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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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quarta-feira, setembro 14

PROFECIAS DOS ÍNDIOS HOPI


PROFECIAS DOS ÍNDIOS HOPI

Os Hopi são uma nação nativo americana dos Estados Unidos da América que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, com 1,5 milhões de acres (6 000 km²), que está rodeada pela reserva Navajo. Alguns Hopi vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no oeste do Arizona.
Este povo continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado que a maioria dos outros nativos americanos. A religião dos Hopi é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra. Possuem uma cosmogonia que em tudo se assemelha a concepções que parecem repetir-se por todo o planeta, fato indicativo de que, de algum modo, toda a Humanidade recebeu as suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido ao longo do tempo pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.
Os Hopi também acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando esta tradição que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções – seja planeta, asteróide ou cometa – produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. Este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de uma punição, de um Karma negativo a ser resgatado, prevendo que uma estrela azul virá coroar uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: irá acontecer uma guerra e esta será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Somente os Hopi, ou os Pacíficos, serão poupados, restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Os sinais que anunciam o grande final já estão a ocorrer há algum tempo e é igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela Humanidade. Os Hopi, assim como outros povos, foram salvos de uma grande dilúvio no passado e estabeleceram um acordo com o Grande Espírito (O Criador) em que nunca se separariam dele. Então ele fez um conjunto de tábuas de pedra sagradas chamadas Tiponi nas quais inseriu os seus ensinamentos, profecias e avisos.
A profecia mais persistente e confirmável é uma que foi dada nos tempos antigos pelos Anciães Hopi. Esta profecia foi passada através da tradição oral e pela referência às tábuas antigas. Os anciães revelaram que haveria nove Sinais antes que surgisse o 5º Mundo. Este seria um mundo de paz e de abundância – uma Nova Terra. De acordo com Pena Branca, um Hopi do antigo Clã dos Ursos, a profecia se realizaria assim:
“O Quarto Mundo terminará em breve e o Quinto Mundo começará. Os anciães sabem disto. Os Sinais no decorrer dos anos foram realizados e assim poucos restam.”
“Este é o Primeiro Sinal: Foi-nos dito da vinda dos homens de pele branca, como Pahana, nosso perdido Irmão Branco das Estrelas. Mas estes homens não viverão como Pahana, eles serão homens que tomarão a terra que não é deles e os homens que atacarão os seus inimigos com o trovão (armas).”
“Este é o Segundo Sinal: As nossas terras verão a vinda das rodas cheias de vozes. Na sua juventude, o meu pai viu esta profecia realizar-se com os seus olhos – os homens brancos que trouxeram as suas famílias em vagões pelas pradarias.”
“Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo com grandes e longos chifres assolará a Terra em grande número. Estes Penas Brancas viram com os seus olhos – a vinda do gado de longos chifres dos homens brancos.”
“Este é o Quarto Sinal: A Terra será atravessada por cobras de aço – os caminhos-de-ferro”.
“Este é o Quinto Sinal: A Terra será atravessada por uma rede de aranhas gigantes – energia elétrica e linhas telefônicas”.
“Este é o Sexto Sinal: A Terra será atravessada por rios de pedra que fazem imagens – auto-estradas com miragens causadas pelo Sol”.
“Este é o Sétimo Sinal: Vocês ouvirão o mar se transformar em negro e muitas coisas vivas morrerão por causa disto – derramamento de petróleo nos oceanos”.
“Este é o Oitavo Sinal: Vocês verão muitos jovens que usam cabelos longos como a nossa gente. Eles virão e se juntarão às nações tribais, para aprenderem novos modos e sabedoria – os hippies nos anos 60 e 70.”
“E este é o Nono e Último Sinal: Vocês ouvirão uma residência nos Céus, acima da Terra, que cairá com um grande estrondo. Aparecerá como uma Estrela Azul. Logo depois disto, as cerimônias do meu povo cessarão”.
“Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está a aproximar-se. O mundo balançará para lá e para cá. O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras, com aqueles que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverá muitas colunas de fumo e fogo, como Pena Branco viu o homem branco fazer nos desertos, não muito longe daqui. Só os que virão causarão doença e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. Esses que ficarão e que vão morar nos lugares onde mora o meu povo estarão seguros. Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana (significa irmão branco desaparecido, esta lenda do Pahana parece estar intimamente relacionada com os Astecas e a história de Quetzalcoatl, assim como outra lendas da América Central) voltará e trará com ele o amanhecer do Quinto Mundo. Ele plantará as sementes da sabedoria nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão a ser plantadas. Isto abrirá o caminho para o aparecimento do Quinto Mundo”.
A profecia Hopi refere que o aparecimento da Estrela Azul Kachina iniciará um período de grande purificação, um período em que a Terra será purificada e limpa da negatividade, em preparação para o surgimento do 5º Mundo (“virá quando Saquasohuh – estrela azul – Kachina dançar na praça e remover a sua máscara”).
Existe uma rocha saibrosa num penhasco perto de Second Mesa, que pertence à reserva Hopi no Arizona. Neste penhasco está gravada uma imagem do nosso passado, presente e futuro. Este local é mais comumente conhecido como a rocha da profecia Hopi.
A profecia desta rocha descreve dois tipos de caminhos: o caminho daqueles que pensam preferencialmente com cabeça e o daqueles que pensam mais com o coração. Podemos dizer que o primeiro caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério esquerdo do cérebro, privilegiando o pensamento analítico, enquanto que o segundo caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério direito, servindo-se mais do pensamento intuitivo. O homem moderno tem pouco equilíbrio porque vive numa sociedade em que o hemisfério esquerdo é o dominante. Atualmente damos mais ênfase ao raciocínio analítico e menos importância à intuição.
A profecia da rocha mostra um entroncamento no qual as pessoas vão ter de fazer uma escolha, ou continuam a pensar apenas com a cabeça ou decidem começar a pensar mais com o coração. Se escolherem o primeiro caminho, isso irá guiá-las à autodestruição, mas se escolherem pensar com o coração, então gradualmente regressarão ao estilo de vida natural e sobreviverão.
Vicente Chagas
setembro/2009.

segunda-feira, julho 25

Machu Picchu: há 100 anos esse patrimônio foi revelado aos olhos do mundo

 Do NE10
Com informações de agências

Fotos: Julliana de Melo/NE10
http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/machu1.jpg


Localizada no alto de uma montanha na selva de Cuzco, no sudeste do Peru, Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas, comemora neste domingo (24) 100 anos de sua descoberta. A construção de pedra foi revelada aos olhos do mundo através do norte-americano Hiram Bingham que, em julho de 1911, chegou ao local à frente de uma expedição científica.

Apesar de ter passado a fazer parte do conhecimento da humanidade há relativamente pouco tempo, a cidade foi construída no século 15 e passou cinco séculos intacta. Localizada a 2400 metros de altitude, o local foi construído pelo imperador inca Pachacútec em um tributo à vida, na conexão entre a terra, os humanos e seus deuses. Além de ser um centro cerimonial ou local de descanso de nobres incas. Especialistas descartam que o local tenha sido uma fortaleza militar.

Machu pichu chegou a abrigar mais de mil habitantes e foi um importante centro político, religioso e administrativo dessa civilização. A superfície edificada tem 530 metros de comprimento por 200 de largura, possuindo uma área de cultivos agrícolas e outra de habitações, com 172 edifícios no total, dentro de um santuário de 32.500 hectares.

Declarada pela Unesco desde 1983 patrimônio da humanidade, o grade complexo arquitetônico de pedra enfrenta o desafio da preservação. Por ser visitado por milhões de turistas todos os anos, esse ponto turístico teve que receber uma limitação do número de visitantes. O número foi estabelecido pela Unesco, que hoje permite apenas um total máximo de 1.800 turistas por dia.

O objetivo desse limite foi o de reforçar a vigilância do local, diante da necessidade de preservação. Segundo o órgão, a grande quantidade poderia trazer riscos para a estabilidade da montanha em cujo cimo foi construída Machu Picchu. Quem visita ao local costuma ir de trem ou a pé, seguindo o chamado Caminho Inca.

O nome dado a esse grande complexo arquitetônico de pedra quer dizer "Montanha Velha" na língua quíchua. Entre os que já a visitaram, há quem diga que Machu Picchu equivale para o Peru o que as pirâmides são para o Egito.

Para celebrar esta data, o governo peruano adiantou a comemoração do aniversário para o dia 7 de julho, dia em que Machu Picchu foi reconhecida como uma das novas sete maravilhas do mundo moderno.

NE10

sexta-feira, junho 10

FELIZ DIA DOS NAMORADOS

Taj Mahal,  um monumento construído em homenagem ao amor do rei Shah Jahan e da rainha Mumtaz Mahal.




Considerado como uma das mais importantes construções da História da Humanidade, o Taj Mahal tem por de trás de suas edificações uma impressionante história. Durante o governo do imperador mongol Shah Jahan, houve um período de grande prosperidade material na Índia, sendo que os recursos acumulados durante esse governo permitiram a construção de vários jardins e edifícios. Na condição de monarca, Shah Jahan tinha várias esposas, mas Aryumand Banu Begam era, sem dúvida, a mais amada.

A sua predileção por Aryumand era tanta, que passou a chamá-la pelo nome de Mumtaz Mahal, ou seja, “a eleita do palácio”. Entretanto, a relação afetuosa entre Mumtaz e Shah chegou ao fim quando a esposa preferida não sobreviveu ao parto de seu décimo quarto filho. Desolado com a perda de sua amada, o poderoso rei ordenou a construção de um enorme mausoléu que deveria abrigar o corpo de sua amada e, ao mesmo tempo, simbolizar o amor do rei à sua falecida esposa.

Nos vinte e dois anos seguintes à morte de Mumtaz Mahal, o rei não poupou esforços para que sua homenagem póstuma fosse devidamente concluída. Durante vinte e dois anos, mais de 20 mil trabalhadores foram empregados na construção do Taj Mahal, nome dado à construção, que significa “a coroa do lugar”. Entre os materiais empregados na construção podemos destacar o uso de pesados blocos de mármore da Índia, ametistas persas, safiras do Ceilão, cristal e jade chineses, pedra turquesa tibetana e o Lápis - Lazuli do Afeganistão.

Em 1657, apenas cinco anos antes do palácio ser finalmente concluído, o imperador Shah Jahan adoeceu e perdeu seu posto imperial para seu filho Aurangzeb. Durante o tempo em que ficou enfermo, Shah observava o Taj Mahal e relembrava os dias felizes que teve ao lado de sua amada. Com a sua morte, em 1666, o antigo monarca foi enterrado ao lado de sua esposa predileta. Segundo estudiosos, o gasto com a dispendiosa prova de amor acabou marcando o declínio da dominação mongol na Índia. (...)

Atualmente, o Taj Mahal representa uma das mais belas provas de amor já conhecidas. Além disso, a complexidade de seu traçado arquitetônico coloca esse mausoléu ao lado das mais perfeitas construções já realizadas pelo homem. Sua impressionante simetria arquitetônica marca a construção de seus portões, jardins e os túmulos que abrigam os corpos de Mumtaz e Shah. Relatos ainda sugerem que, na verdade, Shah construiria um Taj Mahal Negro ao lado do mausoléu em mármore branco de sua esposa. (...)


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
fonte:TAJ MAHAL
* Minha homenagem á todos aqueles que acreditam em um grande amor...amor de almas,

segunda-feira, abril 25

Os Intraterrenos


 Os intraterrenos

A comunidade científica, certa vez, levou um grande “safanão” no ego, quando foi comprovado que a Terra era esférica, e não plana como se pensava, foi uma das grandes reviravoltas da ciência. Porém, até ser provado que a Terra era esférica, os defensores desta teoria, eram chamados de loucos, a própria comunidade científica caçoava destes corajosos homens que ousaram pensar além da convenção.
Atualmente algo parecido pode estar acontecendo, existe uma teoria que diz que não só a Terra, mas também todos os outros planetas são ocos, a Terra não é formada por um núcleo, uma camada de magma e uma crosta como aprendemos na escola, mas sim, que ela é oca, e dentro dela existe um “mini sol”, outro ecossistema e outra civilização.

As entradas para o “mundo interno” seriam enormes “buracos” nos pólos norte e sul, onde inclusive, rios vindos do centro da terra desembocariam, formando os icebergs de água doce. Estas entradas, já teriam sido até mesmo fotografadas por satélites, porém, mantidas em segredo.

Todos esses povos teriam se deslocado para o interior da Terra (ficando na parede planetária ou na sua superfície interna, junto da região oca banhada pelo sol interno). Eis alguns casos:

1. Os lemurianos (na parede planetária, próximo à superfície externa, na região do Monte Shasta-Califórnia-USA, constituindo a cidade de Telos);
2. Os atlantes;
3. Os vickings do norte da Groelândia, que teriam entrado para a superfície interna através de uma abertura existente no Polo Norte;
4. As dez tribos perdidas de Israel, que habitariam a superfície interna e louvariam Jeová;
5. Os maias;
6. Os astecas;
7. Os toltecas;
8. Os incas;
9. Os índios brasileiros, abrigados na parede planetária, como na Serra do Roncador;
10. Os construtores da Esfinge e das grandes pirâmides do Egito;
11. Os sumérios;
12. Os nazistas: após o término da Segunda Guerra Mundial, um grande número de dirigentes nazistas teria se refugiado em uma cidade subterrânea construída na entrada do Polo Sul (Antártica) para o interior da Terra oca. O nome dessa cidade seria Neu Schwabenland. Nesta cidade estariam estacionados discos voadores (ufos, ovnis) nazistas desenvolvidos já durante a guerra (como os da série Hanebu e os Vril).
etc.

Centros Intraterrenos
Expressão dos centros planetários no mundo manifestado. Os centros intraterrenos atuam como captadores, transformadores e irradiadores da energia cósmica para a vida terrestre. A eles estão vinculadas civilizações de elevado grau evolutivo, que desempenham tarefas específicas para a realização do propósito do Logos da Terra. São sete os principais centros intraterrenos conhecidos nesta época: Os círculos indicam zonas de irradiação mais intensa dos Espelhos desses centros; porém, essa irradiação não se restringe à área assinalada, mas estende-se pela Terra inteira, em vários níveis e dimensões. Os centros intraterrenos e centros planetários podem ser usados para designar a mesma realidade; todavia, há distinção entre eles, pois os centros planetários constituem a estrutura energética da Terra, enquanto os intraterrenos são os focos onde essa estrutura se ancora. Em outras palavras, os centros intraterrenos estão para os centros planetários assim como a personalidade de um Adepto está para sua mônada.
Um centro intraterreno tem como ponto focal determinada região, mas prolonga-se até áreas distantes dela. Para manter uma qualidade magnética e vibratória elevada, as cidades intraterrenas sediadas nesses centros têm número limitado de habitantes em seu nível mais concreto; sendo assim, um centro contém várias cidades, interligadas por canais sutis construídos com a ajuda da energia Brill.

A harmonia prevalece entre os seres intraterrenos, que conhecem e aplicam as Leis e cuja existência é dedicada ao cumprimento do propósito da Criação. Seres humanos da superfície da Terra podem ser conduzidos para cidades intraterrenas, a fim de lá prosseguirem sua escalada evolutiva. Tal fato, inserido no destino cósmico desses seres, transcorre em sintonia com seu núcleo profundo e representa para eles avanço considerável. A integração da humanidade da superfície terrestre com a intraterrena já está ocorrendo nos planos sutis e se manifestará mais abertamente ainda antes que a purificação planetária global se conclua. As ajudas dos mundos intraterrenos estão a todo o instante disponíveis, apesar de nem sempre serem percebidas ou aceitas.


Nos momentos finais da transição planetária, muitos verão surgir materializadas na face da Terra cidades intraterrenas; para lá se dirigirão e serão acolhidos. A coligação do homem com os centros intraterrenos é fruto do despertar interior e do interesse pelo bem universal transformado em busca espiritual assumida e em serviço desinteressado.



trabalho de pesquisa :
Direitos autorais protegidos pela lei do KARMA – você foi avisado!



Nota: Tomei conhecimento desse tema nos anos 90 em uma palestra no Cìrculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.O Circulo Esotérico da Comunhão do Pensamento (CECP), é uma Ordem Esotérica não dogmática e livre de todo tipo de preconceitos e religiosidade.
Fundada no Brasil em 27 de Junho de 1909 pelo português ANTONIO OLIVIO RODRIGUES (AOR) e esta alicerçada nos Pilares da: HARMONIA, AMOR, VERDADE E JUSTIÇA.

sexta-feira, fevereiro 25

Os DOGONS e a estrela Sírius


Sirius é a estrela mais interessante da constelação Cão Maior e é também a mais luminosa vista da Terra, por se encontrar apenas a 8,6 anos-luz do nosso sistema solar. A estrela era conhecida pelos antigos astrónomos egípcios, assim como a sua companheira menor, Sirius B.


Contudo, a Sirius B, uma estrela do tipo “anã branca”, só foi identificada pelos astrónomos ocidentais há pouco tempo. A sua existência foi comprovada pela primeira vez por F.W. Bessel em 1844, em Konigsberg, na Alemanha.


A tribo Dogon, do Mali, que vive numa remota região do interior da África oriental, é composta por apenas 200 mil pessoas. A sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, a leste do Rio Niger, mas não pode ser classificada como “primitiva”, por que possui um estilo de vida muito complexo.


Os Dogons têm um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius e dos seus períodos orbitais. Os sacerdotes Dogons, dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente são transmitidos oralmente e de forma secreta, há séculos antes dos astrónomos.

Para a tribo, toda a criação está vinculada à estrela a que chamam de Po Tolo, que significa “estrela semente”. Esse nome vem da minúscula semente chamada de Fonio, que na botânica é conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os Dogons referem-se ao início de todas as coisas. De acordo com os Dogons, a criação começou nessa estrela, qualificada pela astronomia como “anã branca”, e que os astrónomos modernos chamam de Sirius B, a companheira menos brilhante de Sirius A, da constelação Cão Maior. A tribo descreve que as órbitas compartilhadas de Sirius A e de Sirius B formam uma elipse, com Sirius A localizada num dos seus focos: uma ideia que a astronomia ocidental só levou em conta no início do século XVII, quando Johannes Kepler propôs que os corpos celestes se movimentavam em círculos perfeitos.


Os Dogons também dizem que Sirius B demora 50 anos para completar uma órbita em volta de Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu período orbital é de 50,4 anos. O que se torna realmente assustador é o conhecimento que dizem ter de um terceiro astro do sistema Sirius, ainda não descoberto pelos astrónomos. Os Dogons chamam a este terceiro corpo de Emme Ya ou “Mulher Sorgo” (um cereal) e dizem que é uma estrela pequena com apenas um planeta na sua órbita, ou um grande planeta com um grande satélite.


Visitantes extraterrestres

Os investigadores afirmam que os conhecimentos do sistema Sirius dos Dogons, possuem milhares de anos de idade e podem ter a seu favor os factos históricos. Supõe-se que a tribo do Mali descende remotamente dos gregos, que colonizaram a parte da África que actualmente constitui a Líbia. Os gregos “expatriados” poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos egícios.’ A forma como os Dogons adquiriram conhecimentos astronómicos continua sem respostas. No entanto, a tribo africana explica os seus conhecimentos astronómicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: os seus antepassados adquiriram-nos de visitantes anfíbios extraterrestres, chamados por eles de “Nommos”, provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B).


As descrições que os Dogons fazem são muito precisas.
Contam que os Nommos chegaram pela primeira vez , do Sistema Sirius, numa nave que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho tão forte como o de o rugido do vento. Também dizem que a máquina voadora aterrou como se fosse uma pedra na superfície da água, semeando a terra como se “jorrasse sangue”. Alguns estudiosos dizem que, na língua Dogon, isso se assemelha ao “escape de um foguetão”.

Os Dogons também falam que pode ser interpretado como a “nave mãe” colocada em órbita. Isso não é tão estranho quanto parece: a Apolo ficou em órbita lunar enquanto o módulo descia para fazer a primeira alunagem em Julho de 1969.


Segundo a lenda, os anfíbios Nommos viviam na água e os Dogons referem-se a eles como “senhores da água”. A arte Dogon, mostra sempre os Nommos parte humanos, parte répteis. Lembram o semideus anfíbio Oannes dos relatos babilónios e o seu equivalente sumério Enki.


Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais das suas civilizações como seres procedentes de um lugar diferente da Terra. Colectivamente, isso é interpretado por algumas pessoas como a prova da existência de vida extraterrestre que estabeleceu contacto com o nosso planeta num passado distante.


Pedro Salgado
G.P.U. de Americana
São Paulo (Brasil)

O misterioso povo DOGON









Segundo o povo africano Dogon, seus ancestrais foram visitados por extraterrestres vindos do planeta Nyam Tolo, que orbita Emme Ya, de quem receberam avançado conhecimento astronômico.

Os Dogons são uma tribo, ao que se acredita, de ascendência egípcia. Depois de saírem da Líbia, há muitos séculos, fixaram-se em Mali, África Ocidental, levando consigo as tradições astronômicas, que remontam ao Egito pré-dinástico, anterior a 3200 a.C.

Em fins da década de 1940, quatro sacerdotes Dogons contaram a antropólogos franceses uma tradição oral secreta da tribo, que dizia respeito a estrela Sírius ( 8,6 anos-luz da Terra ). Disseram os sacerdotes que Sírius tem uma estrela companheira, invisível ao olho humano, que circula numa órbita elíptica de 50 anos à volta de Sírius A, é pequena, composta de um material super denso, chamado sagala - mais pesado do que todo o ferro da Terra - e gira sobre o próprio eixo. Tudo isso é verdade, mas é digno de nota, porque a anã-branca companheira de Sírius, chamada Sírius B, foi fotografada pela primeira vez em 1970. Sua existência é cogitada desde 1844, mas só foi vista ao telescópio em 1862. E só nas primeiras décadas do século XX se soube que era uma estrela densamente compactada (um único metro cúbico de sua matéria pesa cerca de 20 000 toneladas).

A crença dos Dogons, por outro lado, ao que se supõe, data de milhares de anos. Mesmo que este povo tivesse acesso aos modernos livros ocidentais de Astronomia, só poderiam saber de Sírius B ou, ainda sobre este assunto, das rotações e órbitas dos planetas de nosso sistema solar ou das quatro principais luas de Júpiter e dos anéis de Saturno, por meio, segundo indica sua mitologia, de fontes extraterrenas.

As fontes extraterrenas eram os Nommos, seres anfíbios de aspecto repulsivo, que chegaram numa 'arca', em companhia do 'fogo e do trovão'. Viviam no mar, na maioria e foram retratados como parcialmente pisciformes, lembrando, de um modo geral, as entidades marinhas (sereias, tritões e ri).

O Nommo (a quem os Dogons se referem tanto no singular como no plural) é aparentemente a mesma criatura que os babilônios chamam Oanes, os acádios, Ea e os sumérios, Enki. A deusa egípcia Ísis, retratada de uma forma que mais tarde seria chamada de sereia, também está associada ao culto Sírius. Dizem os Dogons que existe uma terceira estrela no sistema de Sírius. Maior, mais brilhante que a Sírius B, a Sírius C também gira em torno de Sírius A. Na órbita dessa terceira estrela há um planeta, de onde vieram os Nommos.The Sirius Mystery, duas décadas depois de publicado, caiu no esquecimento e o mistério do curioso conhecimento astronômico dos Dogons permanece.

(*)CIÊNCIA CONFIRMA MITO DOGON - Ao final de 1930, quatro sacerdotes Dogon concordaram em revelar a maior parte das tradições secretas - os mitos acerca da Estrela Sírius, que está há 8,6 anos-luz da Terra - para dois antropologistas franceses, Marcel Griaule e Germain Dieterlen, após passarem quinze anos em aprendizado com a tribo.

Os sacerdotes disseram que Sírius (A) está em companhia de uma estrela que é invisível ao olho humano. Esta estrela, que é incrivelmente pequena e pesada, rotaciona em torno de seu eixo, e se move em uma órbita elíptica de 50 anos em torno de Sírius A.

Inicialmente os antropologistas publicaram tais revelações em um obscuro jornal de antropologia, pois não deram crédito às informações.

O que eles não sabiam é que desde 1844, astrônomos já suspeitavam que Sírius A possuía uma estrela em sua companhia. Isso foi descoberto, em parte, quando foi observado que a trajetória da estrela oscilava. Enfim, em 1862, Alvan Clarck descobriu a segunda estrela, o que tornaria Sírius um sistema binário estelar (duas estrelas).

Em 1920, foi descoberto que Sírius B, a estrela companheira de Sírius A, era, na verdade, uma estrela anã-branca. Anãs-brancas são de fato pequenas e densas, que queimam em tom ofuscante. E a força de sua gravidade provoca um movimento ondulatório em Sírius A. Sírius B é menor do que o planeta Terra.

O nome Dogon para Sírius B é Po Tolo; Po siginifica 'a menor semente' e Tolo, 'estrela'. A 'semente', nesse caso, se referiria à Criação, a Criação do Homem.

Com esse nome eles tentaram expressar o tamanho diminuto da estrela. É, segundo eles, a menor coisa que existe.

Eles também alegam que é a estrela mais pesada, e que sua cor é branca.

Com essa informação, os Dogons confirmaram a terceira principal propriedade de Sírius B: pequena, densa e branca.
 
Os Dogom formam um povo emblemático pelo mistério em que estão envolvidos. No século XIV expulsaram os Tellem para ocupar o seu território. Vivem encravados numa região rochosa do centro do Mali, entre planície e planalto, pendurada no penhasco de Bandiagara, cuja altura varia entre quatro setecentos metros e que se estende numa extensão de mais de duzentos e cinquenta quilómetros. Substituído os Tellem, habitantes trogloditas dos primeiros tempos, os Dogon vêm do país mandinga, a cavalo na fronteira do Burkina Faso e do Mali. Emigrantes e conquistadores, instalaram-se nos abrigos rochosos dos seus predecessores, construindo as suas características aldeias em banco pontuados pelos celeiros de milho com tecto pontiagudo.

Existe uma coerência pouco comum entre a linguagem, a música, a arquitectura, a tecelagem e as máscaras, a música, a dança, a arquitectura, o comportamento dos vivos e o culto dos mortos. Misturam-se pouco com os outros povos do Mali. No entanto, como para muitos grupos do país, a dança e música e a dança religiosa dos Dogon parecem estar ligadas a um calendário sazonal durante o qual são praticados os ritos dos antepassados, os ritos funerários e os ritos agrários.



 
Os Dogon têm uma mitologia tão rica como complexa. As suas legendas contêm conhecimentos astronómicos que não puderam conseguir por si próprios. Isto é para a ciência um enigma que não é incapaz de explicar, e que escapa às soluções convencionais. A sabedoria deste povo contém dados precisos e detalhados sobre o sistema solar, que em muitos casos só entraram a formar parte da astronomia moderna bastante recentemente: descrevem a Lua como "seca e estéril", sabem que o planeta Júpiter (que chamam "Dana Tolo") tem quatro grandes satélites, conhecem os anéis de Saturno, e que os planetas descrevem órbitas elípticas à volta do Sol.

Esta noção de que os corpos celestes seguem órbitas elípticas à volta de um astro principal que se situa num dos focos só foi aceite pela astronomia ocidental a partir de Kepler, no século XVII. Também descrevem a Via Láctea como uma galáxia espiral formada por milhões de estrelas.Também se referem à natureza do Sol. Dizem que o nosso sol e a estrela Sírio essa estrela de primeira magnitude, a mais brilhante do hemisfério Sul, em realidade são dois sóis irmãos que se separaram um do outro e formaram-se dois sistemas estelares diferentes, mas que têm a mesma origem. É preciso indicar que a estrela Sírio está a 8'7 anos luz do Sistema Solar, uma das cinco estrelas mais próximas do sistema solar.Mas os conceitos fundamentais dos mitos Dogon não se referem só ao sistema solar. Os Dogon asseguravam conhecer a existência de uma estrela (Sírio B) que é impossível de ver a olho nu. Para eles é a mais importante do firmamento e gira à volta de Sírio A, a mais brilhante do céu na Constelação Can Maior. Ambas as estrelas, só oferecem à vista um único e potente foco de luz no firmamento, pelo que é impossível distinguir uma estrela da outra.

Assim que os Dogon conheciam Sírio B, sendo conscientes de que era invisível. Os desenhos representativos que fazem da órbita de Sirio B, à volta de Sírio A, são exactamente idênticos aos do moderno diagrama astronómico. Também asseguram que Sirio B, é uma estrela muito pequena. Chamam-na "Po Tolo". Afirmam também que apesar de ser muito pequena, é muito pesada, a más pesada que existe, constituída por um material mais brilhante do que o ferro, que denominam "Sagala". A astronomia oficial sabe que Sírio B é uma "anã branca", uma estrela muito pequena e muito pesada.De acordo com a sua mitologia, "Po Tolo" dá uma volta a Sírio cada 50 aos (segundo a ciência oficial os cálculos dão 50,040 anos), mas também dizem que além de "Po Tolo", a companheira de Sírio, existe outra estrela que é 4 vezes maior que "Po Tolo" mas muito mais ligeira em peso e que tem uma órbita mais exterior e que dura também 50 anos em dar a volta a Sírio, e que os Dogon chamam "Emme Ya"; (pela primeira vez, em 1862, o astrónomo americano Alvan Clark conseguiu ver que estrela de Sírio não era só uma, senão duas estrelas. Com um objectivo de 47 cm. de diâmetro pode distinguir a que foi conhecida nesse momento como Sírio B. Posteriormente, numa época muito mais recente, detectou-se a existência de uma terceira estrela que completava o sistema de Sírio, Sirio C, a "Emme Ya" dos Dogon).


A festa mais importante dos Dogon é o Sigui, que tem lugar cada 50 anos (tempo de rotação da Po Tolo à volta de Sírio) e dura 7 anos. As próximas terão lugar em 2027. Trata-se de um importante ritual de regeneração e que comemora a revelação da palavra aos homens, assim como a morte e o funeral do primeiro antepassado.


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Outras referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogon
http://www.gnosisonline.org/Antropologia/dogons-povo-das-estrelas.php
http://skepdic.com/brazil/sirius.html
http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=2167&Itemid=88


http://enigmasemisterios.blogspot.com/
http://danielcaixao.multiply.com/journal/item/487

OS 10 LUGARES MAIS MISTERIOSOS DO MUNDO

Top 10 – Os lugares mais misteriosos do mundo. Veja a lista:

1. Triângulo das Bermudas

Desde meados do século XIX uma área no Oceano Atlântico em forma de triângulo, com seus vértices na Flórida (EUA), em Porto Rico e na ilhas Bermudas, é considerada o local do misterioso desaparecimento de 50 navios e 20 aviões. As ocorrências naturais (ou sobrenaturais) atribuídas à região levaram os mais crentes a denominarem o lugar de “Triângulo do Diabo”.
Embarcações totalmente abandonadas, sem sinal dos corpos de seus ocupantes, e navios e aviões que sumiram sem deixar rastros são as principais evidências que sustentam as teorias sobrenaturais sobre o que acontece por lá. Na verdade, características geofísicas da região e fatores climáticos são provavelmente as principais causas dos desaparecimentos. Além disso, há a possibilidade da corrente marítima, muito rápida e turbulenta, e falhas na correção da navegação levarem as embarcações a se perderem e envolverem-se em catástrofes.

2. Castelo de Bran

Os vampiros não nasceram lá, mas o mais famoso de todos eles sim. Imortalizado no romance de Bram Stokler, Drácula teria sido inspirado em Vlad “Dracul” Tepes, príncipe e líder guerreiro que no século 15 lutou pela ordem dos Cavaleiros do Dragão ao lado dos cristão e contra os turcos. Entre as inúmeras barbaridades que teria cometido estariam empalar seus inimigos e beber o sangue deles. O castelo no qual morou fica na Transilvânia, região atualmente localizada na Romênia.
Construído há cerca de dois mil anos, o Castelo de Bran é cercado de mistérios sobre a existência de passagens secretas e de acontecimentos sobrenaturais. Apesar da lenda de que Vlad tenha se transformado num vampiro, o que mais assusta no Castelo de Bran são as memórias das atrocidades cometidas por ele enquanto ainda era um ser humano.

3. O Templo

O Templo é uma igreja construída em 1185, em Londres, pelos Cavaleiros Templários. Ela era utilizada por eles como seu quartel general e também para suas cerimônias secretas de iniciação. Com o fim dos Templários no século 14, a igreja passou a ser controlada pelos Cavaleiros de Malta até que no século 17 o rei James I assumiu a propriedade. A igreja tornou-se popular com o sucesso do livro “O Código da Vinci” que a cita como um dos locais que guardariam segredos referentes ao Santo Graal, ou à linhagem sagrada de Jesus, segundo a trama do romance. Durante o esplendor dos Templários nos séculos 12 e 13 várias figuras importantes lá foram enterradas e é possível ver suas monumentais efígies de mármore uma ao lado da outra no chão da igreja. O Templo foi construído por Heraclius, Patriarca de Jerusalém, em honra da abençoada Maria. Acredita-se que o local tenha guardado vários objetos sagrados vindos da Terra Santa além de ter abrigado várias das reuniões secretas e misteriosas dos Cavaleiros Templários.

4. Tumba de Tutancâmon

Ele foi faraó do antigo Egito, tendo reinado entre os anos 1333 e 1323 antes de Cristo. Reinou e morreu jovem com apenas 19 anos de idade. Assim como outros faraós, Tutancâmon teria uma tumba digna para desfrutar da vida após a morte, mas devido a sua inesperada partida deste mundo ele acabou enterrado em uma pequena tumba adaptada localizada no Vale dos Reis. Esquecida e longe das principais, que acabaram vítimas de saqueadores, a tumba de Tutancâmon só foi descoberta em 1922. Ela estava inteiramente preservada e com todas as relíquias lá deixadas junto com o sarcófago do faraó. Os tesouros de Tutancâmon estão atualmente no Museu Egípcio, no Cairo.
Mais famosa do que o seu ocupante a tumba ganhou notoriedade não apenas por ter sido uma das únicas a ser encontrada praticamente intacta, mas também graças à “maldição da múmia” que ela guardaria.
Vale dos Reis, no Egito, onde foi encontrada a Tumba de Tutancâmon
As mortes do arqueólogo Howard Carter, descobridor da tumba, em circunstâncias misteriosas, e do nobre inglês patrocinador da expedição e de alguns de seus amigos e parentes próximos, logo após a descoberta, alimentaram a lenda de que a tumba guardaria uma “maldição da múmia” que atingiria a todos os que a profanassem.

5. Ilha de Páscoa

Seria ela parte do continente perdido de Atlântida? Ou obra de “deuses astronautas”? Muitas teorias tentam explicar as gigantescas estátuas da Ilha de Páscoa, localizada no sul do Oceano Pacífico, na altura do Chile. As estátuas feitas em rochas vulcânicas receberam o nome de moais. Quase nove centenas delas, com altura de até 22 metros e pesando 90 toneladas, espalharam-se pelo território tornando Páscoa a ilha mais misteriosa do planeta.
Os moais eram provavelmente dedicados ao culto aos mortos e teorias místicas explicam que eles foram construídos com a ajuda da Mana, energia oculta que anima as coisas e as pessoas. O que mais impressiona nas estátuas, além de entender como elas foram construídas, é o fato de não representarem deuses ou entidades divinas e sim os habitantes da ilha.

6. Ruínas maias

Uma das mais antigas civilizações do planeta, nascida cerca de três mil anos antes de Cristo, dotada de avançados conhecimentos em arquitetura, astronomia e agricultura e que tinha uma religião que exigia a prática de sacrifícios humanos, o Império Maia ocupou o que hoje é o sul do México, a Guatemala, o norte de Belize e o oeste de Honduras.
Suas pirâmides e templos religiosos e sua capacidade como guerreiros deixaram os colonizadores espanhóis assombrados no século 16. Naquele momento a civilização maia já vivia seu declínio e, mesmo assim, ela resistiu durante vinte anos aos ataques espanhóis. Uma das mais misteriosas ruínas maias encontra-se em Chichen Itza (México) onde está o poço sagrado usado para rituais que incluíam sacrifícios humanos. Outro mistério que assombra as ruínas maias é entender o que levou esse povo a abandonar suas cidades vários séculos antes dos espanhóis chegarem.

7. Stonehenge

Portal para um outro universo, santuário destinado a curas, computador pré-histórico para previsões astronômicas, monumento aos mortos e à vida eterna. Após várias teorias, místicas ou científicas, Stonehenge continua um mistério. O gigantesco monumento circular formado por pedras moldadas pelo homem, em seis etapas na transição da Era da Pedra para a Era do Bronze (entre os anos 3.000 e 1.500 a.C), continua a intrigar arqueologistas e a instigar a imaginação de muita gente. Localizado no sul da Inglaterra, Stonehenge apresenta círculos concêntricos de pedras com até cinco metros de altura e pesando cerca de 50 toneladas.
As pesquisas arqueológicas mais recentes indicam que provavelmente Stonehenge tenha sido um observatório astronômico construído por uma antiga civilização com a finalidade de observar os solstícios e equinócios com precisão. Somente muitos séculos depois ele acabou virando um santuário religioso ao ser encontrado pelos druidas. O advento do misticismo da Nova Era, no entanto, fez de Stonehenge o mais importante centro de peregrinação para os cultos neo-pagãos, apesar do engano histórico que é identificá-lo como uma criação dos druidas originais.

8. Amityville

Ela é provavelmente a casa assombrada mais famosa do mundo. Localizada no número 122 da Ocean Avenue, em Amityville, estado de Nova York, a residência que pertenceu à família DeFeo tornou-se desde os anos 1970 um dos lugares mais misteriosos e amedrontadores da Terra. A casa foi o palco, em 13 de novembro de 1974, dos assassinatos cometidos por Robert DeFeo, que matou a tiros seis membros de sua família: pai, mãe e seus irmãos e irmãs menores. O motivo do bárbaro crime, segundo o assassino, seriam as “vozes” que ele ouvira naquela noite ordenando que ele cometesse a chacina.
Fachada da casa em Amityville, palco da chacina em 1974
Um ano depois, a casa em Amityville voltou a ser ocupada, desta vez pela família Lutz, mas eles não permaneceram muito tempo por lá. Após um padre tentar abençoar a casa, os Lutz a deixaram alegando que eventos paranormais que lá aconteciam os atormentavam com aparições, objetos que se moviam e outras coisas sobrenaturais que estariam alterando suas personalidades. Antes que o pior acontecesse, eles resolveram partir. Isso e todo o resto que tinha acontecido alimentaram as lendas de que a casa em Amityville teria sido construída num local habitado por um bruxo que escapou de Salem e que construíra ali um portal para o Inferno ou de que ela ficava onde existia um antigo cemitério. No fim, o que de real existe até agora é que, além dos bárbaros crimes cometido por Robert DeFeo, Amityville rendeu o best-seller “Horror em Amityville”, feito em parceria pelos Lutz com o escritor Jay Anson, que mais tarde virou uma série de filmes para o cinema. As “vozes” ouvidas por DeFeo foram provavelmente uma tentativa de alegar insanidade mental antes do julgamento, mas a crença de que algo de muito ruim assombra aquela casa em Amityville ainda alimenta a imaginação de muitas pessoas.

9. Loch Ness

Maior lago de água doce no Reino Unido, ele é grande o suficiente para abrigar um monstro subaquático, do tipo pré-histórico, e está localizado numa região cheia de lugares, eventos e personagens místicos. O lago Ness fica na Escócia, mais precisamente numa área conhecida como Highlands. Ao longo dos séculos, surgiram relatos sobre a existência de um gigantesco monstro ou serpente que habitaria o lago. Esse tipo de narrativa era comum na Grã-Bretanha e na Escandinávia, reveladora do medo dos habitantes e visitantes ao depararem-se com lagos profundos e extensos como o Ness. Muito provavelmente a lenda tem suas origens na função prática de manter as crianças longe das águas para evitar os afogamentos. Mas com o avanço do cristianismo em terras britânicas na Idade Média, a lenda do monstro misturou-se com relatos de milagres cristãos, como o de São Columba, e ganhou força. Mais recentemente, um dos fatos que impulsionou a crença de que o lago Ness abrigaria um monstro de verdade foi uma fotografia tirada em 1934 por um respeitado médico e ex-militar, o coronel Robert Kenneth Wilson, e que mostraria o pescoço e a cabeça da criatura emergindo do lago. Décadas mais tarde, no entanto, um dos participantes da farsa confessou em seu leito de morte a construção de um monstro falso que embarcado em um submarino de brinquedo virou a foto que espantou o mundo. Nesse meio tempo, sonares, submarinos, mergulhadores e milhares de horas de observação de pesquisadores e curiosos tentaram em vão encontrar o misterioso monstro do lago Ness.

10. Área 51

Uma instalação militar por si só já é um lugar que tende a ser bastante secreto. Agora imagine uma dessas destinada aos experimentos tecnológicos mais avançados do mais poderoso exército do planeta. Ela é puro mistério. A Área 51, nome popular para o que alguns chamam de Comissão de Energia Atômica e outros de Centro de Testes de Vôo da Força Aérea, está localizada próxima a Las Vegas no deserto de Nevada (EUA), ao lado de um local que foi utilizado para testes de bombas nucleares. Esta instalação militar, que é misteriosa até em relação ao seu nome, tem sido uma fonte inesgotável de lendas, mitos e teorias da conspiração.
Dos clássicos da ficção científica aos mais populares seriados da TV, como “Arquivo X”, várias obras de ficção inspiraram-se nela para seus enredos. Cercada de medidas de segurança e sigilo absoluto, especula-se que lá se desenvolvam testes de equipamentos da Força Aérea dos Estados Unidos, como os famosos aviões “invisíveis”. Mas, os mais céticos em relação a isso pensam que lá ocorrem experimentos com tecnologias alienígenas e até mesmo o estudo de extraterrestres que apareceram por aqui, como no famigerado episódio de Roswell, quando uma aeronave alienígena teria caído naquela cidade do Novo México e os fragmentos e corpos encontrados teriam sido enviados para a Área 51. Sem dúvida, essa mistura de segredos militares, alienígenas e conspirações governamentais faz da Área 51 o lugar mais misterioso atualmente no planeta. Neste caso, poderíamos dizer que, de forma diferente do que Fox Mulder acredita, “a verdade está lá dentro”.


quinta-feira, fevereiro 24

CIÊNCIA DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES

CIÊNCIA DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES



Nossas atuais culturas, espalhadas por todo o globo possuem avançadas tecnologias e muitos estudos que envolvem a agricultura, astronomia, construção, transportes, etc. Somos complexos em nossa estrutura, tendo sempre muito a descobrir com relação ao meio em que vivemos.

Muito tem se estudado na arqueologia sobre os avanços que muitas das antigas civilizações possuíam e até hoje existem apenas suposições que unem uma grande quantidade de homens e longos e árduos anos de trabalho para a possibilidade de muitas obras terem sido concluídas.

Conhecimentos bases e saídas inteligentes que utilizamos atualmente em nossas construções, alguns até mesmo em estudo para aplicação vêm de muitas dessas civilizações. Podemos citar algumas delas, como: Maias, Incas, Egípcios, Sumérios, Babilônios, Cretenses, etc.

É impressionante o que esses povos faziam em épocas longínquas, com poucos recursos tecnológicos (aparentemente), como os que temos e utilizamos diariamente. Isso não impediu que cidades e monumentos fossem levantados com uma perfeição até hoje não entendida. A supresa de muitos e curiosidades daqueles que buscam as respostas incentivam um entendimento mais profundo de cada uma destas culturas que tinham grandes influencias em suas crenças para a criação de qualquer ponto de sua civilização.

Para entender qualquer feito teria que se passar pelo campo da Fé de cada um delas, que era o pilar de sustentação e desenvolvimento. A busca por entendimento de tantos pesquisadores poderia ser resolvida se olhassem verdadeiramente para as crenças e suas diversas pistas, ali com certeza se encontram as bases de suas ciências.

Seguindo para exemplos dos feitos de alguns destes povos, colocaremos os Sumérios, Maias, Incas e Egípcios, que possuem uma intrigante arquitetura e astronomia. Apenas uma gota para se pensar.

Egípcios


São tantos detalhes que complica por onde começar, melhor ir ao básico colocado sobre as Pirâmides.

Foram construídas com blocos de pedras calcárias e sua parte externa revestida com uma camada protetora de pedras polidas das pedreiras de Tura. A maior pirâmide é composta por cerca 1,0 milhões de blocos de calcário, talvez com 02 ou 03 toneladas cada bloco. Onde milhares de homens as transportaram até a atual Gizé para então erguer o monumento aos céus.

A maior das pirâmides possui 160 metros de altura, sendo construída a cerca de 2250 a.C. Aparentemente serviam de túmulos para os Reis que prezavam a vida após a morte e precisavam manter o corpo intacto para a eternidade.

Ai inicia-se as dúvidas.
Até os dias de hoje ninguém conseguiu reproduzir a perfeição estrutural das pirâmides, todos que tentaram utilizaram de mecanismos modernos e mesmo assim, não obtiveram sucesso em repetir a construção. Por que se temos tanta tecnologia e avanços qual o Antigo Egito (teoricamente) não possuía, e ainda assim não se repetiu o feito. Já fomos ao espaço, construímos poderosos satélites, gigantes edifícios modernos e não entendemos as pirâmides.

A teoria das pedras calcárias, usadas em suas construções, foi recentemente colocada em prova quando se analisou quimicamente sua composição, tratando de um processo totalmente químico feito em moldes no próprio local da construção, as pedras seriam geopolímeros.

Trecho da revista francesa “Science et Vie” de 2006 que trouxe uma matéria colocando que as pirâmides foram feitas com pedras “falsas”.

"alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (...), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto"

“Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que "os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”

Órion x Pirâmides do Egito

Além disso, sua posição e inclinações foram cuidadosamente orientadas pelos pontos cardeais, batendo com a engrenagem astronômica. Basta visualizar que as pirâmides coincidem em cheio com a posição da constelação de Órion. Tudo isso seria muito bem indicado se olhássemos com uma mente mais aberta para tudo o que foi se escrito em tantas construções egípcias.

Templo de Abydos
Na verdade o mundo do Antigo Egito está cercado por muitas Teorias, mas nenhuma até hoje foi comprovada. As pirâmides ao invés de túmulos agora também serviram de templos. Ao que parecem quanto mais os pesquisadores buscam entender essa fase do Egito como antiga tecnologicamente, mais eles dão de frente com dúvidas. Se talvez eles olhassem com mais atenção a suas crenças, poderiam entender que suas tecnologias seriam bem mais avançadas do que o imaginado.

Incas



Machu Picchu é outra construção que intriga os arqueólogos. A Cidade perdida dos Incas se encontra a cerca de 2400 metros de altitude, no vale de Urubamba no Peru.

Ela foi construída também de forma ainda não compreendida, estando cercada por diversas teorias não provadas. O que impressiona nesta construção é que toda a área é separada por setores (urbano e agrícola), possui 530 metros de comprimento e 200 de largura e tem pelo menos 172 recintos.



Possui uma rica historia e fim desconhecido, não se sabe o porque do desaparecimento de seus ocupantes.

O que mexe muito com os pesquisadores é o fato de Machu picchu ser formada inteiramente por blocos de pedras em perfeito encaixe. Elas são irregulares e não possuem nenhum tipo de cola ou cimento para sua junção, mesmo assim nada ultrapassa suas fissuras. Como ela foi construida? Como levaram tantas pedras para o topo daquele local? Até hoje uma total incógnita.


Um dos corredores de Machu Picchu

Além disso, a cidade possui também toda uma estrutura em sincronia com a astronomia, tendo os solstícios com pontos definidos por certas construções e todo um mapeamento estrelar condizente. Mas novamente, os pesquisadores não levam em conta as crenças locais, deixando muitas respostas passarem despercebidas.

Maias


Outra civilização que se destaca. Suas grandes construções, com esquemas urbanos de captação de águas, distribuição de terrenos e rota de mercado com as outras grandes cidades formam um conjunto impressionante.

São cidades-estados que possuem todo um mapeamento topográfico com sistemas de captação de água para toda população, em locais que às vezes não possuíam leitos do valioso liquido. Suas construções também têm traços impressionantes de cálculos, batendo com os solstícios e posicionamento astronômico.

Até hoje há duvidas de como eles ergueram exatamente seus grandes Templos e edifícios governamentais já que eram carentes de muita tecnologia que para nós é necessária para tais estruturas. A força humana é a teoria utilizada para compreender, pois ainda não se há noticia de uso de ferramentas como o metal, polias ou veículos para o transporte do material.

Embora pareça para muitos pesquisadores que elas sejam um tanto desordenadas com o ambiente em que se instalaram, na verdade todas as cidades foram detalhadamente pensadas. O desenho urbano era orientado pelos Templos e Observatórios, para seguir as coordenadas estelares.

Independente do solo (ex: planície pedra calcária no norte de Yucatan), um sistema de escoamento das águas da chuva para uso tanto agrícola como pessoal de seus moradores, já foi definido, aproveitando o desenho do solo para melhor adaptá-lo, seja em cenotes ou poços. Para os terrenos difíceis como o de pedra calcaria, todo o solo era revestido por argamassa, impedindo que a água da chuva fosse imediatamente sugada. Essa argamassa feita de calcário queimado e moído possuía propriedades muito semelhantes ao cimento. Era utilizado nos acabamentos e para unir as pedras que com o desenvolvimento das técnicas passaram a se encaixar quase perfeitamente, sem necessitar mais da argamassa.

Outro ponto interessante na civilização maia era seu conhecimento astronômico, eles mapearam diversos cursos e fases celestes, principalmente da Lua e Vênus. Muitos templos tinham janelas demarcatórias para medir e acompanhar o progresso das rotas observadas. Templos arredondados (geralmente relacionada à Kukulcán) tinham a função de serem observatórios, e os templos sobre as pirâmides também eram utilizados para o mesmo fundamento.

Além de tudo os maias tinham uma escrita e contagem de tempo bem característico, onde os meses possuem 28 dias cada e o um ano 13 meses. Isso distribui exatas 04 semanas inteiras por mês, mais um dia Fora do Tempo. Isso soma precisos 365 dias ano, encaixando perfeitamente as fases da Lua, que batem certo com o dia estipulado no calendário.


Mas são tantas coisas a se falar desta civilização como a pirâmide de Kukulcán que tem ângulos perfeitamente calculados com os solstícios, cada uma das 04 faces se alinham com um dos pontos cardeais, tem 52 painéis esculpidos nas paredes que se referem aos 52 anos do ciclo de destruição e reconstrução do mundo, de acordo com a tradição maia.

Kukulcán é a principal estrurura de Chichén Itzá e mostra profundos conhecimentos na area da matematica, astronomia, geometria e acústica. A civilização Maia por muitos aspectos trás supresas em avanços para milhares de pesquisadores. Muito sobre sua cultura ainda é distorcido ou ignorado.

O que se sabe é, os Maias conheciam fatos atuais, de nossa civilização deixando registrado em suas grandes obras, atraves da escrita e arte. O calendário registrado encontrado pelos arqueólogos marca até a data de 2012.

Sumérios


A Suméria é considerada uma das civilizações mais antigas da humanidade, localizava-se no sul da Mesopotâmia, estando posicionada entre os rios Tigre e Eufrates. Os arqueólogos datam o inicio desta cultura por volta de 5.000 a 4.000 a.C.

Esta civilização é considerada “Pai” da astronomia, estando entre os primeiros a ter uma visão heliocêntrica (Sol no centro do sistema solar), possuindo também descrições de um planeta chamado Nibiru com uma extensa orbita. Deixaram um legado de Cidades-Estados construídas em espaçosos terraços artificiais, com sistemas legais, administrativos com cortes judiciais e prisões (sendo Ur a mais conhecida); possuíam uma escrita cuneiforme (antecedente a todas as formas de escrita), criando escolas para a transmissão de seus conhecimentos.

Desenvolveram sistemas numéricos com os quais inventaram o relógio de 60 segundos, minutos e 12 horas, além do calendário que utilizamos contendo 12 meses. Foram os primeiros que se tem conhecimento a domesticar plantas com plantações sistemáticas e animais através de confinamento e procriação.

Muitos de seus inventos usamos quase que diariamente como martelos, pregos, brocas, anéis, alfinetes, cola, caixas, barcos, sandálias, botas, etc.

Sua influência segue para além, seus conhecimentos medicinais ficaram de herança para os babilônicos e contribuiu em muito para os mundos ocidentais e orientais. Em Nippur foi encontrado escritos que podem ser considerados o primeiro manual de medicina do mundo, nele se encontrava formúlas quimicas com termos tão especificos que foi necessária ajuda de quimicos para tradução. Entre os medicamentos mais tradicionais estavam os laxantes e diuréticos.

Exemplo de Zigurate

Uma de suas estruturas muito interessantes eram as Zigurates, templos que poderiam ser considerados o centro principal das Cidades-Estados. A importância que os sumérios davam para suas crenças era imprescidivel para a organização de sua sociedade.

As Zigurates eram a ponte que ligava os Deuses aos Sumérios e ali, naquelas construções eles podiam descer a Terra. Os Templos eram construidos em colinas artificiais e as construções eram feitas com tijolos de barro e não utilizavam de argamassa ou cimento, usavam fileiras duplas de tijolos e no meio preenchiam com betume e outros materiais.

O formato do Templo é de uma piramide terraplanada. Vários andares, um sobre o outro, sendo que a medida que sobe os andares diminuem de tamanho. Essas plataformas podiam ser ovais, quadradas ou retangulares, variando de 02 a 07 elevações. O acesso era feito por rampas que se estendiam até o cume.

Ilustração sobre a Babel Bíblica

A parte externa era com adornos envidraçados em diversas cores que tinham ligação cosmológica. Essas largas contruções supostamente serviram de inspiração para a Torre de Babel da biblia, nomeada também de Marduk que se localizava na antiga Babilônia, possuindo 07 andares de porproções singulares. Mas pouco se sabe sobre o que acontecia dentro destas belas edificações, sobrando apenas para os historiadores suposições de suas reais funções.

FONTE: PORTAL ARCO-IRIS