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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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domingo, dezembro 18

Conexão da Semana: A Determinação

 Conexão da Semana: A Determinação      

José era um dos doze filhos de Jacob, e desde pequeno mostrava as qualidades que lhe tornariam o herdeiro natural do patriarcado.  Os irmãos passaram a sentir muita inveja dele e um dia, possuídos pelo ódio, o atacaram no deserto e venderam-no como escravo.

José não sucumbiu ao sentimento de raiva e ao desejo de vingança dos irmãos. Mesmo mais tarde, quando preso injustamente, não esmoreceu.  Manteve-se sempre firme e aguardando dias melhores.

A conexão desta semana traz esta energia de determinação. Nos inspiramos em José para lembrar que mesmo os maiores obstáculos são temporários. Precisamos manter-nos firmes e não nos deixar contaminar pelos sentimentos negativos, já que temos algo muito importante a realizar.

Shalom! 

Atenção:  Se você acompanha as mini-aulas que disponibilizamos todas as semanas, por favor dê um "RESPONDER" neste e-mail. Precisamos reconhecer o nosso grupo. 
A seguir a mini-aula e o salmo 121, prática recomendada na semana.
[]s Ian Mecler.                                                                                    
Um cântico para ascensão. Ergo meus olhos para o alto de onde virá meu auxílio. Meu socorro vem do Eterno, o Criador dos céus e da terra. Ele não permitirá que resvale teu pé, pois jamais se omite Aquele que te guarda. Nosso Guardião jamais descuida, jamais dorme. Deus é Tua proteção. Como uma sombra, te acompanha a Sua Destra. De dia não te molestará o sol, nem sofrerás de noite sob o brilho da lua. O Eterno te guardará de todo mal; Ele preservará tua alma. Estarás sob Sua proteção ao saíres  e ao voltares, desde agora e para todo o sempre.

segunda-feira, fevereiro 27

MISTÉRIOS DO TERCEIRO OLHO




Tão pequena quanto uma ervilha e na forma de pinha – daí o seu nome –a glândula pineal é considerada como um terceiro olho, pois tem a mesma estrutura básica de nossos órgãos visuais.

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Acreditava-se, até há pouco tempo, que era um órgão atrofiado, um olho não desenvolvido, de funções indefinidas. Mesmo assim, despertou o interesse dos cientistas, que descobriram funções relacionadas à física e aos fenômenos paranormais.

Antena Parabólica

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Constataram que, como uma antena, a pineal, também chamada de epífise, é capaz de captar radiações eletromagnéticas da lua – que regula ciclos menstruais, por exemplo –, as radiações eletromagnéticas vindas do sol e ainda despertar a produção de certas substâncias neurotransmissoras, que estimulam a atividade física e mental. Também é a glândula pineal que ativa a produção de hormônios sexuais no início da puberdade, iniciando-se assim o ciclo da reprodução humana. Nos animais (sim, ela também está presente neles), capta os campos eletromagnéticos da Terra, orientando as migrações das andorinhas ou das tartarugas, por exemplo. E há ainda funções muito intrigantes relacionadas a esse ponto no centro do cérebro.

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“A pineal é capaz de captar campos eletromagnéticos não apenas desta dimensão, onde vivemos, que é a terceira, mas também de outras dimensões do Universo, acessando campos espirituais e sutis”, conta Sérgio Felipe de Oliveira, psiquiatra, mestre em ciências pela Universidade de São Paulo e diretor-clínico do Instituto Pineal-Mind, de São Paulo. Segundo a Teoria das Supercordas, da física quântica, existem ao menos 11 dimensões diferentes no Universo e é possível a comunicação entre elas. Em outras palavras: a pineal é capaz de detectar dimensões invisíveis aos olhos comuns, e esse pequeno radar está relacionado a fenômenos como clarividência (vidência de acontecimentos ainda não ocorridos), telepatia (comunicação por meio do pensamento) e capacidade de entrar em contato com outras dimensões (mediunidade).

Feito de cristal

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Após analisar a composição da glândula pineal, o cientista Sérgio Felipe de Oliveira detectou na sua estrutura cristais de apatita, mineral também encontrado na natureza sob a forma de pedras laminadas. Segundo suas pesquisas, esse cristal capta campos eletromagnéticos. “E o plano espiritual age por meio desses campos. A interferência divina sempre acontece obedecendo as leis da própria natureza”, esclarece Sérgio Felipe, que é diretor-presidente da Associação Médico-Espírita de São Paulo (Amesp). “Os médiuns, pessoas capazes de entrar em contato com outras dimensões espirituais, apresentam maior quantidade de cristais de apatita na pineal. Os iogues e místicos, que experimentam estados de meditação e êxtase profundos, têm menor quantidade”, atesta Sérgio Felipe. E ninguém pode aumentar ou diminuir essa concentração de cristais, garante o psiquiatra – ela é uma característica biológica, assim como a cor dos olhos e cabelos. Sérgio explica que a glândula é um receptor poderoso, mas quem decodifica as informações recebidas são outras áreas do cérebro, como o córtex frontal cerebral. “Sem essa interação, as informações recebidas não são compreendidas. É por isso que os animais não podem decodificá-las: as outras partes do cérebro deles não têm esse atributo”, conclui.


Onde mora a alma

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No Ocidente, a importante função dessa glândula foi descrita no livro A Terceira Visão (ed. Nova Era), escrito por um inglês que adotou o pseudônimo de Lobsang Rampa. O filósofo e matemático francês René Descartes (1596-1650) também se curvou ao fascínio da pineal. Na sua famosa Carte a Mersenne, escrita em 1640, ele afirmava que existe no cérebro uma glândula que é o local onde a alma se fixa mais intensamente. As religiões também consideram o terceiro olho como um centro de percepção espiritual. 

Para os espíritas – 

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A doutora Marlene Nobre, médica e diretora do jornal Folha Espírita, conta que as funções espirituais e psíquico-espirituais da pequena glândula eram consideradas pelo fundador do espiritismo, Allan Kardec (1804-1869), no século 19, e foram descritas no livro Missionários da Luz (ed. FEB), psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier (1910-2002) e publicado pela primeira vez em 1958. “Segundo o livro, a melatonina, o hormônio segregado pela pineal, gera os impulsos para as experiências que promovem seu desenvolvimento espiritual”, finaliza a médica. 

Para os hindus – 

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Na antiga tradição da Índia, dois chacras, ou centros de energia, são responsáveis pelo desenvolvimento da espiritualidade: o chacra do terceiro olho, que fica na testa, um pouco acima da linha das sobrancelhas, e o chacra coronário, no topo da cabeça. Esses dois centros, que captam e transmitem energia vital, dizem os indianos, revelam informações espirituais que influem em nossas ações e escolhas. “O chacra do terceiro olho é responsável pela clarividência e pela criatividade. O centro coronário nos reabastece de energia cósmica e nos dá força espiritual”, explica a professora de ioga Alda Biggi, do Centro Vishnu de Hatha Yoga, em São Paulo. As cores relacionadas ao chacra que fica no alto da cabeça são o branco, o violeta e o dourado. “Está ligado ao canal central de energia que passa pela coluna vertebral”, diz a professora. Ele rege a glândula pineal, que, para os hindus, é o principal órgão do corpo. “É a representação do céu dentro do homem e está associada às qualidades mais puras e elevadas que temos dentro de nós”, conta Alda. Já o chacra do terceiro olho está ligado à tonalidade azul-índigo e à glândula pituitária, que também fica no cérebro. “Ele influencia todas as formas de expressão, capacidade artística e intelectual”, complementa. 

Para os cristãos – 

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“Ela representa o Filho de Deus em nós, nossa consciência espiritual e amorosa, alimentada pela vontade divina que nos chega dos céus e o amor que vem do nosso coração”, diz Amarilis de Oliveira, doutora em psicologia e diretora do Instituto Cisne de Pesquisas, em São Paulo, dedicado a estudos na área da inteligência espiritual. “Ela é a única glândula do corpo diretamente ligada à Consciência Superior”, conclui.

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TEXTO: LIANE CAMARGO DE ALMEIDA ALVES
ILUSTRAÇÕES: PAULO NILSON

http://www.bonsfluidos.com.br"
por Margarida
portal arco-íris

quinta-feira, agosto 11

A Lei da dificuldade

Vencendo os Obstáculos no Caminho da Sabedoria
John Garrigues

John Garrigues (1868-1944) foi um dos  
fundadores da Loja Unida de Teosofistas, em
Los Angeles, em fevereiro de 1909. O artigo a
seguir apareceu inicialmente de modo anônimo
na revista “Theosophy”, em novembro de 1920,
pp. 28-29. Uma análise do seu conteúdo e seu
estilo indica que ele foi escrito pelo Sr. Garrigues.
A imagem simbólica do caminho espiritual como
um combate, e do aprendiz como um guerreiro ou
chefe militar, está presente no Bhagavad Gita hindu,
na lenda de Jesus, no Novo Testamento cristão,
nas Cartas dos Mahatmas da literatura teosófica e
nos livros das mais diversas tradições de  sabedoria.
Este é o tema do artigo “A Lei da Dificuldade”. [1]   
(C. C. A.)

                                                              
Adotemos como ponto de partida o fato de que existe em toda a natureza e em cada organismo a tendência de repetir cada ação realizada; e, em segundo lugar, o fato de que toda forma de consciência tem o poder de mudar qualquer ação ou sequência de ações.
Esta distinção entre consciência e forma mostra a dualidade essencial que há no fundo de toda manifestação descrita pelas palavras Espírito e Matéria.
Nenhum organismo tem qualquer inteligência ou poder de ação em si mesmo; ele é um produto, um efeito, e não uma causa.  O corpo não tem luz própria, e a mente tampouco; e o mesmo ocorre, podemos acrescentar, com os outros “princípios” da consciência no ser humano [2] e na natureza. O poder de iniciar a ação, ou de mudar a ação, ou de perceber os resultados da ação, está na Consciência e não na forma; no Espírito, e não na Matéria.

Mas todo organismo, de qualquer tipo ou característica, é composto de formas de consciência, ou “vidas”, cada uma com o seu próprio círculo de percepção, sua capacidade de iniciar ações, sua capacidade de mudar - todas elas mantidas em algum tipo de unidade de ação e coerência de direção pela força de uma Vida superior que usa a sua combinação como um veículo ou instrumento para a sua própria ação, em um círculo maior do que seria possível obter de forma isolada. 
A imagem simbólica de um exército, com o seu general no comando, os seus oficiais, seus soldados e um grau maior ou menor de disciplina, é uma ilustração exata da natureza de cada organismo, grande ou pequeno.

O ser humano é um organismo no qual o Eu Superior é o general no comando, e os diferentes princípios ou camadas [3] no seu exército têm suas divisões e soldados tirados de cada tipo de inteligência, de cada forma de consciência e ação possível neste sistema solar.[4] Os Mestres são Eus Superiores que colocaram os seus exércitos em um estado de perfeita disciplina e perfeito controle, e são capazes, portanto, de usar um poder de ação instantâneo e supremo em qualquer direção e qualquer plano da existência.
Até o momento presente, o ser humano ainda não conseguiu disciplinar o seu exército. Ele possui todos os elementos necessários em seu organismo, mas não tem certeza nem sobre si mesmo nem sobre seu exército. Falta a ele, em primeiro lugar, confiança em si mesmo; e, em segundo lugar, conhecimento sobre o que deve fazer e como fazer. Em outras palavras, a distância que ele deve percorrer para ter um verdadeiro exército é a mesma distância que ele deve percorrer para ser um verdadeiro general. Ele tem o comando, tem o poder, porque foi ele e mais ninguém que convocou seus soldados, vindos desde as seis direções no espaço; mas ele é alternadamente audaz e tímido, decidido e hesitante, excessivamente severo e excessivamente brando.

É claro que as entidades individuais que compõem o “exército”, ou a natureza, ou os princípios, ou os corpos do ser humano, têm, cada uma, a sua própria integridade; mas é igualmente claro que o “exército” não convocou a si mesmo, e que, na condição de exército,  não tem a iniciativa, nem possui poder de qualquer espécie, a menos que seja instigado e orientado pelo ser humano e pelo Eu Superior, o general.
Os ensinamentos da teosofia são a arte da Guerra, que inclui a formação, a organização e o treinamento de exércitos, assim como o uso do exército quando ele estiver pronto para a guerra. O estudante é o Eu Superior que aprende e se prepara para ser um verdadeiro general. Ele está engajado nesta tarefa há um número incalculável de vidas. Ele já fez algum progresso, mas também cometeu muitos erros, e seus erros se refletem nos hábitos, nas tendências e nas características do seu exército.

Ninguém pode vencer os seus erros, exceto ele mesmo. E ele precisa lembrar que só um pequeno número dos seus soldados tem inteligência suficiente para tornar-se inteiramente flexível e obediente às suas instruções, suas orientações e ordens.  Quase todos seus soldados têm seus desejos próprios, suas ambições e ideias próprias, que contrariam o propósito do general e destroem toda verdadeira disciplina do ponto de vista da organização de um exército.  Se abandonados à sua própria sorte eles farão revoltas, se tornarão totalmente insubordinados, e finalmente, se desintegrarão.
Naturalmente o general poderia matar os soldados desobedientes. Mas se fizesse isso eles já não seriam úteis em seu exército, e ele necessita de todos eles para que o exército permaneça completo. O exército deve estar completo, para que o general seja supremo no seu campo de batalha. O que ele tem que fazer é eliminar as práticas e tendências que destroem a disciplina. Só ele pode fazer isso.
Seus esforços são dificultados pela ignorância, pela falta de motivação, pelas características  adquiridas dos elementos que compõem os seus soldados; pelas suas próprias táticas equivocadas do passado; pela sua falta de firmeza para impor obediência à sua vontade. Estes fatores constituem os dois grandes obstáculos em seu caminho: a inércia dos soldados individuais, e os elementos rebeldes e indisciplinados em suas subdivisões menores.

Confiança em si mesmo, confiança em sua própria habilidade de aprender e aplicar a ciência da guerra, e aação a partir destas duas bases, formam a trindade que irá fazer do ser humano um Mestre do seu exército.
Quanto mais nós postergarmos, quando mais adiarmos e tentarmos contratar, subornar ou induzir outro indivíduo para que ele faça nosso trabalho por nós, mais o nosso exército se tornará difícil de controlar. Quanto mais ouvirmos o clamor dos soldados, quanto mais aceitarmos as suas falhas por falta de disciplina, tanto mais difícil será nossa tarefa. Quanto mais fugirmos e recuarmos do estudo e do esforço, tanto maior será a montanha de inércia a ser enfrentada e vencida.
Em muitas vidas diferentes já tivemos que morrer, isto é, de dispersar o nosso exército, sem cumprir a grande tarefa.  Conseguimos aprender algo, mas há duas coisas que ainda não conquistamos:
* decisão - confiança em nossa capacidade e nosso propósito -; e
* trabalho, o esforço contínuo por aprender e aplicar nosso ensinamento.
Para aprender estas duas coisas é necessário ter autodisciplina. Porque a Natureza, em todo lugar, é sempreuma ordem de acordo com o mérito.
NOTAS:
[1] Título original: “The Law of Retardation”. (C. C. A.)
[2] Os sete princípios ou níveis da consciência humana, em teosofia original, são:  1) Sthula-sharira ou corpo físico; 2) Prana ou vitalidade; 3) Linga-sharira ou “duplo sutil”, que reúne o patrimônio genético e os registros cármicos físicos da vidas anteriores, e indica os caminhos pelos quais a vitalidade deve chegar ao corpo; 4) Kama ou centro de emoções pessoais e animais, incluindo medo e ambição, dor e prazer, e lembrança e apego ou rejeição a tais emoções;  5) Manas ou mente; 6) Buddhi ou alma espiritual, a luz do eu superior, centro da percepção da fraternidade universal; e 7) Atma, a fagulha divina, a fonte da luz espiritual, a estrela, o eu superior, o princípio supremo, universal e impessoal. (C. C. A.)
[3] Veja a nota anterior.  Deve-se levar em conta que cada um dos sete princípios da consciência possui sete aspectos ou subprincípios.  Estes por sua vez também se subdividem em um sem-número de hábitos, possibilidades e unidades energéticas. (C. C. A.)
[4] A astrologia mostra que cada ser humano vive a todo momento um diálogo, ainda que inconsciente, com as influências dos diferentes planetas do sistema solar, conforme os planetas avançam ocupando diferentes posições no zodíaco,  ou mapa do céu. (C.C. A.)