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QUE HOJE VOCÊ POSSA LER E OUVIR PALAVRAS BELAS E EDIFICANTES. MAS SE OUVIR ALGUMA QUE O FIRA. NÃO SE REVOLTE NEM REVIDE. CALA-TE. É DIFÍCIL... DÁ UM NÓ NA GARGANTA... NO ENTANTO, TENHA FORÇA E CALA-TE. VERÁS COMO NO SILÊNCIO ESSAS PALAVRAS QUE FEREM SAIRÃO DE VOCÊ MAIS RÁPIDO, PORQUE ELAS SE SENTIRÃO SOZINHAS.

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sexta-feira, janeiro 6

2012 pode se tornar o ano da “Terra alienígena”


Esse foi um ótimo ano para a descoberta de planetas, mas 2012 pode trazer algo ainda mais fantástico: a primeira “Terra alienígena” de verdade.
Em 2011, cerca de 700 exoplanetas foram catalogados, e ainda temos milhares a ser descobertos pelo telescópio espacial Kepler, que precisam ser verificados. Nesse último mês do ano, cientistas da NASA anunciaram dois achados importantes: dois planetas com o tamanho da Terra, e um maior na chamada zona habitável de sua estrela, a distância certa para existir água liquida e a possibilidade de vida.
Essas e outras descobertas sugerem que podemos estar cada vez mais perto do objeto principal dos caçadores de planetas – uma Terra alienígena.
“Imagino que a próxima catalogação de planetas, no ano que vem, vai finalmente apontar planetas do tamanho da Terra e em zonas habitáveis”, comenta Natalie Batalha, da equipe do Kepler.
No dia cinco de dezembro, os cientistas do Kepler anunciaram a descoberta de 1.094 cadidatos a exoplanetas, levando o total de achados dessa operação, que já dura 16 meses, a 2.326. Até agora, apenas 33 de todos esses foram confirmados por observações, mas os pesquisadores afirmam que pelo menos 80% deve ser confirmado.
Só o número já é incrível, mas a pesquisa por planetas não vive exatamente para aumentar a quantidade deles: é uma corrida para entender a natureza e a diversidade dos planetas.
“Você só pode entender a diversidade dos sistemas se já tem um número suficiente para formar estatísticas”, afirma Batalha. “Você realmente precisa de um número grande, e é aí que o Kepler faz uma grande contribuição”.
A diversidade dos planetas e sistemas alienígenas parece ser alta. Astrônomos já encontraram um planeta denso como ferro, e outro leve e cheio de luz. Em setembro, a equipe do Kepler anunciou a descoberta de um planeta que circunda dois sóis, como o planeta Tattooine, do filme “Star Wars”.
Os pesquisadores também já haviam confirmado diversos planetas em áreas habitáveis, mas nenhum podia ser considerado uma Terra real, já que são significativamente maiores do que a nossa Terra.
O telescópio Kepler, lançado em março de 2009, busca planetas usando uma técnica conhecida como “método transitório”. Ele procura pela luz que vaza do brilho estelar, observada quando um planeta transita, ou cruza a frente de uma estrela.
Após quase três anos, o Kepler já está mais perto de encontrar um planeta como o nosso. “Estamos realmente chegando nos planetas com períodos orbitais longos”, afirma Batalha.
Até agora, nenhum planeta tinha o mesmo tamanho da Terra e também estava na zona habitável de sua estrela. Mas isso pode mudar com o anúncio dos novos planetas, em junho ou julho.[LiveScience]

quinta-feira, novembro 10

Centro Intraterreno Aurora


Aurora

Um dos três centros intraterrenos mais importantes nesta época, o qual compõe, com Miz Iii Tlan e Erks, um tn­ângulo de energias essencial para o transcurso e para a evolução da vida na Terra. Tem a fun­ção especifica de introduzir no planeta a essência da cura cósmica. Auxilia o homem em sua integração no mundo em que vive e na dimensão extraterrestre e leva-o a ultrapassar os limites da Raça que hoje habita a superfície do planeta. A irradiação de seus Espelhos, ao atingir a humanidade, estimula a implantação do equilíbrio e da saúde, o que é possível quando a fé está presente. Utiliza os meios mais diretos e adequados para introduzir na vida da Terra o divino, o perfeito, o transcendente; exprime o Primeiro Raio, energia da vontade-poder. Desse modo, sob as vestes da beleza e da harmonia, oculta-se um núcleo processador de vibrações potentes, que tem como uma de suas tarefas retirar forças con­flituosas da aura da Tenra. Tal é Aurora: uma face de inocência velando profunda maturidade energética.

Certos ramos da Hierarquia dévica atuam sob a direção desse centro, que é um dos decodificadores dos padrões arquetípicos do planeta. Aurora é um centro intraterreno antigo; nesta época, polariza-se na região mtraterrena de Salto, no Uruguai, e irradia impulsos de transmutação e de transformação para todos os remos da Natureza. Che­gou a expressar-se no plano físico, com a participação do homem de superfície; sua Hierarquia trabalha hoje sob a regência de Amhaj, consciência que, na faixa de energia adequada ao ciclo passado, se deu a conhecer como Mestre Moiya, canalizador do Primeiro Raio para a humani­dade.

Determinadas regiões da superfície planetária dispõem de aberturas sutis, por meio das quais é possível um contato continuo com veios energéticos que penetram a aura da Terra a fim de auxiliá-la neste delicado período da sua evolução. Em algumas toma-se visível o traba­lho 1è tais energias, trabalho que deixa perplexos ou transformados os que chegam a perceber o movimento de luzes silenciosas, desconhecidas, vindas de universos longínquos para auxiliar este planeta. A área da superfície planetária onde o centro intraterreno Aurora se projeta é uma dessas regiões, na qual, até há bem pouco tempo, o trabalho de naves extraterrestres, em ritmo intenso, podia ser facilmente observado.

Porém, à medida que o tempo avança e se completam os prazos em que tais estimulações nos níveis concretos estavam programadas, essas naves passam a atuar em planos mais internos, reduzem suas aparições e procuram che­gar à consciência do homem não por manifestações visuais, mas por comunicações com o seu mundo interior. Centros intraterrenos como Aurora estão ativos, auxiliando o ser da superfície a reconhecer suas metas superiores.

Para Aurora convergem civilizações extraterrestres que se unem à própria civilização intraterrena nele presente. Essa convergência auxilia a transição da Terra, segundo o Plano Evolutivo. Aurora é também base de operações, cujos projetos e atividades o homem de superfície ainda desconhece. Devido ao trabalho de sua civilização e de outras, igualmente evoluidas e que usam distintas energias, haverá sobre a Terra um relacionamento mais harmonioso entre o material e o imaterial. A meta do homem é retornar, após as experiências necessárias nos vários planos de vida e em diferentes setores do universo, à sua origem cósmica. O trabalho de Aurora procura levá-lo à perfeição interior e à liberação espiritual para alcançar esse mundo cósmico. A linearidade, o caminho reto, direto, do que está embaixo rumo ao que se encontra em cima, é um padrão emitido pela Hierarquia desse centro.

Sabe-se que nada surge no cosmos sem a participação de uma Hierarquia, e o que faz eclodir a manifestação de algo é sempre uma energia de Primeiro Raio, vibração capaz de criar uma centelha primordial onde antes nada parecia existir. Competem também ao Primei­ro Raio os fechamentos de ciclos, pois dele provém a determinação de dissolver formas e libe­rar a vida nelas contida. Assim, cabe hoje a esse centro ser o guardião do final de uma e ini­cio de outra etapa evolutiva do planeta, tarefa vinculada à de implantar a cura cósmica na Ter­ra.

  Fonte: Despertar Monádico - Trigueirinho - Livro Glossário Esotérico