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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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terça-feira, julho 5

A ÁGUIA


 

As penas da Águia são usadas em todo o mundo como ferramentas cerimoniais e são consideradas como ferramentas de cura das mais sagradas. São um símbolo de poder, cura e sabedoria. Águia representa um estado de graça que se alcança mediante o trabalho, a compreensão e o cumprimento das provas de iniciação que resultam em recuperar o nosso poder pessoal.

(Laura Moreno)

A Medicina da Águia é o Poder do Grande Espírito. É o espírito da tenacidade. É o dom da visão clara com a qual verdadeiramente se vêem as coisas que se olham. É a paciência para esperar o momento oportuno. É viver em equilíbrio com a terra e os céus. A Águia faz você lembrar a sua conexão com o Grande Espírito. Te avisa que o universo está te apresentando a oportunidade de voar por cima dos níveis mundanos de tua vida, ou por cima da sombra de realidades passadas. Águia te ensina a olhar alto para tocar ao Abuelo Sol com teu coração, a amar a sombra tanto como a luz. Águia te pede que se permita a liberdade para alcançar a alegria que teu coração deseja.
Portal arco-íris

quinta-feira, março 31

Oração HO'OPONOPONO:

Em situações difíceis, onde você possa se sentir desamparada (o), quando suas
emoções estão em desequilíbrio e os pensamentos fluem desordenadamente
criando mais aflição, faça a oração HO'OPONOPONO:

“Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofenderam,
à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos,
palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, liberar,

cortar todas as lembranças,  bloqueios,

energias e vibrações negativas e transmute
estas energias indesejáveis em pura luz...
E assim está feito.”
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.Sou grato. Sou grato.

quarta-feira, março 30

COMPOSIÇÃO DO SER HUMANO COMPLETO

O ser humano completo é trino, ou seja, é formado por 3 Eus ou mentes, dessa forma:
Mente Subconsciente (Unihipili), que controla os movimentos involuntários do corpo (e.g., batimento cardíaco), controla as emoções e o armazenamento das memórias. É o subconsciente que se comunica com a Superconsciência.
Mente Consciente (Uhane), a parte do homem que é capaz de articular o raciocínio e a fala, efetuar os movimentos voluntários, etc.

Superconsciência (Aumakua), o divino em nós que se encontra no Plano Causal, de onde todo o universo à nossa volta é materializado.
Cada uma dessas mentes é impulsionada por 3 formas de força vital
  • Mana
  • Mana-mana (frequência dobrada pela força de vontade da mente consciente)
  • Mana loa (frequência ainda mais alta potencializada pela Superconsciência)
Temos 3 corpos etéricos (corpos de luz), envoltórios de cada uma das 3 mentes
  • Psicossoma
  • Mentalsoma
  • Corpo de luz da Superconsciência
Temos 1 corpo físico
Ao todo são 10 elementos do ser Humano completo.

ESSÊNCIA DOS ENSINAMENTOS DA HUNA

: Essência dos ensinamentos da Huna
O grande segredo da magia dos kahunas é a realização que não há separação entre o homem
e o Universo, tudo é possível, não há limites.
O universo à nossa volta (e.g., nossos relacionamentos, nossas posses, tudo o que
nos acontece) é criado por nós mesmos em função de nossa memória subconsciente e nossos
preconceitos. Por exemplo, em nossa sociedade riqueza que vem fácil é sinônimo de usura
(abuso do próximo para obtenção de mais riqueza) ou seja riqueza virou pecado. Essa crença/
esse preconceito, cria um bloqueio no sub-consciente e no relacionamento harmônico
do Eu trino (mente sub-consciente, mente consciente e superconsciência) do indivíduo e
ele não consegue cristalizar em sua vida o sucesso material e a abundância a menos
que os obtenha à duras penas.
Normalmente, se não conseguimos criar uma situação almejada, relacionamentos felizes e
edificantes, ou não conseguimos materializar algo objetivo (e.g., abundância) é porque
nutrimos um bloqueio/preconceito ao nível sub-consciente.
O objetivo da Huna é entender os possíveis bloqueios, complexos e fixações registrados pela
mente sub-consciente para eliminá-los e assim eliminar tudo que limita o Ser. Também
procuramos trabalhar os elementos componentes do ser humano completo para harmonizá-los
(e.g., sub-conscientemente uma pessoa pode não se sentir amada por ela mesma, falta de
amor próprio, nesses casos ela pode sabotar seus próprios projetos como forma de revanche).
A Huna nos faz abrir os olhos e enxergar que não somos vítimas de absolutamente nada, mas
que de fato nós criamos o Universo à nossa volta. Com isso fica claro que nosso é o objetivo
do auto-conhecimento e da transformação profunda para retirar bloqueios e fixações registrados
em nossa mente sub-consciente eliminado assim esses limites.
Um pensamento do Dr. Wayne Dyer que está bem alinhado com a psico-filosofia da Huna é mais ou
menos assim: No Universo, nada é por acaso ou acidental, tudo acontece no espaço e tempo que
tinham que acontecer. Você criou o evento, não se lamente, pare e acalme-se, pense o porquê
desse evento e o quê de edificante ele traz a você e aos seus. Dependendo da maneira na qual
você enxerga as coisas, as coisas que você enxerga mudam.

O NASCIMENTO DA HUNA

A Huna não é a religião ou crença espiritual havaiana que chamei anteriormente de Ho´omana. Ela é apenas inspirada nessas crenças espirituais.
A Huna nasceu no fim do século XIX, portanto faz parte do movimento chamado Pensamento
Novo (New Thought) que viu nascer a Teosofia (Helena Blavatsky, Charles Leadbeater) e o Espiritismo entre outras escolas de pensamento e não faz parte do movimento moderno da Nova Era que é do fim do século XX.
Tendo se mudado para o Havaí no início do século XX, o americano Max Freedom Long ouviu desde cedo estórias, sempre envoltas em mistério, sobre os kahunas havaianos e seus feitos surpreendentes: controle dos elementos, comunicações com os animais, curas milagrosas/instantâneas, caminhadas sobre lava vulcânica incandescente, etc. Max e nenhum outro ocidental conseguia maiores informações a respeito dos kahunas e sua magia além de boatos falados sempre a meia voz, era tabu para o havaiano falar sobre isso com um ocidental.
Intrigado, Max contatou o Dr. Brigham, famoso cientista botânico e curador do Museu Bishop de Honolulu para ver se alguém nas rodas ciêntificas locais tinha se interessado pelos kahunas. O próprio Dr. Brigham, após conferir o conhecimento e o entendimento metafísico de Max repartiu com ele suas notas e relatos que documentou ao longo de seus 40 anos de estudo da magia dos kahunas. Contudo, Max não conseguiu conhecer pessoalmente um kahuna.
Após seu retorno à costa oeste americana, Max teve um insight:
O segredo está codificado na própria lingua havaiana. Ele distilou/retirou o conhecimento metafísico havaiano do estudo da raíz das palavras havaianas e outras fontes como cãnticos ao longo de um extenso período de estudos.

terça-feira, março 29

A "BÍBLIA " KAHUNA

Muito da filosofia kahuna está expresso no chamado “Cântico da Criação”, também conhecido com o Kumulipo, que é o equivalente de uma “bíblia” kahuna como algo disponível hoje.
Originalmente parte de uma tradição oral que foi passada pelos kahunas treinados na memória perfeita, ela provavelmente foi compilada em sua forma presente em aproximadamente 1700 pelo kahuna Keaulumoku.
 Todas as traduções têm sido feitas (e não há muitas) vêm de um manuscrito que foi de propriedade do rei Kalakaua, que foi muito interessado em preservar as tradições havaianas, incluindo os segredos do Huna e a função dos kahunas como curadores.

 

Na filosofia kahuna, ambas as palavras espirituais e materiais formam como resultado um intercâmbio entre forças relativas, muitas vezes representas pelo masculino e feminino. Para todo “deus” no panteão havaiano, com poucas exceções, há uma contraparte feminina para ajudar na criação. Muitos deles são nomeados nas primeiras sete seções do Kumulipo, ao longo de versos que contam da formação da vida das plantas e animais na terra. O oitavo e nono capítulos ou seções, aparentemente contam o surgimento do homem dentro da percepção consciente e da sua multiplicação sobre a terra. O resto do total de sessenta seções da versão de Kalakaua mostram muitas genealogias, exceto por uma consideração sobre o herói cultural, Maui.

Um problema que os estudantes têm com o Kumulipo, entretanto, é que eles não conseguem concordar em como foi traduzido. Numa tradição oral com uma língua como o havaiano, muito depende de sutilezas de pronúncia e contexto que não podem ser adequadamente transmitidos em palavras escritas. Para deixar tudo mais difícil, os kahunas tinham o hábito de incorporar várias camadas de significado nos cânticos, as quais eram feitas para os chefes até em suas canções de amor. Durante uma visita com amigos kahunas no Hawaii, eu soube que o Kumulipo tinha sete camadas de significado, e eu teria a chave de uma camada na qual estava trabalhando.

Quando eu perguntei porque eles mesmos não tinham traduzido, disseram que não tinham muita experiência como eu em traduções, isso não era divertido, e que tinham coisas melhores a fazer.
Para dar um exemplo do que está envolvido, aqui está a primeira linha do Kumulipo:
O ke au i kahuli wela ka honua

E aqui estão várias maneiras nas quais tem sido traduzida:

“A roda do tempo gira para as cinzas queimadas do mundo” (Adolf Bastion)
“ No tempo que retornar o calor da terra” (Queen Liliuokalani)
“ O tempo quando a terra estava se tornando ardente” (Kakahi)
“ No tempo quando a terra se tornou quente” (Martha Beckwith)
“No tempo quando esta terra se desenvolveu como uma bola de fogo flamejante” (leinani Melville)
Sem negar que qualquer das acima citadas possa estar correta, há mais três que eu fiz. A última é parte da tradução na qual eu estou atualmente trabalhando:
“Houve um tempo quando a terra mudou violentamente”
“O ato de semear transformou a terra com paixão”
“O pensamento muda as coisas na terra”

texto de Serge Kahili King

sábado, março 19

HUNA: O CASAMENTO CELEBRADO NO CÉU

Huna: O Casamento celebrado no Céu
por Jens Federico Weskott - jweskott@uol.com.br


Através do período de crescimento o Eu Superior age como guia e diretor. Ele é o Eu que evoluiu um passo além do eu médio. Cuida de nós, nunca usurpando nosso livre arbítrio, mas ajudando a acumular experiência e crescer. Os Kahunas acreditam em camadas e camadas de conscientização crescente, porem estão essencialmente envolvidos com o nível de evolução acima do eu médio – o Eu Superior ou Aumakua.

Durante o período terrestre de evolução, a unidade de energia consciente que chamamos homem tem uma tarefa elementar de aprender a guiar e controlar o eu básico animal de sua constituição. À alma nova tende a ir atrás de suas emoções (regidas pelo eu básico) a fim de gerenciar a vida. Quando se cresce em termos de encarnações, tenta-se controlar as emoções em vez de deixar-se controlar por elas. A ‘alma jovem’ fica irada quando contrariada; a ‘alma antiga’ supera suas emoções e permanece calma sem ressentimento.

Uma emoção jamais superada é a do amor. O amor é o denominador comum da evolução espiritual da humanidade. A perfeita capacidade de amar sinaliza a alma evoluída. Finalmente se aprende a amar tão bem a fim de evoluir ou graduar-se ao nível do Eu Superior. O eu básico de uma pessoa pode demorar dúzias de encarnações até ser menos animal e mais como um eu médio, mas quando a lição é aprendida, na próxima vez nasce como eu médio. Neste ponto, um eu médio masculino avança ao nível do Eu Superior e se une a sua ‘alma gêmea’ (um eu médio feminino) e o par unido e harmonizado torna-se um novo Eu Superior. Como Eu Superior, seu amor é perfeito e incondicional como o amor do homem e da mulher quando unem e harmonizam seus seres para transformar-se em um novo Eu Superior. É esse o ‘casamento celebrado no céu’ do qual fala a Bíblia como também a provável origem do conceito das ‘almas gêmeas’.

Max Freedom Long salienta que a Esfinge é realmente um monumento de essa ‘graduação’ quando após da ultima encarnação e harmonização os dois eus médios evoluem e se graduam para virar um Aumakua ou EuSuperior. Na literatura cristã aparece o ‘Pai’, mas não a ‘Mãe’ que está incorporada ao Pai.

Os gêneros se reúnem no fim do período de evolução a fim de tornar-se o Superconsciente ou Eu Superior. O novo Eu Superior vira o Pai-Mãe do antigo eu básico. Um novo eu básico evolui do nível animal para ser o terceiro membro do novo homem trino. Pense os três eus do homem encarnando como equipe. Quando um deles avança um degrau na escada da vida, os outros também progridem – sempre ao mesmo tempo, nunca separados. No topo da escada, o Eu Superior evolui para um nível ainda mais elevado chamado Akua Amakuas, os Eus Superiores deuses. Provavelmente há muitos outros níveis de desenvolvimento, embora esejam fora do alcance do eu médio humano, já que é impossível imaginar o Deus Supremo. Quando alguém avança um degrau, o degrau inferior fica vazio. De acordo com Huna, uma entidade animal se agrega à equipe como eu básico, e assim começa uma nova encarnação.

Esta crença é ilustrada de modo clássico pela figura totêmica da Nova Zelândia. Revela o conceito de o homem possuir três espíritos, sendo o mais avançado uma entidade dual, uma unidade masculina junta a uma feminina. A figura mais baixa do mastro talhado representa um tipo de animal. Acima do espírito animal, muitas vezes com pernas e braços entrelaçados ao pescoço do eu básico, aparece uma figura mais humana. Acima do segundo espírito, com um corpo pequeno, há uma figura de duas faces opostas em uma única cabeça. O espírito superior é representado com asas que indicam que pode voar acima dos espíritos inferiores.

Os Kahunas do Havaí consideram a reencarnação uma verdade tão difundida que não fazem esforço nenhum de ocultá-la sob um termo do código. Simplesmente a chamam ‘hou-ola’. Ola quer dizer ‘vida’ e hou ‘novo; repetir; fazer de novo como antes’. Sua frase ola honua traduz uma ‘vida anterior’, e também ‘naturalmente, ‘sem causa’. É obvio que os Kahunas acreditam ser natural e sem causa alguma de o homem viver várias encarnações antes de graduar-se na escada da vida.

Ao viver como eu básico em um corpo animal, parece-nos que existimos sob um conjunto de leis para crescer e evoluir, e como eu médio compartilhamos as provações e adversidades do corpo físico. Estamos sujeitos a doenças e pobreza tanto quanto às dores que nós impõem os cruéis. Quando o corpo está cansado, passamos por um tempo ao outro lado e descansamos a fim de assimilar as lições aprendidas para logo encarnar uma vez mais sob a grandiosa lei que guia toda evolução.

Aos que procuram pelo sentido da vida, Huna oferece um propósito sensato e confortador: a imagem de um Deus ao nosso alcance. Sob todos os pontos de vista, o Eu Superior aparece como o conceito mais lógico e crível do ‘Deus dentro de nós’. Acima do Eu Superior podem estar seres ainda mais evoluídos, mas para o propósito da vida diária é suficiente saber que existe um Eu Superior, que é parte de nosso ser integral e que está pronto e disposto a nós ajudar.

postado por graca souza, às 19:33

A MAGIA PERDIDA DOS HUNAS

As bases do conhecimento Kahuna

Os Kahunas ensinaram que o pensamento humano não esta capacitado a entender de maneira clara uma forma superior de consiência que não seja semelhante a sua própria, por isso todos os esforços para imaginar um Deus supremo seria pura perda de tempo. Acreditavam existir uma fonte criadora, não obstante, suas orações não eram para essa fonte.

Crentes de que várias camadas hierárquicas se formam acima de seu nivel médio de consciência, os Kahunas simplesmente não se importavam com estas inteligências superiores pois acreditavam piamente que tendo acima si um ser paternal "Aumakua" quando da necessidade de orações aos seres mais elevados este saberia quando e como faze-las.

Devido a esta atitude considerada por eles sensata, o sistema permaneceu simples e livre dos padrões estabelecidos pelos homens, pratico e voltado a resultados preponderando o pensamento humano sobre a matéria.

Favorecidos pelo isolamento, a natureza filosófica de suas práticas mágicas não criou espaço para valores encontrados facilmente em outras religiões, não tinham salvadores e nem salvação, sem inferno, nem céu, nenhuma base a ser seguida em livros iluminados, nos quais houvessem sido escritos palavras como: "Assim falou Deus...", na verdade nunca possuiram livros, pois sua linguagem não foi escrita até os tempos modernos, desta forma, viveram livres de qualquer tipo de opressão dogmática por séculos.

O sistema considera qualquer homem subdividido em 3 claras partes distintas:

"O EU BÁSICO" - Subconsciente,verdadeiro,memória,emoção,
telepatia,apoia-se nos 5 sentidos

"EU MÉDIO" - Consciente,Racional,Persona,Dia-Dia,Só ele pode pecar "fazer mal"

"EU SUPERIOR"- Super-consciente,Mentalização,Anjo da guarda,ligação com os superiores

As 3 forças básicas: a primeira unidade é a FORÇA, que é dirigira pela segunda, a CONSCIÊNCIA. A terceira é a SUBSTÂNCIA da qual a Consiência extrai a Força.

Se os Kahunas estiverem certos em sua idéia de que a consciência humana é composta neste plano, de dois espíritos separados, com um terceiro que age como um anjo da guarda, somos levados a reconsiderar nossas teorias a respeito da alma humana. Quando estabelecemos que possuimos um ser inferior dentro de nós, somente um grau acima dos animais irracionais, assim como um espírito mais desenvolvido que esta há muito tempo fora do reino dos animais, nossas idéias de salvação deveram tambem ser remodeladas.

Duas salvações seriam requeridas, uma para cada alma porque estão em diferentes planos de desenvolvimento, a concepção religiosa do Karma e reencarnação deverá também ser repensada, deixando de lado aqui o espírito superior que é em teoria o mais velho e mais desenvolvido dos três.
Na maioria das religiões estamos acostumados a considerar Deus como trino, mas aparentemente perdemos de vista o homem como um similar tríplice. Esta é uma das razões para a harmonia em que viviam os membros desta cultura, o respeito humano era como um fator chave de suas vidas.

Todas as religiões misturam-se com magia, a oração seja ela qualquer é magia, tudo o que fazemos para obter benefícios para nós próprios nesta vida ou na próxima é parte da magia. Magia é obter alguma coisa de fontes supra-normais.

O princípio do credo dos Kahunas, consistia em "não fazer o mal para ninguem" e com este preceito a religião ficou preservada moralmente até os dias de hoje.

sexta-feira, março 18

A MAGIA DOS HUNAS

Muito embora o que vamos relatar seja de esclarecimento recente ao mundo ocidental (início do século), a religião Kahuna (lê-se Carruna), é uma ciência com certeza mais antiga que os segredos Babilônicos e Egípcios.
A tradição nos traz as lendárias doze tribos que certa vez viveram no deserto do Saara, quando este, ainda era uma terra fértil e cortada de rios.

Após vários séculos os rios secaram e as tribos por razão de subsistência mudaram para o vale do Nilo, uma vez lá, vieram a embriagar todos os outros povos com sua magia. Previsto um longo período de escuridão intelectual onde o "Segredo" corria o risco de se perder, as tribos decidiram partir deixando que o tempo se incumbisse de preparar sua volta para o mundo. Onze dessas tribos, após uma exploração psíquica, decidiram por viajar para o leste onde várias ilhas do Pacífico eram desabitadas.

 Começaram sua jornada atravessando o mar Vermelho, dai ao longo da costa Africana ou India. Após vários anos os da décima segunda tribo por razão ainda não esclarecida, decidiram por voltar e ocupar a região onde hoje chamamos de Montanhas Atlas ao norte da África. A história não reserva muitos detalhes sobre a viajem a não ser que prosseguiam com incrível determinação de terra para terra em grandes canoas duplas. Em determinado momento foram encontradas as oito ilhas Havaianas, que rapidamente foram reconhecidas como a terra prometida de seus antepassados.

As equipes de exploração voltaram as ilhas mais próximas a fim de levar o restante das tribos que la permanecera para descanso. Arvores, plantas e animais foram transportados subsequentemente a medida que as tribos iam se instalando no Havaí, um longo período de isolamento se seguiu.

quinta-feira, março 17

XAMANISMO HAVAIANO

O termo Xamã pode ter-se originado da palavm SAMAN, do povo Tungu da Sibéria. Significa "alguém que está exaltado, comovido, elevado". Por outro lado pode ter suas raizes, num antigo vocábulo Indu, que significa "aquele que pratica austeridade". Hoje este termo e muito usado pam os sacerdotes, pajés e Kahunas ou seja todos aqueles que trabalham ligados com as antigas tradições em contato direto com a natureza. Nas ilhas havaianas Xamãs/Kahunas eram guardiães de HUNA "O SEGREDO"

O DECODIFICADOR
Max Freedon Long
foi o incansável pesquisador e decodificador de Huna. De religião Batista, pesquisador incansável muitas vezes frequentava a Igreja católica, com um amigo de infância Neto de fazendeiros do Iowa, viveu momentos agradáveis no meio rural. Quando menino viveu em Wyoming e desde os sete anos de idade, experimentava a realização de sonhos. Seus pais possuíam os mesmos dons. Estudou Ciência Cristã, Teosofia além da prática do Zen com um bispo americano. Mais tarde aperfeiçoou-se com um Mestre Japonês experimentando o Satori. estudou todas as religiões ao seu alcançe. Após cursar a escola normal, formou-se em psicologia.

O SONHO
Os quatorze anos vividos no Havai, ocorrem de forma bastante peculiar. Numa noite viveu um sonho marcante. Nele em instruído a ir em um cruzamento de duas ruas em urna cidade próxima. Ao acordar seguiu as orientações. Lá chegando, encontrou um velho amigo de infância, que estava desesperado. Havia se inscrito em um programa do governo americano para lecionar no Havaí e só poderia desistir se arranjasse alguém para substituí-lo. Seu objetivo em lecionar em uma famosa praia turística; contra sua vontade, fora designado para lecionar em um sítio afastado.

A VIAGEM
Convencido, em 1917, Max chega ao Havai. Depois de uma viagem de vapor fora de Honolulu, conhece a escola, onde lecionaria por um período. Maravilha-se com o lugar perto do vulcão Kilauea. Os espetáculo das atividades vulcânicas provocava admiração em Max. A escola em composta

Ídolos de Madeira
Em 1820, antes da chegada dos missionários, grandes plataformas de pedras estavam erguidas ao longo das oito ilhas, com ídolos de madeira e seus altares para sacrifícios
Apesar das leis impostas pelos colonizadores, nenhum oficial de policia ou magistrado havaiano se atrevia a colocar na prisao os Kahunas. A magia havaiana continuava viva e oculta dos brancos. No inicio do quarto ano. Max Freedon mudou-se para Honolulu e conheceu o museu Bishop. Fundado pela realeza havaiana. destinava-se a amparar crianças de sangue havaiano. Sua visita tinha o objetivo de encontrar respostas a inúmeras perguntas. Long conheceu o respeitado curador do museu Dr. Brighan. experiente em escavações e nas pesquisas havaianas era conceituado pelo museu Britânico. Com Dr. Brighan. Max enriqueceu e avançou muito em suas pesquisas. Deixou o relato em seus livros,de inúmeros casos. entre eles. a cura instantânea de uma perna fraturada. por uma Kahuna. Um incrível caso do afogamento de um menino e a constatação de sua morte. Após horas do acidente. foi chamado urn Kahuna. que ressuscitou o menino. Outra experiência foi com Brigham e um grupo de havaianos quando andaram sobre lava quente. Além do susto Brigham teve suas botas incineradas.

Max encerrou suas pesquisas em 1931. Desvendar "0 Segredo" que dava aos Kahunas poder. parecia estar definitivamente restrito e velado aos estrangeiros.

PSICOFILOSOFIA

De volta ao continente Norte Americano e vivendo na California em 1935. Max acordou no meio da noite com uma idéia. Devido seus anos de vivencia no Havai, observou e estudou os mitos, simbolos e lendas havaianos além de ser testemunha ocular de "milagres". Sabia que a magia dos kahunas possuía muitos nomes para os elementos. Estes. transmitidos de geração em geração oralmente.

Em 1820 missionários cristãos compilaram um dicionario com muitas falhas em sua tradução. A interpretação das palavras havaianas. era feita através de conceitos deturpados. Max usou o dicionário e somando sua admirável capacidade de observação juntamente com as experiências vividas no Havai. Assim decodificou e estruturou o que ele chamou de: Psico-filosofia HUNA. Sua formação acadêmica. contribuiu para correlações entre a psicologia e a tradição dos Kahunas.
Compilando elementos da Magia Havaiana. Max sistematizou. decodificou e identificou os elementos . Max fundou a Huna Research, associação ativa nos dias atuais. divulgando a Psicofilosofia Huna. Conhecida internacionalmente e com muitos associados. Possui sede própria no Brasil.

segunda-feira, março 14

SIMBOLO HUNA

KAHUNAS

SAUDAÇÕES !
    

Nas ilhas havaianas os Xamãs = Kahunas eram guardiões da Huna = Segredo. Por incrível que pareça uma pessoa da religião batista Max Freedon Long foi o grande pesquisador, que decodificou os ensinamentos Huna. Ele também freqüentava a igreja católica na infância com um amigo, viveu parte de sua vida no meio rural.
 Estudou ciência cristã, teosofia, prática do Zen com um bispo americano. Mais tarde aperfeiçoou-se com um mestre japonês, chegando ao Satori (nirvana). Estudava  as religiões.
 No Havaí, Max encantou-se com as atividades vulcânicas, perto do vulcão Kilauea, até que fica sabendo dos Kahunas ( Ka significa guardião e Huna, segredo = kahuna = guardião do segredo.
Como ocorreu com povos nativos em todos os continentes, os havaianos nativos sofreram pressão do governo, no processo de colonização que proibia as atividades mágicas dos kahunas, então Max teve que realmente ir a luta e buscar informações. Corria pela população o mito da deusa Pele, que habitava o vulcão Kilauea, e visitava os nativos, pedindo tabaco. Max ficava sabendo de casos de magia, previsões de futuro, curas, contato com espíritos, uso de elementais, controle de animais, materializações, andar em lava quente, etc.
 As pessoas que quebravam o Kapu (código religioso e social) eram punidas pela magia havaiana. Mesmo com a repressão, os nativos permaneciam fiéis ao Kapu (como o Alcorão), e mantinham suas crenças vivas, aplicando-as ao cotidiano. O interessante é que apesar da imposição das leis, os oficiais de polícia não se atreviam a colocar os sacerdotes kahunas na prisão. A magia de certa forma assustava os brancos.
Max dedicou seus estudos à filosofia Huna e observando e estudando os mitos, símbolos e lendas, além de testemunhar  "milagres", e decodificou o que chamou de Filosofia Huna, compilando elementos da magia havaiana e fundando a Huna Research, divulgando os mistérios no mundo inteiro .
            
Os Kahunas eram especialistas em agricultura, construção de cabanas e barcos, pesca, astronomia, religião, medicina, psicologia. Entre esses conhecimentos existiam as seguintes artes :
·     uso de encantamentos para levar ou trazer a morte
·         arte de afastar uma entidade demoníaca espiritual em missão de morte
·         maestria em capturar espíritos 
·         maestria em preces especiais de serviço 
·         arte de fazer profecias do tempo 
·         adivinhação 
·         sacerdotes da saúde que trabalhavam com ervas. Curavam ossos quebrados e  outros traumas instantaneamente ou em alguns dias, através de preces ou processos esotéricos. 
·         sacerdote dos ventos com poderes sobre espíritos 
·         condutores de esperemos de pessoas falecidas. Ajudavam os espíritos a se elevarem até a divindade. 
·     psicólogo

sexta-feira, outubro 17

FILOSOFIA KAHUNA

A Filosofia Kahuna dos havaianos (hawaii) pode ser resumida em quatro afirmações:

1) "Você cria a sua realidade (Ike)"

2) "Você recebe aquilo em que você se concentra (Makia)"

3) "Você é ilimitado (Kala)"

4) "O seu momento de poder é agora (Manawa)"

Kahuna é uma palavra oriunda do sânscrito que designa qualquer ação de um ser que diminua o sofrimento de outro(s) seres(s). Ou seja, (é todo ato praticado para aliviar o sofrimento do próximo), por isso podemos traduzir Kahuna para "ato compassivo" ou literalmente "compaixão".(fonte:Wikipédia).

HUNA, significa " o segredo ". Enquanto os medicamentos modernos tem suas raízes a menos que 350 anos passados, HUNA, por outro lado, existe há mais de 5,000 anos. É um sofisticado sistema que integra mente, corpo e espírito em ações e materializações para a felicidade pessoal e para a felicidade de nossa "teia-de-vida". Possui respostas aonde nem mesmo a ciência moderna consegue pensar em perguntar.

Esta antiga tradição acredita que a chave para viver uma vida integral esta em despertar e integrar nosso Eu’s Inferior ( Subconsciente ), com o Médio ( Consciente ) e o Superior ( Espiritual Ou Superconsciente ). Assim, através dessa inte-gração, Huna nos oferece uma profunda e bela filosofia de vida centrada no Amor, enxergando o Ser Humano, a Natureza e o Divino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade cósmica. Historicamente o KAHUNA é o Mestre Espiritual Guardião do conhecimento HU-NA e da Tradição.

HUNA foi proibida e o KAHUNAS tiveram que trabalhar na clandestinidade. As-sim, a Sabedoria Espiritual HUNA ficou oculta por muitos anos. Hoje, nessa nova idade do Planeta, a prática HUNA uma vez mais emerge – através de muitos pou-cos eleitos - para nos ajudar a curar de forma abrangente e total.

A diretriz básica de HUNA é: O único pecado existente é fazer mal aos outros ou a nós mesmos. Ou seja, em pensamentos, palavras e obras. Por ex: Quando criticamos alguém em voz alta, ou em pensamento, reforçamos aquela qualidade, naquela pessoa, consequentemente, pecamos!

Os Sete Princípios HUNA

IKE – O mundo é o que pensamos que seja. A Realidade é Maya. Todos os sis-temas são arbitrários.
KALA – Não há limites. Tudo está conectado, qualquer coisa é possível, a sepa-ração é apenas uma ilusão.
MAKIA – Tudo é energia e a energia flui onde existe a atenção e intenção e a a-tenção está onde a energia flui.
MANAWA – Este é o momento do poder e a energia aumenta com o poder senso-rial da atenção, foco e intenção.
ALOHA – Amor é ser feliz. O amor energiza e o julgamento diminui a energia. Tu-do é vida, ativo e responde à energia. Amar é ser feliz com todas as coisas e pes-soas.
MANA – Todo o poder vem de dentro de nós. Tudo tem energia e poder e o poder vem da autoridade.
PONO – EFETIVIDADE é a verdadeira medida da verdade, Sempre existe uma maneira alternativa de se fazer qualquer coisa.

O caminho do Shamã é esse, o caminho do amor.

Fonte: Denise von Poser(Kahuna Reiki Master)