Os resquícios submergiram devido a terremotos e tsunamis a mais de 1.600 anos atrás.
A equipe, formada por profissionais de diversos países, está esmeradamente escavando uma das regiões arqueológicas inundadas mais ricas do planeta e recuperando artefatos da última dinastia que governou o Egito antes de o império romano incorporá-lo em 30 A.C..
Usando tecnologias avançadas, os mergulhadores buscam as dependências reais de Alexandria, escondidas embaixo dos sedimentos da enseada, confirmando a precisão das descrições da cidade deixadas pelos geógrafos gregos e historiadores há mais de dois mil anos.
Desde o início da década de 1990, as investigações topográficas permitiram que a equipe, liderada pelo arqueólogo subaquático francês Franck Goddio, escavassem o solo oceânico.
“Este é um terreno único no mundo”, disse Goddio, que há duas décadas procura naufrágios e cidades perdidas no fundo do mar.
Os artefatos descobertos na costa egípcia serão expostos no Franklin Institute, na Filadélfia, nos Estados Unidos, entre os dias cinco de junho e dois de janeiro, em uma apresentação titulada “Cleópatra: a busca pela última rainha do Egito”.
FONTE: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/encontradas-ruinas-do-palacio-de-cleopatra-27052010-40.shl






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