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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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quarta-feira, fevereiro 29

QUARESMA E PÁSCOA



QUARESMA E PÁSCOA
(material de pesquisa antiga da internet; provável adaptação de Texto da Pax)

A Páscoa, juntamente com os festivais de Wesak e Asala, e o Natal, constituem as datas mais importantes do ano para os Seres da Grande Fraternidade Branca Universal.
A Páscoa é comemorada no domingo da lua cheia de áries . Páscoa, como você deve saber, é renascimento, ressurreição das energias antigas e limitadas, dos problemas e sofrimentos e, nesse processo, traz para nós a conexão com a passagem de Mestre Jesus na Terra.
Mas, antes da Páscoa, temos a Quaresma, que é o momento de preparação para a Páscoa. Quaresma é o tempo de introspecção, de vigília, de confronto com os nossos receios, limites e medos para que possamos transmutá-los.
Quaresma também é a época que o Plano Espiritual permite aos espíritos que ainda não atingiram a evolução estarem mais próximos da órbita terrestre. Portanto, vigie seus pensamentos e não se deixe envolver pela egrégora de depressão e problemas que algumas pessoas projetam nestes dias.
Durante 40 dias, Jesus jejuou e sozinho também confrontou-se com o seu Eu Inferior, com o seu Ego. Na Bíblia está escrito que neste período em que Jesus esteve sozinho jejuando, o “demônio” se apresentou e disse: “se tu és o Filho de Deus, converte estas pedras em pão.”. A explicação disso nós encontramos no Curso em Milagres , em cujas energias entendemos que a personificação do demônio só existe para aqueles que acreditam no limite do ego. Com essa explicação, é possível compreender que temos várias energias em nossas mentes e que a mente racional é pautada pelo poder do ego, pelo poder dos nossos vários “eus”: o racional, o inconsciente, o subconsciente, e também da nossa mente supra-consciente.
É cada vez mais importante saber vibrar em sintonia com nossa mente supra-consciente, com a nossa Mente Crística, aquela que é a morada do Espírito Santo em nós e, portanto, eu proponho a você que aproveite a Quaresma para fazer a lição de casa:
Y Vigiar o ego e transmutá-lo em Luz e Amor;
Y Adequar a sintonia do pensamento com o que você sente e pautar as suas ações na esfera da sua própria verdade;
Y Ser “leve” com você mesmo, sem auto-punição ou pensamentos destrutivos.
Quanto mais amor e harmonia estivermos irradiando ao nosso redor, mais rapidamente estaremos atraindo estas energias para nós, pois somos ímãs.

portal arco-iris

sexta-feira, fevereiro 24

A PÁSCOA CRISTÃ - A Quaresma

Quaresma é o termo empregado para designar, no ritual das igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, o período de preparação penitencial para o domingo de Páscoa, a partir da quarta-feira de Cinzas. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.

Por volta do século 7, compreendia quarenta dias de jejum (os domingos são excluídos), numa alusão ao jejum de Cristo no deserto. Era permitida apenas uma refeição por dia, com abstinência total de carne - inclusive de peixe, ovos e manteiga. A rigidez na prática dos ritos quaresmais é mantida em parte nas igrejas orientais, para as quais o período se inicia oito semanas antes da Páscoa, sendo excluídos do jejum os sábados e os domingos. Ao final, os fiéis devem estar prontos para celebrar o mistério da ressurreição e a vitória de Cristo sobre o sofrimento e a morte, no domingo de Páscoa.

A quarta-feira de Cinzas é assim chamada porque o sacerdote usa a cinza obtida com a queima das palmas bentas no domingo de Ramos do ano anterior para dar início ao ritual que precede a missa na liturgia do dia. Faz ,então, com a cinza o sinal da cruz na testa dos fiéis e na cabeça dos sacerdotes, enquanto repete as palavras que Deus disse a Adão: "Pois tu és pó e ao pó tornarás" (Gn 3:19), ou "Convertei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1:15). é É um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante a Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia).

Origens

A origem da Quaresma está no Antigo Testamento e tem no jejum o elemento principal: Moisés permaneceu quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai sem comer e sem beber; para preparar seu encontro com Iavé; Elias fez apenas uma refeição quando jejuou no mesmo monte Sinai, também durante quarenta dias, e, finalmente, Jesus jejuou no deserto durante quarenta dias e quarenta noites antes de iniciar sua pregação. Segundo santo Irineu, o jejum dos primeiros cristãos era curto mas severo: nada se devia comer durante quarenta horas, desde a tarde de quinta-feira santa até o domingo de Páscoa.

Na igreja primitiva, o jejum era uma prática que precedia as grandes solenidades e servia tanto para a preparação dos catecúmenos, ou candidatos ao batismo, como para os penitentes públicos, desejosos do perdão divino e da re-incorporação à comunidade eclesial; no século 3 jejuava-se durante toda a semana santa.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos já preparavam a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. A primeira referência explícita sobre a preparação religiosa de quarenta dias, porém, só foi feita no Concílio de Nicéia, no ano 325, e consolidou-se apenas no século 7. No Ocidente, as regras desapareceram gradualmente e, em algumas ocasiões, foram eliminadas, como aconteceu durante a segunda guerra mundial. A Igreja Católica acabou por abolir a rigidez das práticas anteriores pela constituição apostólica Paenitemini, de 1966, e restringiu a obrigatoriedade do jejum à quarta-feira de Cinzas e à sexta-feira Santa, embora tenha sido mantida a ênfase nas práticas penitenciais.

A cor litúrgica da Quaresma é o roxo, que significa luto e penitência. Até poucas décadas atrás, e em alguns lugares o costume permanece, todas as cruzes, quadros e imagens sacras das igrejas eram cobertas com um pano roxo a partir da Quarta-feira de Cinzas. O costume, também, estendia-se às casas dos fiéis e, normalmente, iniciava no quinto Domingo da Quaresma ou no Primeiro Domingo da Paixão (muitos, ainda, cobriam espelhos e janelas). As cruzes ficam cobertas até o final da liturgia da Sexta–feira Santa, os quadros e demais imagens até a celebração da Páscoa.

O sentido profundo desse ato de cobrir as imagens sacras, fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Cristo Nosso Senhor, levando os fiéis a refletir, ao contemplar esses objetos sagrados cobertos do roxo, que simboliza a tristeza, a dor e a penitência. O ápice do despojamento ocorre após a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa, quando retiram-se as toalhas do altar. A cruz coberta lembra-nos a humilhação de N. Senhor Jesus Cristo, que teve de ocultar-se para não ser apedrejado pelos judeus, como nos relata o Evangelho segundo São João: “Os judeus pegaram pela segunda vez em pedras para o apedrejar. Disse-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte de meu Pai. Por qual dessas obras me apedrejais? (...). Procuraram então prendê-lo, mas ele se esquivou das suas mãos. Ele se retirou novamente para além do Jordão, para o lugar onde João começara a batizar, e lá permaneceu.” (Jo 10, 31-32.39-40) O sentimento de cobrir as imagens sacras fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Jesus Cristo.




SÍMBOLOS DA QUARESMA


AS CINZAS: Representam a consciência de nossa pequenez diante de Deus. Isto nos leva a assumir uma atitude de maior humildade e arrependimento por certas atitudes orgulhosas. “Sou bem atrevido em falar do meu Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn.18,27). No dia de Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis são marcados na testa com as cinzas em forma de cruz ou a recebem um pouco sobre as suas cabeças.

O DESERTO: É um lugar árido e com pouca vegetação, portanto, lugar de jejum. Para receber a Lei, Moisés passou quarenta dias sem comer e sem beber na Montanha do Sinai (Ex 24,12-18:34) Também Elias viveu a dureza do deserto, onde, pela comida e bebida misteriosa, volta ao seu caminho (Rs 19,3-8). Na Bíblia, a permanência no deserto é um tempo de oração intensa, como também de sofrimento e reflexão. Cristo ficou 40 dias no deserto se preparando para o ministério público. Muitas vezes resistimos a esses espaços de silêncio e solidão porque temos medo de nos encontrar mais profundamente conosco mesmo e com Deus. O “DESERTO” requer coragem dos humildes, dos que não têm medo de voltar a recomeçar.
“Somos convidados a percorrer o caminho da cruz para com Jesus, passarmos à vida nova.”

O JEJUM: Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: parar de usar bebida alcoólica e o dinheiro reverter a necessitados etc . “Acaso o jejum que eu prefiro não será isto: acabar com a opressão qual canga que se solta; deixar livres os oprimidos, acabar com toda espécie de imposição? Não será repartir a tua comida com quem tem fome? Hospedar na tua casa os pobres sem destino? Vestir roupa naquele que encontras nu e jamais tentar te esconder do pobre teu irmão?” (Is 58,6-7).

quinta-feira, março 31

A PÁSCOA CRISTÃ - A Quaresma

Quaresma é o termo empregado para designar, no ritual das igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, o período de preparação penitencial para o domingo de Páscoa, a partir da quarta-feira de Cinzas. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.

Por volta do século 7, compreendia quarenta dias de jejum (os domingos são excluídos), numa alusão ao jejum de Cristo no deserto. Era permitida apenas uma refeição por dia, com abstinência total de carne - inclusive de peixe, ovos e manteiga. A rigidez na prática dos ritos quaresmais é mantida em parte nas igrejas orientais, para as quais o período se inicia oito semanas antes da Páscoa, sendo excluídos do jejum os sábados e os domingos. Ao final, os fiéis devem estar prontos para celebrar o mistério da ressurreição e a vitória de Cristo sobre o sofrimento e a morte, no domingo de Páscoa.

A quarta-feira de Cinzas é assim chamada porque o sacerdote usa a cinza obtida com a queima das palmas bentas no domingo de Ramos do ano anterior para dar início ao ritual que precede a missa na liturgia do dia. Faz ,então, com a cinza o sinal da cruz na testa dos fiéis e na cabeça dos sacerdotes, enquanto repete as palavras que Deus disse a Adão: "Pois tu és pó e ao pó tornarás" (Gn 3:19), ou "Convertei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1:15). é É um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante a Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia).

Origens

A origem da Quaresma está no Antigo Testamento e tem no jejum o elemento principal: Moisés permaneceu quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai sem comer e sem beber; para preparar seu encontro com Iavé; Elias fez apenas uma refeição quando jejuou no mesmo monte Sinai, também durante quarenta dias, e, finalmente, Jesus jejuou no deserto durante quarenta dias e quarenta noites antes de iniciar sua pregação. Segundo santo Irineu, o jejum dos primeiros cristãos era curto mas severo: nada se devia comer durante quarenta horas, desde a tarde de quinta-feira santa até o domingo de Páscoa.

Na igreja primitiva, o jejum era uma prática que precedia as grandes solenidades e servia tanto para a preparação dos catecúmenos, ou candidatos ao batismo, como para os penitentes públicos, desejosos do perdão divino e da re-incorporação à comunidade eclesial; no século 3 jejuava-se durante toda a semana santa.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos já preparavam a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. A primeira referência explícita sobre a preparação religiosa de quarenta dias, porém, só foi feita no Concílio de Nicéia, no ano 325, e consolidou-se apenas no século 7. No Ocidente, as regras desapareceram gradualmente e, em algumas ocasiões, foram eliminadas, como aconteceu durante a segunda guerra mundial. A Igreja Católica acabou por abolir a rigidez das práticas anteriores pela constituição apostólica Paenitemini, de 1966, e restringiu a obrigatoriedade do jejum à quarta-feira de Cinzas e à sexta-feira Santa, embora tenha sido mantida a ênfase nas práticas penitenciais.

A cor litúrgica da Quaresma é o roxo, que significa luto e penitência. Até poucas décadas atrás, e em alguns lugares o costume permanece, todas as cruzes, quadros e imagens sacras das igrejas eram cobertas com um pano roxo a partir da Quarta-feira de Cinzas. O costume, também, estendia-se às casas dos fiéis e, normalmente, iniciava no quinto Domingo da Quaresma ou no Primeiro Domingo da Paixão (muitos, ainda, cobriam espelhos e janelas). As cruzes ficam cobertas até o final da liturgia da Sexta–feira Santa, os quadros e demais imagens até a celebração da Páscoa.

O sentido profundo desse ato de cobrir as imagens sacras, fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Cristo Nosso Senhor, levando os fiéis a refletir, ao contemplar esses objetos sagrados cobertos do roxo, que simboliza a tristeza, a dor e a penitência. O ápice do despojamento ocorre após a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa, quando retiram-se as toalhas do altar. A cruz coberta lembra-nos a humilhação de N. Senhor Jesus Cristo, que teve de ocultar-se para não ser apedrejado pelos judeus, como nos relata o Evangelho segundo São João: “Os judeus pegaram pela segunda vez em pedras para o apedrejar. Disse-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte de meu Pai. Por qual dessas obras me apedrejais? (...). Procuraram então prendê-lo, mas ele se esquivou das suas mãos. Ele se retirou novamente para além do Jordão, para o lugar onde João começara a batizar, e lá permaneceu.” (Jo 10, 31-32.39-40) O sentimento de cobrir as imagens sacras fundamenta-se no luto pelo sofrimento de Jesus Cristo.




SÍMBOLOS DA QUARESMA



AS CINZAS: Representam a consciência de nossa pequenez diante de Deus. Isto nos leva a assumir uma atitude de maior humildade e arrependimento por certas atitudes orgulhosas. “Sou bem atrevido em falar do meu Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn.18,27). No dia de Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis são marcados na testa com as cinzas em forma de cruz ou a recebem um pouco sobre as suas cabeças.

O DESERTO: É um lugar árido e com pouca vegetação, portanto, lugar de jejum. Para receber a Lei, Moisés passou quarenta dias sem comer e sem beber na Montanha do Sinai (Ex 24,12-18:34) Também Elias viveu a dureza do deserto, onde, pela comida e bebida misteriosa, volta ao seu caminho (Rs 19,3-8). Na Bíblia, a permanência no deserto é um tempo de oração intensa, como também de sofrimento e reflexão. Cristo ficou 40 dias no deserto se preparando para o ministério público. Muitas vezes resistimos a esses espaços de silêncio e solidão porque temos medo de nos encontrar mais profundamente conosco mesmo e com Deus. O “DESERTO” requer coragem dos humildes, dos que não têm medo de voltar a recomeçar.
“Somos convidados a percorrer o caminho da cruz para com Jesus, passarmos à vida nova.”

O JEJUM: Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: parar de usar bebida alcoólica e o dinheiro reverter a necessitados etc . “Acaso o jejum que eu prefiro não será isto: acabar com a opressão qual canga que se solta; deixar livres os oprimidos, acabar com toda espécie de imposição? Não será repartir a tua comida com quem tem fome? Hospedar na tua casa os pobres sem destino? Vestir roupa naquele que encontras nu e jamais tentar te esconder do pobre teu irmão?” (Is 58,6-7).

portal arco-iris

quarta-feira, março 9

CINZAS

 A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma período de  reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.

As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.

"Lembra-te que és pó, e ao pó hás de voltar.(Gênesis 3,19)

Para refletirmos... 

quarta-feira, janeiro 26

GLOSSÁRIO DE PALAVRAS E TERMOS ISLÂMICOS

Significado de palavras e identificação de nomes próprios usados no islamismo.

fonte: http://www.mundoislamico.com/glossario.htm

Abaya: espécie de casaco, manta de lã.


Abdála: pai de Mohammad.


Abu Bakr: primeiro califa e sucessor Mohammad, foi eleito pelos sunitas, era o sogro de Mohammad.


Aiatolá: No Irã, é o título utilizado pela maior autoridade religiosa no islamismo.


Akhirah: Crença na vida após a morte, parte importante da fé islâmica


Alá /Alah: Palavra que significa "Deus" em árabe (não é o nome de um deus diferente dos outros. É o mesmo que GOD em inglês, JEOVÁ em hebraico...)


Al-Baqee: principal cemitério em Medina.


Alcorão: Livro sagrado dos mulçumanos, o mesmo que "O Corão" em português.


Ali ikn Ai Talib: primo e genro do profeta, quarto califa; caso-se com Fátima, filha do profeta Mohammad.


Al-Idhtebaa: colocar a metade superior da vestimenta (rida') sob o braço direito e a parte final sobre o ombro esquerdo durante o Tawaf.


Al-Ikhlas: capítulo 112 do Alcorão (Pureza da Fé).


Al-Kafirun: capítulo 109, do Alcorão (Aqueles que rejeitam a Fé).


Al-Marwah: o nome do colina onde o muçulmano começa o Sa'i.


Amina: mãe de Mohammad.


Arafah: a parada mais importante durante o Hajj, localizado além do santuário de Muzdalifah.


Ar-Raml: caminhar rapidamente mas com passos pequenos durante os três primeiras voltas do Tawaf.


Ar-Ramy: apedrejar. (referente aos pilares do demõnio)


Asr: oração da tarde


As-Safaa: nome da colina onde o muçulmano termina sua última volta do Sa'i.


Azan: Convocação à oração dos muçulmanos


Bismillah: "Em nome de Deus", verso usado pelos muçulmanos para pedir a bênção divina. Aparece no início de quase todas as suratas do Corão


Burka: (burqa) Vestimenta feminina, que mantém o corpo, a face e as mãos cobertas.


Caaba / Kaaba / Ka’bah: construção simples em forma de cubo, onde se reverencia um meteorito negro, se encontra em Meca; acredita-se ser um monumento construído originalmente por Adão e depois reconstruído por Abraão. E o ponto focal das orações muçulmanas.


Califa: governante religioso e político. Em árabe significa "sucessor". Originalmente usado para os sucessores de Maomé. A partir de 1258, perdeu a importância e passou a ser usado como título político.


Caridjita: dissidente.
Cinco pilares do Islã: As obrigações que o muçulmano deve cumprir para seguir sua fé


Coraix: tribo de Mohammad.


Coraixitas: relativo a Coraix, tribo de Mohammad.


Corão: O livro sagrado do Islã, com as revelações de Deus ao profeta Maomé (a expressão "O Corão" em árabe se diz "Alcorão")


Dhuhr: a oração do meio-dia.


Dhul-Hijja: o décimo segundo mês do calendário islâmico.


Din: A religião e o estilo de vida do Islã


Eid: celebração para os muçulmanos.


Eid-Al-Adha: Festa que coincide com a peregrinação anual a Meca


Eid-al-Fith: Festa celebrada no fim do mês do Ramadã, a principal da religião


Eid-al-Ghadir: Aniversário da declaração de Maomé indicando Ali como seu sucessor, comemorado apenas pelos xiitas.


Emir: Significa "comandante", título atribuído a líderes militares.


Ezaar: a parte de baixo da roupa de Ihram.


Fajr: oração da manhã.


Fard: Obrigação, algo que deve ser feito em nome da fé


Fátima: filha de Mohammad (Maomé)


Gabriel: nome do anjo que revelou as verdades de Deus à



Mohammad, seria o mesmo anjo que anunciou o nascimento de Jesus à Maria.


Gar Hirá: caverna, perto da montanha da Luz, onde Mohammad meditava.


Hadith: Um discurso, mensagem, ação ou história do profeta Maomé, relatado pelos seus contemporâneos


Hafiz: Pessoa que sabe todos os versos do Corão


Hajj / Haj: A peregrinação anual a Meca, um dos cinco pilares do Islã. O muçulmano saudável e com condições financeiras deve fazer o haj pelo menos uma vez na vida


Halal: Algo que o muçulmano pode fazer ou comer


Hamzah: um dos tios do Profeta que foi martirizado na batalha de Uhud.


Haram: Algo que o muçulmano não deve fazer ou comer (pecado)


Hasã : neto primogênito de Mohammad, filho de Ali com Fátima.


Hégira: A migração de Maomé e seus seguidores de Meca para Medina, para escapar da perseguição às suas crenças. A migração inaugura o islamismo é marca o início de seu calendário


Hijab: Traje típico islâmico usado pelas mulheres para "proteger sua modéstia", como manda o Corão. Seu tamanho varia de acordo com as tradições regionais


Husair: neto de Mohammad, filho de Ali com Fátima.


Ifraad: forma isolada de Hajj.


Iftar: Desjejum


Ihram: Estado de pureza espiritual exigido dos muçulmanos que desejam fazer a peregrinação a Meca
Imã: Professor, clérigo ou figura que lidera uma oração muçulmana. Titulo usado pelo califa líder religioso.


Imane: sucessor e líder.


Isha: oração da noite.


Islã: Conjunto dos povos de civilização islâmica, que professam o islamismo. Significado da palavra: "rendição" ou "submissão" em árabe


Islamismo: religião fundado por Maomé, também chamada por Maometismo.


Jamrah Al-Aqaba: o pilar mais próximo de Meca.


Jamrah: qualquer um dos três pilares que são apedrejados em Mina recebem esse nome.


Jihad: A luta e o esforço de um seguidor da religião para viver a fé islâmica da melhor forma possível e defender o Islã, mesmo que isso signifique o uso da força.


Ka’bah: a Casa de Allah na Sagrada Mesquita de Meca.


Khalifah: o mesmo que califa, governante político e religioso.


Madi: dinvidade guiada.


Madraçal: Escola dedicada a formar e doutrinar meninos muçulmanos


Magrib: a oração do crepúsculo.


Makkah / Meca: cidade árabe onde nasceu Mohammad


Maomé al Muntazar: último dos verdadeiros descendente de Mohammad.


Maomé: Incorreta transliteração espanhola do nome 'Mohammad', o fundador do Islamismo. Apesar do nome 'Maomé' ter sido muito difundido nos países de língua latina, o nome correto do profeta fundador do Islamismo é 'Mohammad'.


Maqam Ibrahim: os degraus de apedrejamento da estância do Profeta Abraão.


Mas’aa: o espaço entre As-Safaa e Al-Marwah.


Masha’ir: santuários cerimoniais..


Masjid: Sinônimo para mesquita


Mawlid Al-Nabi: Festa do aniversário de nascimento de Maomé


Meca: Cidade árabe sagrada do islamismo, onde Maomé nasceu e para onde retornou depois de fundar o islamismo
Medina: A segunda cidade sagrada do islamismo, para onde Maomé fugiu quando foi perseguido, se localiza a 400 quilômetros norte de Meca.


Mesquita: Local onde os muçulmanos fazem suas orações em conjunto


Mihrab: Nicho aberto em todas as mesquitas para apontar a direção de Meca


Mina: um vale perto de Meca que é um dos santuários cerimoniais.


Minaret: A torre da mesquita, de onde é feita a convocação para as orações


Minbar: Púlpito de uma mesquita
Mohammad: Maomé fundador do Islamismo.


Muçulmano: Seguidor da fé islâmica, aquele que pratica o





Islam , (Islã). Em árabe "múslin"


Muezzin: O religioso que convoca os muçulmanos para as orações


Muhrim: uma pessoa em Ihram.


Múslin: a palavra "mulçumano" em árabe.





Muntazar: o esperado.


Mustatir: o líder mulçumano oculto


Mutamatti’: o peregrino que faz o Hajj Tamattu'.


Muzdalifah: um dos santuários cerimoniais do Hajj, entre Mina e Arafah.


Namira: mesquita em Mina.


Niqab: um véu que cobre o rosto e revela só os olhos.


Niyya: Declaração sincera da intenção de glorificar Deus, feita em silêncio


Omar: conselheiro do profeta, segundo califa eleito pelos sunitas.


Omídas: ricos chefes de Meca.


Otmã: genro do profeta, terceiro califa eleito pelos sunitas.


Paxá: Título de honra usado pelo Império Otomano, para designar irmãos e filhos do Sultão. Atualmente somente os turcos utilizam o termo.


Qibla: a direção para onde os muçulmanos se voltam para rezar.


Qiraan: forma acompanhada de Hajj.


Qiran: o peregrino que faz o Hajj Qiran.


Quba: uma mesquita em Medina, costumava ficar nas cercanias da cidade.


Quiblah: A direção de Meca


Qur'ãn: livro sagrado dos mulçumanos, Alcorão, Corão


Rakah: Conjunto de movimentos do ritual de orações, ou salah


Ramadã: Mês sagrado dos muçulmanos. Nono mês do calendário lunar.
Rida: a parte superior da roupa de Ihram.


Rukn Al-Yamani: o canto da Caaba virado para o Iêmen.


Sa’i: a caminhada feita entre As-Safaa and Al-Marwah.


Sadaquah: Fazer doações voluntárias para caridade


Salah: Ritual obrigatório de cinco orações por dia


Salat: oração, prece.


Salat-ul-Juma: As orações de sexta-feira, dia sagrado dos muçulmanos, nas mesquitas


Saum: Jejuar durante o dia


Shahadah: A declaração de fé ("Não há outra divindade além de Deus e Mohammad é o seu mensageiro)


Sharia: Conjunto de leis islâmicas, tratando de costumes e da vida em sociedade


Shiat Ali: partido de Ali.


Sufismo: Movimento místico dentro do islamismo


Sujud: Posição de oração em que testa, nariz, mãos, joelhos e dedos do pé devem tocar o chão.


Sultão: Significa "potência". Título usado pelos chefes de pequenos estados islâmicos.


Sunita: O principal tronco da religião, concentrando 90% dos muçulmanos


Sunnah: o caminho do Profeta.


Surata /Surah: Capítulo do Corão


Takbir: dizer "Allahu Akbar", Allah é o Maior.
Takbir: O processo de se concentrar numa oração e ignorar o que está ao redor




Talbiat: a súplica feita pelo muçulmano assim que entra em Ihram e fez suas intenções.


Talibã / Taleban: Estudante. Palavra pouco usada pelos mulçumanos. Nome também da milícia que governa o Afeganistão.


Tamattu’: forma agradável de Hajj.


Tarwiyya: o oitavo dia do mês Dhul-Hijja.


Tawaf Al-lfadha: Tawaf para o Hajj.


Tawaf Al-Wadaa: Tawaf da despedida.


Tawaf: Dar sete voltas em torno da Caaba durante o haj


Uhud: o nome de um monte em Medina e local da batalha de mesmo nome.


Ulemá:Titúlo usado pelas pessoas que possuem autoridade nos textos islâmicos.


Umar: o segundo califa muçulmano e primeiro Comandante dos Crentes.


Umrah-minor Hajj: a combinação de Tawaf e Sa'i.


Uthman: o terceiro califa muçulmano e segundo Comandante dos Crentes.


Vizir: Significa "aquele que ajuda a carregar um peso". Espécie de primeiro ministro, seu cargo está entre o califa e seus súditos. Um Vizir superior era conhecido como, Grão-vizir. Estes termos eram usados pelo império Otomano.


Wudu: O ritual de lavar as mãos antes das orações diárias, ablução


Xã: Titulo antigo usado pelos persas, atual Irã, para designar o rei, chefe maior. Após a revolução iraniana o termo "Xã" foi substituído pelo termo "Aiatolá"


Xeque: Significa "ancião". É utilizado para designar pessoas com autoridade religiosa no Islamismo.
Xiita: O segundo maior grupo dentro da religião, concentrando 10% dos muçulmanos. Esse grupo acreditava que o sucessor de Mohammad deveria ser seu parente mais próximo.


Zakat: Purificação. Doação anual de parte das riquezas acumuladas por um muçulmano

segunda-feira, março 29

PÁSCOA tempo de renovação

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus pelos discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem.

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia judaica institui a celebração da Páscoa em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .

fonte:WIKIPEDIA

sexta-feira, abril 10

A PÁSCOA NO MUNDO

Os festejos da Páscoa em todo o mundo possuem variações em suas origens e significados.

Na China
O 'Ching-Ming' é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.

Na Europa
As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.


Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia

A tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses 'ninhos'.

Nos Estados Unidos

A brincadeira mais tradicional ainda é a 'caça ao ovo', onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a 'caça ao ovo' é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos.

No Brasil e América Latina
O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A 'caça ao ovo' ou 'caça ao cestinho' também é utilizada.
Veja, abaixo, como desejar uma feliz Páscoa em alguns idiomas.


Em Português
Feliz Páscoa
Na Croácia
SRETUN USKRS
Em Inglês
Happy Easter
Em árabe
EID-FOSS'H MUBARAK
Na China
FOUAI HWO GIE QUAI LE
Na Grécia
KALO PASKA
Na Macedônia
SREKEN VELIGDEN
Na França
JOYEUSES PÂQUES
Na Itália
BUONA PASQUA

quarta-feira, novembro 19

OS DOZE APÓSTOLOS E OS SÍMBOLOS ASTROLÓGICOS




A cada ciclo, grupo de seres vêm ao planeta cumprir sua tarefa. Pela lei da afinidade, vêm desenvolver e trabalhar sua essência sob determinada configuração e características, que conhecemos como signo e conjunturas astrológicas.

Eleição dos Doze
"E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus. E quando já era dia, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze deles a quem também deu o nome de apóstolos: Simão, ao qual também chamou Pedro, e André seu irmão; Tiago (menor) e João, Filipe e Bartolomeu; e Mateus e Tomé, Tiago (maior) filho de Alfeu e Simão chamado o Zelador e Judas (Tadeu) filho de Tiago e Judas Iscariotes, que foi o traidor". LC:6 12-16

Com o desaparecimento de Judas, se apresentaram dois: José o Justo e Matias, "e lançando-lhes sortes, caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum foi contado com os onze apóstolos." At:2-26

Houve uma época em que a química e a alquimia eram uma só ciência, assim como a astrologia e astronomia, até que, por volta do século 13, o Papa Inocêncio III decretou uma bula, separando a ciência entre sagrada e profana. Daí, astrólogos e alquimistas passaram a ser perseguidos.
Leonardo da Vinci, que era um iniciado, decidiu imortalizar através da pintura toda a simbologia astrológica e numerológica contida nos ensinamentos do cristianismo esotérico, deixando este registro no quadro A Última Ceia, onde cada um dos 12 apóstolos corresponde a cada um dos doze signos astrológicos.
Leonardo da Vinci esquematizou a disposição dos apóstolos de acordo com a posição astronômica, da direita para a esquerda de quem vê o quadro.

Portanto, quem está na cabeceira da mesa é Simão, que corresponde ao signo de Áries. Signo de fogo e de ação, Simão indica com as mãos a direção a tomar. Áries rege a cabeça na anatomia astrológica, e a testa de Simão é bem realçada na pintura. Sua prontidão ariana também é mostrada pelas mãos desembaraçadas, para agirem conforme a vontade e coragem cardeal de Áries.

Ao seu lado, está Judas Tadeu, o Taurino. Seu semblante é sereno enquanto escuta Simão (Áries/cérebro) vai digerindo lentamente suas impressões, acolhendo-as com uma das mãos, revelando a possessividade de Touro (que é terra/receptivo). No corpo humano, Touro rege o pescoço e a garganta, e o de Judas Tadeu está bem destacado.

Mateus vem em seguida, correspondendo à Gêmeos, signo duplo que necessita de interação com as pessoas e de colher informações. Mateus tem as mãos dispostas para um lado e o rosto para o outro, revelando a dinâmica geminiana de querer falar e ouvir à todos ao mesmo tempo.
Mateus era repórter e historiador da vida de Jesus, e Gêmeos rege a casa III, setor de comunicação e conhecimento.

Logo após está Filipe, o Canceriano. Suas mãos em direção ao peito mostram a tendência canceriana para acolher, proteger e cuidar das coisas. Regido pela Lua, Câncer trabalha com o sentir; Filipe está inclinado, como se estivesse se oferecendo para alguma tarefa.

Ao seu lado está Tiago Menor, o Leonino, de braços abertos, revelando nesse gesto largo o poder de irradiar amor (Leão rege o coração e o chacra cardíaco), ele se impõe nesse gesto confiante, centralizando atenções.

Atrás dele, quase que escondido, está Tomé, o Virginiano, que, apesar de modesto, não deixa de expressar o lado crítico e inquisitivo de Virgem – com o dedo em riste ele contesta diante de Cristo; foi Tomé quem quis o ver para crer.

Libra é simbolizado por João, o discípulo amado de Jesus. Com as mãos entrelaçadas, ele pondera e considera todas as opiniões antes de tomar posições - Libra rege a casa VII, é o setor do outro e isso requer imparcialidade e diplomacia.

Ao seu lado, está Judas Iscariotes, representando Escorpião. Com uma das mãos ele segura um saco de dinheiro, pois era o organizador das finanças da comunidade dos apóstolos (Escorpião rege a casa VIII, que trata dos bens e valores dos outros) e com a outra mão ele bate na mesa, protestando.

Sagitário é representado por Pedro, o Pescador de Almas. Foi ele quem fez o dogma e instituiu a lei da Igreja – Sagitário rege a casa IX, setor das leis, religiões e filosofia. Seu dedo aponta para Jesus – a meta de Sagitário é espiritual – e na outra mão ele segura uma faca, representando o lado instintivo nos homens. Ele se eleva entre outros dois apóstolos, trazendo esclarecimentos (luz) à discussão.

Ao seu lado está André, que representa Capricórnio. Conhecedor das responsabilidades, com seu gesto restritivo impõe limites. Seu rosto magro e ossos salientes revelam o biotipo capricorniano. Seus cabelos e barbas brancas e seu semblante sério mostram a relação de Capricórnio com o tempo e a sabedoria. Os temores de André são apaziguados por;

Tiago Maior, Aquariano, que debruça uma de suas mãos sobre seus ombros, num gesto amigável, enquanto a outra se estende aos demais. Ele visualiza o conjunto, percebendo ali o trabalho em grupo liderado pelo Mestre. Aquário rege a casa XI, que é o setor dos grupos, amigos e esperanças.

O último da mesa é Bartolomeu, que representa Peixes. Seus pés estão em destaque (que são regidos por Peixes na anatomia astrológica). Ele parece absorvido pelo que acontece à mesa, e, com as mãos apoiadas, quase debruçado, revela devoção envolvido pelo clima desse último encontro entre os apóstolos e Jesus Cristo, já que numa determinada hora as coisas ficaram um pouco confusas, pois Jesus revelou que "a mão do que me trai está comigo à mesa".

A traição veio de Judas Iscariotes
Político, administrador e homem de negócios, Judas viu em Cristo a esperança de mudança no plano material, porém, quando Cristo deixou claro que libertaria apenas o espírito e não a matéria, provocou em Judas um grande equívoco. Após ser delatado, Jesus foi levado a um conselho do qual fazia parte José de Arimatéia. Senador, rico e membro ilustre desse conselho, não concordou com a condenação de Jesus – secretamente era ele também um cristão.
Quando Jesus foi crucificado, depois que os soldados romanos se foram, José de Arimatéia levou até a cruz a taça (o Graal) usada na última ceia e recolheu também a lança que o soldado Longinus havia usado para ferir Cristo. Depois, levou o Graal para Patmos e lá seu filho Josephus deu a taça a um santo inglês, que a escondeu em Gales, primeiro numa caverna e depois no castelo do Graal.
A busca do Santo Graal passou, então, a ser a meta dos que queriam a vida eterna. Sua prática construtiva envolve os Cavaleiros da Távola Redonda da Corte do Rei Artur. Quanto à lança, conta-se que percorreu longo caminho, pois lhe foi atribuída poderes de cura, já que o próprio Longinus foi inexplicavelmente curado. Ele tinha uma infecção no olho e ao ferir Jesus um pouco de sangue caiu na vista doente, fazendo desaparecer imediatamente a infecção.
A conquista de muitas batalhas foram atribuídas ao uso da ponta dessa lança por muitos líderes, entre eles, Constantino, Carlos Magno, Napoleão e Hitler – este último desprezava o cristianismo, porém, a retirou do palácio de Noremberg, usando-a como símbolo de limpeza étnica.

sexta-feira, janeiro 11

Pai nosso em aramaico

Essa oração na minha opinião, é a sintese da mensagem que Cristo deixou na Terra.
Chave de tantos mistérios, para refletirmos:


É desta oração que derivou a versão atual do "Pai-Nosso". Ela está escrita em aramaico, numa pedra branca de mármore, em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, na forma que era invocada pelo Mestre Jesus. O aramaico é um idioma originário da Alta Mesopotâmia, ( séc VI ac), e era a língua usual do povo, enquanto o hebraico era mais utilizado em ritos religiosos. Jesus sempre falava ao povo em aramaico.

A tradução direta do aramaico para o português, (sem a interferência da Igreja), nos mostra como esta oração é bela, profunda e verdadeira, condizente com o Mestre Jesus.

Texto do PAI NOSSO em Aramaico Transliterado -
fonte: http://www.mariadenazare1.kit.net/painosso.htm#lembrai

"Abvum d'bashmaia
Netcádash shimóch
Tetê malcutách Una
Nehuê tcevianách aicana
d'bashimáia af b'arha
Hôvlan lácma d'suncanán
Iaomána
Uashbocan háubein uahtehin
Aicána dáf quinan shbuocán
L'haiabéin
Uêla tahlan l'nesiúna.
Êla patssan min bíxa
Metúl dilahie malcutá
Uaháila
Uateshbúcta láhlám.
ALMÍN. "


Tradução do PAI NOSSO, a partir do Aramaico

" Pai-Mãe, respiração da Vida, Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos !

Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil.

Ajude-nos a seguir nosso caminho Respirando apenas o sentimento que emana de Você.

Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu, para que caminhemos como Reis e Rainhas com todas as outras criaturas.

Que o Seu e o nosso desejo sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades.

Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.

Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda, E nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.

Não nos deixe sermos tomados pelo esquecimento de que Você é o Poder e a Glória do mundo, a Canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza.

Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.

AMÉM.