza não apenas a Luz de Cristo, mas também a luz que cada um deve projetar na sua própria vida e nas dos demais. Simbolizam também a purificação. As velas estão muitas vezes adornadas com fitas, desenhos, etc. Alguns comentadores chegam ao ponto de dar a cada cor um simbolismo especial. Assim:

Velas vermelhas: representam Isaías, o profeta da vinda de Jesus.

Velas azuis: representam João Batista, precursor do Messias.

Velas rosas: representam a Mãe de Jesus.

Velas Amarelas: representam a realeza de Jesus.

ESTRELAS

As estrelas que costumam ornamentar a Árvore de Natal tem sua origem na Estrela que orientou os Reis Magos a caminho de Belém. Ao mesmo tempo recordam as estrelas que brilhavam na noite em que Jesus nasceu.

BOLAS COLORIDAS

Antigamente eram maçãs as que ornamentavam a Árvore de Natal, substituídas pouco a pouco, a partir do século XVIII, por bolas coloridas. São símbolos da abundância e das boas obras.

PINHAS

As pinhas, onde estão ocultas as sementes do pinheiro, simbolizam a imortalidade.

MEIAS

Em Patras, cidade onde nasceu São Nicolau, havia três irmãs cujo pai estava arruinado. Por isso elas não tinham dote para se casar. O pai, então, muito contristado, decidiu, segundo o costume da época, vendê-las à medida que chegava a idade de casá-las. Quando ia ser vendida a primeira, São Nicolau ficou sabendo do que acontecia e, de noite, aproximou-se às escondidas da janela da cozinha da casa das irmãs, abriu-a, e vendo uma meia pendurada a secar junto à lareira sob a chaminé, jogou dentro uma bolsa cheia de moedas de ouro. A mesma coisa fez com a segunda irmã. O pai, admirado, quis descobrir o que estava acontecendo, e, quando chegou a vez da terceira irmã, ficou espiando durante toda a noite. Dessa maneira reconheceu o bispo Nicolau e contou a todo o mundo a sua generosidade. Esta lenda deu origem à sua fama de distribuidor de presentes e às meias como lugar de recebê-los.


CARTÕES DE NATAL

A origem dos Cartões de Natal se deve a um jornal de Barcelona que, em 1831, inaugurou o uso da litografia no jornal, imprimindo um cartão para desejar um Feliz Natal a seus leitores. Este costume espalhou-se com rapidez, usando litografias onde se deixava um espaço para escrever algumas palavras. Em 1870, a introdução da cor em esta técnica revolucionou este tipo de Cartão de Natal. Por outro lado costuma atribuir-se ao inglês Henry Cole a confecção do primeiro cartão, em 1843, 12 anos depois do jornal espanhol, com os dizeres: Feliz Natal e próspero ano novo".


CEIA DE NATAL

A ceia de Natal é uma maneira de celebrar em família o Natal. Como na Europa o Natal cai no inverno, o frio e a neve convidavam também a uma celebração natalina ao aconchego do lar. O Natal sempre teve um sentido muito familiar.


A MISSA DO GALO

Este é o nome com que se conhece a missa de Natal celebrada à meia noite do dia 24 para o 25. Segundo uma tradição popular, foi o galo que anunciou ao mundo o nascimento de Jesus. O costume de anunciar o nascimento dentro das igrejas com o canto do galo, real ou imitado, durou muitos séculos. Esta missa surgiu no século V e era uma celebração jubilosa.


PRESENTES

Os primeiros a receberem presentes de Natal foram os servidores públicos, carteiros, guardas, lixeiros, etc., como um agradecimento das pessoas pelos serviços prestados. Pouco a pouco, este costume foi estendendo-se às outras pessoas a quem se desejava um Feliz Natal, acrescentando algum presente. As crianças também começaram a receber brinquedos como presente de Natal, em geral como prêmio ao seu bom comportamento durante o ano. Os presentes de Natal se converteram num dos aspectos mais populares destas festas, afastando-se muitas vezes do sentido religioso do Natal. Segundo a tradição de cada país, os presentes são trazidos pelo próprio Menino Jesus, pelos Reis Magos, por São Nicolau, por Santa Claus, por Papai Noel...


OS REIS MAGOS

Ainda que sua festa só se celebra no início de janeiro, tem uma relação muito forte com o Natal. Os chamados Reis Magos, eram inicialmente representados como dois, quatro ou seis personagens, que eram apenas "magos". A partir do século IV prevaleceu o número de três e somente no século VI aparece o título de "reis". No século XVI surgiram as características raciais, identificando-os com os filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, que, após o dilúvio povoaram toda a terra. Assim Baltasar, negro, representa a África. Melquior, branco, a Europa, e Gaspar, a Ásia.

Os Reis Magos que levaram seus presentes, OURO, INCENSO e MIRRA, ao Menino Jesus, se tornaram posteriormente também portadores de presentes, em geral limitados a necessidades da vida quotidiana, como alimentos, guloseimas, etc. Só no século XIX, os Reis Magos se tornaram distribuidores de presentes às crianças.

OURO

O ouro, considerado um "metal nobre", desde os tempos mais antigos, simboliza a realeza: poder, majestade, riqueza...
- Oferecendo OURO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Realeza. Esta Realeza, unida à sua Divindade (veja mais adiante "INCENSO"), recorda o Reino de Deus que Ele anunciaria durante os três anos de sua vida pública...

INCENSO

O incenso é uma resina produzida por algumas árvores orientais. Pura ou misturada com outras resinas ou produtos aromáticos, era queimada enchendo o ambiente de agradável aroma. Seu uso era freqüente como símbolo de adoração a Deus e das orações que, como a fumaça do incenso, subiam aos céus. Mas também era usado como purificador de espaços fechados, como é o caso do antigo e famoso "Botafumeiro" da Catedral de Santiago de Compostela (Espanha).
- Oferecendo INCENSO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Divindade e o adoravam...

MIRRA

Como o incenso, a mirra é uma resina. Ela é produzida por uma espécie de espinheiro. É amarga e produz a quem a consume, efeito anestesiante. O evangelista Marcos (15,23) conta que os soldados que crucificaram Jesus, ofereceram-lhe vinho misturado com mirra... Mesmo que às vezes é apresentada como símbolo da imortalidade, porque era usada para embalsamar os corpos, simboliza o ser humano, sua fragilidade, seu sofrimento, suas dores, suas amarguras, etc... Enfim, a vida mortal tal como ela é...
- Oferecendo MIRRA ao Menino Jesus, os Magos reconheciam nele o Deus-Homem, que, como ser humano, estava sujeito a todas as contingências humanas...

fonte: http://www.muraljoia.com.br/02csimbolnatal.htm

portal arco-iris

domingo, outubro 30

DIA DOS MORTOS NO MÉXICO - Patrimônio da Humanidade pela UNESCO


No México o dia dos mortos é uma celebração transformada em festa, risos, música e alegria. 

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.
As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.
O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.
É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. (...)
Na cultura Joao vitor lopesana, La Catrina, popularizada por José Guadalupe Posada, é um esqueleto de uma dama da alta sociedade. É uma das figuras mais populares da Festa do dia dos mortos no México.

TRANSFORMAÇÃO DO RITUAL

Quando os espanhóis chegaram à América no século XVI, se aterrorizaram com esta prática, e no intento de converter os nativos, fizeram as festividades coincidirem com as festividades católicas do Dia de Todos os Santos e o Dia dos Fiéis Defuntos. Os espanhóis combinaram seus costumes com o festival centro-americano criando um sincretismo religioso que deu lugar ao atual Dia dos Mortos.
Um dos estados mexicanos que mais representam este sucesso é Michoacán.

CARACTERÍSTICAS

Nas festividades, encontra-se aspectos oriundos tanto dos antigos habitantes centro-americanos, como também, características modernas, adquiridas do contato com a cultura dos colonizadores.





PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE



Em cerimônia realizada em Paris, França em 7 de novembro de 2003, a UNESCO distinguiu a festividade indígena do Dia dos Mortos como Obra Mestra do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade. A distinção por considerar a UNESCO que esta festividade é[:
"... uma das representações mais relevantes do patrimônio vivo do México e do mundo, e como uma das expressões culturais mais antigas e de maior força entre os grupos indígenas do país".
Além disso, no documento se destaca:
"Esse encontro anual entre as pessoas que celebram e seus antepassados, desempenha uma função social que recorda o lugar do indivíduo no seio do grupo e contribui na afirmação da identidade..."
Além de:
"...embora a tradição não esteja formalmente ameaçada, sua dimensão estética e cultural deve ser preservada do crescente número de expressões não indígenas e de caráter comercial que tendem a afetar seu conteúdo imaterial".




FONTE: WIKIPÉDIA
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fotos do dia dos mortos no México
http://www.diademuertos.com/